ENCALHE

julho 22, 2009

GALERIA DE HERÓIS DO BLOG: OS FABULOSOS AMARELINHOS DA CET!

ESTES, EM NOSSO justo modo de ver as coisas, merecem o status de “heróis” tanto quanto os valorosos bombeiros. Imagine você ser apresentado à “opinião pública” como um “abusado” ou um “tirano”, quando você está apenas cumprindo uma função elementar: punir os maus motoristas ( que são, coincidentemente, maus cidadãos, más pessoas, más companhias… ).

Repito meu desafio aos nobres paulistanos: quando estiverem sem fazer nada, com tempo disponível ( por exemplo, no ponto de ônibus, quando costumamos gastar 30 minutos inutilmente à espera do transporte, que vem atrasado e cheio ) fiquem observando o comprtamento dos motoristas. Estão falando ao celular? Estão ocupando a faixa de pedestres enquanto aguardam o sinal verde? Estão na contramão? Estão estacionando em local permitido? Sobre a calçada? E a velocidade?
Oras, não é porque ( mesmo na condição natural de pedestre ) almeja tornar-se mais um motorista na cidade de SP, que você vai ignorar o que seus concidadãos fazem atrás do volante.
Um dos males desta “opinião pública” paulistana é desejar que a CET torne-se um exclusivo serviço de VALLET, mantido com o dinheiro de todos os cidadãos. Desejam que os fiscais de trânsito “eduquem”. Eis o sinônimo de “educar”, no dicionário paulistano:
CET: - O sr. está estacionado sobre a calçada, obrigando as pessoas a transiterem pelo meio da rua, rendendo-lhes riscos à vida. Será multado!
CIDADÃO EXEMPLAR, INDIGNADO E “PERSEGUIDO” PELA CET TIRANA: – Vocês só pensam em multar o pobre cidadão, em vez de nos educar para o trânsito!
CET ABORDANDO OUTRO MELIANTE: – Falando ao celular enquanto dirige? Tome multa!
CIDADÃO DE BEM: – Aiaiaiaiai… Vocês, da Indústria da Multa, só pensam em multar, para encher os cofres da Prefeitura, e aí prus pulíticus roubá!
CET: ( SUSPIRO! )
Que os justiceiros amarelinhos fechem os olhos para as barbaridades perpetradas pelas crianças adultas, que não se satisfazem abarrotando as ruas da capital em nome de um “estilo de vida” que só parece “independente” nas propagandas de TV, é isso o que a “opinião pública” deseja. Estas crianças que obedecem a um código de comportamento ( “escrito” sabe-se-lá quando ) que postula que somente será feliz, e se mostrará bem sucedido, aquele ( e também “aquela” ) cidadão ( ã ) que se dispuser a possuir um automóvel ( para depois, no fim das contas, ser possuído por este ). Parece que as “portas se abrirão”, que seremos “mais independentes” e “aceitos” pelos nossos pares. E um aviso subliminar: AI DAQUELE QUE OUSAR POR EM DÚVIDA TAIS POSTULADOS! Os “ousados” serão devidamente proscritos e desconsiderados pela sociedade do motor e barulho.
A recompensa para os que adentrarem tal “clube dos vencedores”? Sugere-se, por exemplo, que haveria uma vida sexual mais rica, diversificada e satisfatória. Pelo grau de tensão que se observa em nosso cotidiano, fica difícil acreditar nisso. Também há uma promessa meio contraditória, pelo menos no campo da imaginação: as ruas, nos comerciais, parecem vazias, dando a impressão de que vivencia uma “liberdade”. Ocorre que, todos buscando isso, ao mesmo tempo, acaba-se entulhando as ruas de carros, o que impede a realização desta promessa. Será impossível perceber e/ ou aceitar isso? Outra consideração sobre a “liberdade”: excluída a posibilidade física desta “liberdade” ocorrer por falta de espaços, há também a quetão da eterna escravização financeira do proprietário do automóvel. Vale a pena, mesmo?
Para botar ordem nessa zona ( psicológica, física ), são escalados os bravos cruzados, denominados “amarelinhos”, os bravos e heróicos fiscais de trânsito da CET.
Benvindos à GALERIA DOS HERÓIS DO BLOG!

março 4, 2009

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

fevereiro 10, 2009

Lenda urbana inverossímil, Indústria da Multa só existe na cabeça dos canalhas ( que são muitos )!

