Tribunal de Justiça proibe reportagem sobre família de deputado federal
Redação Portal IMPRENSA
Uma decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe proibiu que o jornal semanário Cinform, de Aracaju, publicasse nesta segunda-feira (10) uma reportagem que abordava assuntos sobre uma das famílias mais tradicionais do Estado: a do médico e ex-governador, Augusto Franco, pai do atual deputado federal Albano Franco (PSDB). A ação foi movida pelo irmão de Albano, o empresário Valter Franco, alegando que o assunto – um processo de paternidade – é segredo de Justiça.
O editor-chefe do Cinform, Jozailto Lima, informou que a matéria foi apurada de quarta à sábado da semana passada e a decisão dos desembargadores de proibir a publicação da matéria saiu no último domingo (09) à noite.
Na decisão, o desembargador fixou uma multa de R$ 800 mil caso a reportagem fosse publicada. De acordo com o editor-chefe, a assessoria jurídica do jornal está tomando todas as providências necessárias para a publicação da reportagem na edição da próxima segunda-feira.
O jornalista considera a censura abusiva, “justamente num momento em que se discute a extinção da dacroniana Lei de Imprensa”. A matéria foi vetada, em primeiro lugar, por um juiz e depois confirmada por um desembargador.
A reportagem pretende mostrar a luta do frentista desempregado Luiz Carlos Ferreira Cabral, de 64 anos, que se diz filho do ex-governador Augusto Franco e que ganhou o direito de ser reconhecido como tal em 1ª e 2ª instâncias. Mas a família Franco recorreu da decisão.
Com informações da Agência Estado
Redação Portal IMPRENSA
Uma decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe proibiu que o jornal semanário Cinform, de Aracaju, publicasse nesta segunda-feira (10) uma reportagem que abordava assuntos sobre uma das famílias mais tradicionais do Estado: a do médico e ex-governador, Augusto Franco, pai do atual deputado federal Albano Franco (PSDB). A ação foi movida pelo irmão de Albano, o empresário Valter Franco, alegando que o assunto – um processo de paternidade – é segredo de Justiça.
O editor-chefe do Cinform, Jozailto Lima, informou que a matéria foi apurada de quarta à sábado da semana passada e a decisão dos desembargadores de proibir a publicação da matéria saiu no último domingo (09) à noite.
Na decisão, o desembargador fixou uma multa de R$ 800 mil caso a reportagem fosse publicada. De acordo com o editor-chefe, a assessoria jurídica do jornal está tomando todas as providências necessárias para a publicação da reportagem na edição da próxima segunda-feira.
O jornalista considera a censura abusiva, “justamente num momento em que se discute a extinção da dacroniana Lei de Imprensa”. A matéria foi vetada, em primeiro lugar, por um juiz e depois confirmada por um desembargador.
A reportagem pretende mostrar a luta do frentista desempregado Luiz Carlos Ferreira Cabral, de 64 anos, que se diz filho do ex-governador Augusto Franco e que ganhou o direito de ser reconhecido como tal em 1ª e 2ª instâncias. Mas a família Franco recorreu da decisão.
Com informações da Agência Estado

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