Apoio de Israel a Farouk Hosni desmascara os detratores do nome apoiado pelo Brasil à Unesco
Gorou a tentativa dos demo-tucanos de, com uma só tacada, vetarem o apoio do Brasil à candidatura do egípcio Farouk Hosni a diretor-geral da Unesco – o órgão da ONU para a Educação e a Cultura -, e de lambuja, promoverem a “candidato” um funcionário da ONU, de origem brasileira, a eles ligado. O “argumento” principal dos adeptos do alinhamento automático sob Israel e Wall Street era de que Hosni, que é o ministro da Cultura do Egito, seria “um anti-semita” (isto é, anti-Israel) sem chance de se eleger.
Mas esqueceram de combinar com Tel Aviv, que os frustrou, com até o governo de Benjamin Netaniahu anunciando, após encontro com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, seu apoio ao candidato árabe. Como havia destacado o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, respondendo aos opositores, o apoio brasileiro “é uma decisão política, de Estado, em função de uma política de aproximação com o mundo árabe”. Ele salientou que o grupo árabe “nunca teve” candidato, “diferentemente do grupo das Américas, do grupo da Europa, até do grupo da África”. E o Brasil, apontou, não indicou um nome por considerar que “seria a vez de ter um candidato árabe”.
O que é uma política bastante acertada, que fortalece o país nos principais fóruns internacionais ao ampliar alianças e compor espaços com os aliados, de forma mutuamente vantajosa. Para papaguearem, com gosto, a mídia externa que fez campanha contra Hosni, o ex-chanceler de FHC, professor Celso Lafer, classificou o egípcio de “obscuro e discutível”, enquanto o senador Heráclito Fortes, o expert do Dem em matéria de relações externas, o considerou “inimigo do povo judeu”. Farouk Hosni, além de ser conhecido por suas posições pela coexistências entre semitas – árabes e judeus – integra também o painel pelo diálogo entre civilizações, organizado pelo primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero.
Mas esqueceram de combinar com Tel Aviv, que os frustrou, com até o governo de Benjamin Netaniahu anunciando, após encontro com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, seu apoio ao candidato árabe. Como havia destacado o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, respondendo aos opositores, o apoio brasileiro “é uma decisão política, de Estado, em função de uma política de aproximação com o mundo árabe”. Ele salientou que o grupo árabe “nunca teve” candidato, “diferentemente do grupo das Américas, do grupo da Europa, até do grupo da África”. E o Brasil, apontou, não indicou um nome por considerar que “seria a vez de ter um candidato árabe”.
O que é uma política bastante acertada, que fortalece o país nos principais fóruns internacionais ao ampliar alianças e compor espaços com os aliados, de forma mutuamente vantajosa. Para papaguearem, com gosto, a mídia externa que fez campanha contra Hosni, o ex-chanceler de FHC, professor Celso Lafer, classificou o egípcio de “obscuro e discutível”, enquanto o senador Heráclito Fortes, o expert do Dem em matéria de relações externas, o considerou “inimigo do povo judeu”. Farouk Hosni, além de ser conhecido por suas posições pela coexistências entre semitas – árabes e judeus – integra também o painel pelo diálogo entre civilizações, organizado pelo primeiro-ministro espanhol José Luis Zapatero.
HORA DO POVO, 29.05.09

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