Filed under: automóveis, CET, Indústrias Reunidas daMulta, Jaz São Paulo — Humberto @ 7:40 pm
Planeta: Terra
Cidade: São Paulo
Como toda a megalópole que se preza, São Paulo também enfrenta o problema do lixo. Principalmente o lixo orgânico. Mais especificamente, organismos humanos. Pessoas, enfim.
Para ser mais específico ainda, o motorista paulistano. Não consigo ser mais claro e direto…
No dia dois de janeiro deste ano ( ou seja, poderia ser interpretado como uma daquelas tradicionais “decisões de Ano-Novo” ), zelozo cidadão que sou, liguei para a impávida CET, afim de pedir que mandassem um “amarelinho” para ficar ali, fiscalizando uma faixa de pedestres num cruzamento qualquer cujo endereço indiquei.
Um pequeno parênteses: houve um tempo em que solicitações como essa eram atendidas em pouco mais de meia hora. Mas os tempos são outros.
De modo que eu ainda esperava que naquele dia mesmo eu fosse contemplado com a visão agradável e moralmente estimulante de carros sendo multados. Haveria o duelo: o “amarelinho” vs o “Homenzinho Amarelo” ( conheça a saga do Homenzinho Amarelo aqui ).
Qual!
Devo dizer que o problema que eu tentava resolver era: os carros simplesmente ignoravam a tal faixa de pedestres e aguardavam, exatamente sobre ela, a abertura do semáforo. Enquanto isso, o pedestre estava sendo obrigado a passar entre os carros. Uma faixa onde cabem 4 veículos.
O dia destes motoristas estava chegando…Ahahaha!!
Passou-se 1 hora, um dia, uma semana, um mês e… NADA!!!
Várias vezes liguei pra central cobrando o serviço, refazendo a chamada, e fazendo tudo novamente em diversas ocasiões. Além disso, havia uma bagunça: e toda vez eu tinha que me repetir e re-descrever a situação que me obrigara a apelar à Companhia. E, quando voltasse a ligar – já que nada fora solucionado -, repetia o roteiro. Num episódio absurdo, um atendente que, creio eu, não entendeu a natureza de meu pedido, disse-me que eu devia, na verdade, fazer a solicitação POR E-MAIL. Eu retruquei, perguntando-lhe o porquê daquilo, se das outras trocentas vezes ninguém me dera tal instrução. E também indaguei como fariam as pessoas que não dispusessem desse meio. Aí, o cara voltou atrás, e seguiu o protocolo que eu já conheço.
E ficou nisso. Faz uns dias que eu não volto a ligar, e não apareceu ninguém.
Um destes atendentes falou uma coisa que não havia me ocorrido ainda: eu contei-lhe da saudade que tenho da época em que a CET mandava carros, fiscais e guinchos, que apareciam no local apenas meia-hora depois da chamada. Descrevi a satisfação que eu tinha ao ver o meliante punido exemplarmente, tendo o carro trocado por um cavalete! Bons tempos!!
E ele falou meio sem pensar muito, e também sem muita precisão, como se pensasse em voz alta: “É que aumenta…o número de automóveis em circulação…mas o…o…efetivo fica igual…e…!”
Não sou nenhum especialista em orçamentos, e nem sei onde procurar, mas possivelmente seja isso mesmo: aumentou a frota de carros em circulação na cidade, mas não o efetivo ( pessoal, veículos ) necessário para mantê-la na linha. Talvez a grana destinada tenha sido aumentada, mas talvez seja o gasto para manter a coisa em níveis iguais a anos passados. Isso explicaria, além dos congestionamentos cada vez maiores ( descontando o aumento do número de carros em circulação ) porque o motorista perdeu o medo de falar ao celular enquanto dirige ( como um que eu vi, às 13:00 de um dia de semana, em plena avenida Paulista ), estacionar SOBRE AS CALÇADAS na boa, entre outros delitos grosseiramente praticados. Sem receios, pois sabem que sairão impunes. Com a ajuda providencial da Prefeitura de São Paulo, que parece estar permitindo que o “cidadão” exerça todo o seu mau-caratismo sobre rodas, sem ser importunado. A prefeitura parece ter algemado a CET, impossibilitando-a de fiscalizar ( sem eufemismos: multar e guinchar ) o “bom selvagem” ao volante. Este, por sua vez, é selvagem mas não é bobo, e celebra o “apagão fiscalizatório” e aproveita ao máximo a liberdade que a prefeitura lhe conferiu. Parece que, quando o cara tira a carta, pensa que está recebendo uma “carta-branca”. Que lixo.

janeiro 22, 2009

"A Cabeça do Paulistano", parte 3 – Mobilidade/ Por quê a Prefeitura destruiu a CET?

MOBILIDADE
Recentemente, houve um trágico atropelamento na Avenida Paulista: um ônibus teria tentado ultrapassar uma ciclista, mas acabou passando por cima dela. A ciclista seria uma ativista pró-bicicletas como transporte alternativo. Sua morte causou certa comoção, e não seria para menos.
Bem, a meu ver, a adoção da bicicleta pela população da cidade como modalidade de transporte seria uma boa. Só que, em primeiro lugar, não devemos esquecer, nunca, que somos pedestres por definição. Reafirmo o que já disse: a forma de pensar do paulistano é muito clara. As pessoas se vêem como pedestres ou usuários dos transportes coletivos ( ônibus, principalmente ) como uma fase, apenas. Elas desejam, planejam e executarão, tão logo tenham condições para tanto, a compra de um carro. Não é apenas a questão do uso. Deve ter uma algo a mais nisso. Prova de sucesso. Macheza. Status. Pior é que, quando se lançam empecilhos para a circulação dos automóveis, seus proprietários se sentem pessoalmente ultrajados. Talvez pelo fato de pagarem um IPVA que cresce a cada ano ( dizem eles ), eles se acham no direito de não sofrer decepções.
A realidade física da cidade, que não comporta mais tanto carro não parece ser problema demasiado insolúvel para tais motoristas/ eleitores. “Tem que dar um jeito, e pronto”. Vão esperando…
Por quê a Prefeitura destruiu a CET?
Antes de procurar a Ouvidoria ou os jornais, quero dar esta informação aqui, primeiro. Porém, vou desenhar uma realidade que já tive o prazer de vivenciar. Peguem a pipoca.
Eu trabalhava num local, e o patrão pedia para que não deixássemos que estacionassem em frente. Não era vaga da firma, mas sim, guia normal. Mas, havia uma placa com o “E” cortado /“.
Se, quando passasse por lá, o chefe via um carro estacionado na vaga em questão, vinha enchendo nosso saco:
“Porra, meu, por quê não pediram pro cara por mais prá frente, meu?”
Enfim, era uma aporrinhação.
Anos depois:
Descobri a Pedra Filosofal! Bastava ligar para a CET, que eles mandavam, quase imediatamente, uma viatura, com um heróico amarelinho ( este profissional tão odiado pelo “Cidadão de Bem Paulistano, que não faz nada de errado, paga os impostos, e blablabla” ) e seu talão de multas vingador! Era só dizer: “Viu, tem um carro num local proibido… sim, tem a placa do tamanho dum bonde, o cara viu, ele que é pilantra… Ah! Tá bom, tô esperando, obrigado!”
Poucos minutos depois, coisa de meia hora ( às vezes nem isso ) chegava o Batmóvel e punia o meliante. Ponto para a Lei e Justiça!
E usei e abusei desse recurso. Os cofres públicos paulistanos jamais viram tanta grana entrar, E GRAÇAS A MIM HA HA HA!!!
Depois, para aumentar ainda mais o meu PRAZER, começaram a mandar GUINCHOS!! O cara estacionava em lugar proibido, e tinha que ir buscar o carro no PÁTIO DA CET HA HA HA!!
A CET levava a lata embora e, em seu lugar deixava um CAVALETE! Lembrava um “ratinho trocador”! HA HA HA!
E não tardou, descobri que podia me divertir muito mais: passei a telefonar para certas pessoas, para assistirem às cenas de sacrifício ao deus TALÃO! A LEI DO TALÃO!!! HA HA HA!!
Fazia platéia, só esperando o espetáculo: o guinho, depois o trouxa: “Ô, cara!! Cadê meu carro?” HA HA HA!
Tinha um colega, o PAVILHÃO que, quando não podia ir até lá, ficava ASSISTINDO DA JANELA DE CASA!!! HA HA HA!
Mas o ponto é: ligava para a CET e eles apareciam logo a seguir.
HOJE EM DIA
Seguinte: eu precisei que a CET mandasse um amarelinho para ficar fiscalizando um determinado cruzamento aqui em São Paulo. Há uma faixa de pedestres, que a rigor, não existe! Os carros estacionam sobre ela, enquanto esperam o sinal verde. AS PESSOAS, OS PEDESTRES passam por entre coisa de 4 carros ( a faixa comporta esse número ). Os motoristas não se fazem de rogados. É, sinceramente, como se a faixa não existisse, de fato!
Aí eu, cidadão exemplar, cônscio de meus deveres para a comunidade, liguei para a outrora gloriosa CET em 02 de Janeiro agora. Estamos em 22 de Janeiro, já fiz e refiz uns 6 protocolos ( “rechamadas” ) e, ATÉ HOJE A CET NÃO MANDOU NINGUÉM!! Ontem eu percebi uma viatura da Companhia flagrar um carro em pleno delito, mas FICOU POR ISSO MESMO! Em seguida, duas motos da PM também flagraram outro larápio bem sobre a porra da faixa! Parece que gesticularam ou falaram algo ao motorista, mas nada da LEI DE TALÃO se fazer mostrar! FICOU POR ISSO MESMO!
ESTÃO DEIXANDO OS MOTORISTAS FAZER O QUE QUISEREM EM SÃO PAULO! SUCATEARAM A SUPOSTA INDÚSTRIA DA MULTA.
Um problema é que os pedestres se mostram compreensivos e cúmplices, já que não planejam permanecer na condição de pedestres eternamente.

maio 28, 2008

CET e a Cabeça do Paulistano

Eu ia – e acabei não indo ( rssrs ) – escrever um negócio aqui, sobre o concurso público que a CET abriu cuja prova ocorreria – mas não ocorreu – no Domingo que passou. A idéia inicial que me passou pela cabeça seria aludir àquele livro “A Cabeça do Brasileiro”, mas jogando no meu caldeirão maldito as referências à lenda urbana “Indústria da Multa”, ao cidadão paulistano, aos heróicos amarelinhos/ marronzinhos ( e a imagem que as pessoas fazem deles ), à canalhice dos cidadãos motorizados da cidade, entre outros ingredientes.
O título e parte do post aludiriam ( perdão ) a um título de anúncio de emprego, e ficariam mais ou menos assim:

INDÚSTRIA EM CRESCIMENTO CONTRATA URGENTE!
Indústria em fase de expansão, estabelecida em São Paulo – Capital, contrata urgente para composição e aumento do quadro de funcionários.
Oferecemos:
- grande carteira de clientes
- grande lista de fornecedores de matéria-prima
- produção em robusto crescimento
- postos em locais movimentados
- uniformes
- divulgação de nossas atividades nos mais destacados meios de comunicação
- salário compatível + comissão por cumprimento de metas de acordo com nossa política de remuneração progressiva
Exigimos:
- honestidade e honradez
- compromisso com a coletividade
- carteira de habilitação sem penalidades
Faça parte de nossa equipe vencedora!!
Obtenha prestígio e reconhecimento público!!
Tratar: Indústrias Reunidas DaMulta S/A.
Convincente? Tomara, já que eu imagino que, entre os mais de 10.000 candidatos a trabalhar na CET, a maioria ( arrisco um chute ) deve ter boas histórias para contar sobre a “Indústria da Multa”, esta lenda urbana criada e repetida à exaustão por gentalha sem caráter, criminosos sempre em busca de uma forma de burlar as leis de trânsito sem ser pegos. O FDP estaciona em local proibido, fala no celular enquanto dirige, pára em fila dupla, passa no vermelho, estaciona junto à guia rebaixada, corre em velocidade acima do permitido, dirige bêbado, deixa o carro na mão de menores de idade ( alguns com menos de 14 anos ), briga no trânsito, barbariza, e tem a cara-de-pau de vociferar, todo “cheio de razão”, contra a inexistente “Indústria da Multa”, só para justificar suas cagadas, seus erros!!! Isso quando o lazarento, na roda de amigos igualmente desqualificados, não fica contando vantagens, faroleiro como ele só, se orgulhando das merdas que faz ao volante. Pois bem, em meio a estes 10.000 candidatos, devem estar milhares de hipócritas. Gente que, se pudesse, passaria por cima do amarelinho com o carro, quando fosse multado em flagrante. Gente que tem o costume de bradar, esganiçadamente, contra o – olha que lixo de pessoa! – “abuso” dos fiscais da CET. Como se o amarelinho inventasse infrações!! A “Cabeça do Paulistano”, que tal?
Ou talvez haja, entre os candidatos, cidadãos conscientes e bons motoristas que, se passarem e forem contratados pela Companhia, poderão colocar em prática tudo aquilo que sempre acharam certo com relação ao trânsito e como seria, por eles, concebido. Agora vai.


Concurso público para vagas na CET-SP é cancelado
Último Segundo
25/05
O concurso público da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) deste domingo, 25, foi cancelado por falhas nas distribuição dos cadernos de questões para alguns prédios onde a prova seria realizada. De acordo com a jornalista Raquel Esteves, que deveria realizar a prova na ETC Carlos Campos, no Brás, as provas, que chegaram com cerca de duas horas de atraso, vieram trocadas, impossibilitando a realização do exame.
Segundo ela, diversos candidatos organizaram um abaixo assinado e pretendem abrir um Boletim de Ocorrência (BO). A Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT), responsável pela organização da prova, manifestou que se responsabiliza pela realização de um novo exame e pelo ressarcimento dos gastos daqueles que compareceram aos locais de prova neste domingo, 25. As novas datas serão publicadas no Diário Oficial do Município de São Paulo e os candidatos receberão novamente a carta de convocação para a prova, de acordo com as normas do edital. Para informações sobre a nova prova e processo de ressarcimento o candidato deverá acessar o site da fundação a partir de domingo, 1.
O concurso iria preencher as seguintes vagas de nível médio/técnico: Agente de Manutenção de Veículos, Agente de Pesquisa, Agente de Transporte, Assistente de Administração, Operador de Monitoramento e Informações de Trânsito, Operador de Trânsito, Técnico Automobilístico, Técnico de Enfermagem do Trabalho, Técnico de Infra-Estrutura, Técnico de Projetos, Técnico de Segurança do Trabalho, Técnico de Sinalização de Trânsito e Técnico em Tecnologia da Informação e Comunicação. E de nível superior: Advogado, Analista de Gestão, Analista de Tecnologia da Informação, Analista Técnico, Enfermeiro, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Gestor de Educação de Trânsito, Gestor de Trânsito e Médico

dezembro 21, 2007

Celular ao volante dará 2 anos de cadeia ao meliante!! Uma grande notícia, até que enfim!!!

Mas você, caríssimo meliante paulistano ( descontadas as possíveis exceções ) , pode ficar tão tranquilo como é de sua índole, pois a lei será adotada na Inglaterra, para as estradas.
Aqui na terrinha não tem político capaz de apontar o dedo na cara dos mimadões chorões ( ou seja, os cidadãos motorizados ) e dizer, com todas as letras: há um excesso brutal de automóveis e vocês reclamam ( lamentam, choram, se queixam, esperneiam e “pedem brócolis” ) à toa, já que a Física não prevê solução para este problema, a não ser a retirada dos corpos para que sobre espaço, e este possa ser reapropriado pelos pedestres.
INDÚSTRIAS REUNIDAS DAMULTA
A impressionante capacidade do meliante motorizado em mentir, se enganar e, pior, alugar o ouvido alheio, despejando uma quantidade de aleivosias e leviandades lastreadas em sua própria estupidez:
Ontem, uma mulher estava num comércio paulistano, comprando uma folha de Zona Azul. Segundo a criatura, ninguém ia faturar em cima dela. Em seu modo de pensar ( sic!!! ) haveria a possibilidade de ela ser multada, se não botasse a tal folha azul, apenas porque “ELES” ( quem? os ETÊs? A Conspiração Bilderberg? ) querem receber o décimo-terceiro…
Em outras palavras: ela ( como muitos outros milhões ) querem liberdades sem limites para seus automóveis, mas os “amarelinhos” e os PMs ficariam “inventando” multas, só para ferrá-los e faturar. Óbviamente, ela conhece em detalhes o funcionamento do sistema em todos os seus meandros e, por isso, está autorizada a sair dizendo que ninguém passa no vermelho, ou estaciona sobre as já insuficientes calçadas ou na frente de garagens. Estas acusações são forjadas pela CET, portanto. Da latrina que ocupa a parte do rosto inferior ao nariz, apenas repetiu lugares-comuns, sem se preocupar com alguma coerência ou veracidade, um resquício que seja.
Que mau-caratismo desta cidadã! Está claro que, capaz de inventar uma lorota dessas e acreditar nisso, prova que é igualmente capaz de cometer as barbaridades ao volante que resultam nas esquálidas, anoréxicas, tímidas e covardes penalidades de que tanto se queixa.
Eis aí, um belo exemplar de nossos cidadãos conscientes, verdadeiros, sinceros, autênticos e perseguidos pelo Estado.
O habitual lixo que entope esta cidade. Agora, a notícia:

Celular ao volante agora dá 2 anos de prisão na Inglaterra
Yahoo! News
Sex, 21 Dez
Motoristas que forem pegos usando telefones celulares, sistema de navegação por satélite e até mesmo MP3 players nas estradas da Inglaterra poderão pegar até dois anos de prisão, graças a novas leis de trânsito que entraram em vigor nesta quinta-feira (20/12), informou o site Inquirer.
Com a nova orientação do Ministério Público britânico, os motoristas podem ser processados por direção perigosa, por usarem esse tipo de aparelho em veículo em movimento. A pena máxima por direção perigosa é dois anos de prisão, não podendo ser substituída por multa ou serviços comunitários.
Antes da nova lei, os motoristas pegos com dispositivos móveis eram acusados de direção negligente, sujeitos a multa máxima equivalente a cerca de US$ 10 mil, além de nove pontos perdidos na carteira de habilitação.
Usar um aparelho móvel ao volante é considerada prática ilegal na Inglaterra desde 2003, mas estima-se que pelo menos 500 mil motoristas desrespeitem a proibição a cada dia, lembrou o site do jornal Telegraph, acrescentando que a partir de agora a polícia poderá checar gravações do celular do motorista para saber se no momento do acidente ele estava ou não usando o telefone.

abril 24, 2007

Fato Irrelevante

Filed under: CET, Estadão, Jardins, José Serra, multas, periferia, reeleição, revista Veja, trânsito — Humberto @ 2:04 am

Nas bancas
Estadão de Domingo + Revista Veja a R$ 10,90 – O prato feito da direitinha brasileira

Reeleição
Serra disse – segundo os jornais – que passou a ser contra a reeleição desde 2000. A emenda que gerou um escândalo data de bem antes. Alguém aí tem um jornal de 97/98 para descobrirmos qual seu pensamento a respeito à época?
Paulo Renato disse – segundo os jornais – que é a favor do direito à reeleição.
Por quê o governador e ex-maior Ministro da Saúde não convidou o ex- maior Ministro da Educação para repetir a façanha ( sua gloriosa revolução educacional ) aqui no Estado de São Paulo?

Prá sua proteção
Vou tentar escrever uma historinha de um garoto que, para desconversar o motivo pelo qual passou a tomar o caminho da rua de cima ao ir à escola, diz que é porque está de olho numa garota. Só que o motivo é outro: na rua que costumava passar cotidianamente, tem um garoto maior que quer pegá-lo.
Hoje, o caderno Metrópole do OESP coloca o seguinte: a CET “esquece” as portas das escolas de periferia. O monitoramento – segundo o jornal – se dá quase que exclusivamente nas imediações dos colégios particulares, como o Rio Branco ( foto na matéria ).
Saca esta parte do texto: “(…) apesar dos carros que passam em alta velocidade nas avenidas em frente aos colégios, mesmo com os veículos que param em fila dupla e até com o risco de atropelamento enfrentado pelos alunos, os agentes de trânsito nunca são vistos nas portas das unidades de ensino afastadas do centro (…) “.
Oras, mas que mimo!!! Então quer dizer que a gloriosa CET não destaca quadros para “monitorar” o trânsito nas escolas da periferia? Que preocupação com a integridade dos proletas-mirins… Que desprendimento…!

- Mas seu guarda, fui só deixar meu filho no colégio, foi só uns minutinhos…Tá certo que aproveitei para dar uma olhada naquela vitrine ali, mas o senhor não pode falar nada, não pode me censurar…
- Como assim ? – pergunta, estupefacto, o heróico gladiador , já preparando a autuação por desacato.
- É que eu não vi que o senhor estava aí. Aposto que estava escondido, isso sim, só para forçar-nos a cometer o ilícito.
- Mas que descul…
- E tem mais: o quê está fazendo aqui nos Jardins, enquanto milhões de vidas poderiam ser salvas na periferia, caso estivesse cuidando da pobre gente sofrida de lá? Quanta insensibilidade!!
Grandes Nomes do Futebol ( para o Vinícius )
Pois é. Teve um negócio que o glorioso Vinícius escreveu, falando sobre aqueles nomes esquisitos de jogadores de futebol, na verdade uma tentativa de homenagear algum artista, só que num inglês tosquíssimo: Máicon, Liédson, Richarlysson – estes, os terminados em “son” ( filho de ) são ótimos – e mais outros que não me lembro.
Eu e o rockabilly Tonic Robert bolamos um, para quem quiser constranger algum pimpolho: Uillynelson ( alguém sacou? )
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