Jandson Farias Pinto, 30 anos, fugiu do Plantão Policial, na rua Duque de Caxias, na área central de Ribeirão. Para abrir as algemas que o prendiam a um cano pelos pés e um dos pulsos, ele usou tiras de um copo de plástico que tinha usado para tomar água.
Segundo o boletim de ocorrência, Pinto foi preso no domingo de manhã, após ser flagrado tentando furtar produtos alimentícios no supermercado Gimenes, da avenida Caramuru, na Vila Virgínia. Foi a segunda vez, este mês, em que ele é preso furtando a loja.
Levado pelos policiais militares ao Plantão Policial, ele ficou detido e algemado na sala de reconhecimento. Em certo momento, disse que precisava tomar água.
Segundo o boletim de ocorrência, Pinto foi preso no domingo de manhã, após ser flagrado tentando furtar produtos alimentícios no supermercado Gimenes, da avenida Caramuru, na Vila Virgínia. Foi a segunda vez, este mês, em que ele é preso furtando a loja.
Levado pelos policiais militares ao Plantão Policial, ele ficou detido e algemado na sala de reconhecimento. Em certo momento, disse que precisava tomar água.
Sede
Pinto disse que estava com sede e assim recebeu um copo de plástico com água. Após ser deixado sozinho, rasgou o copo em tiras de plástico e conseguiu se soltar. Ele pulou o vitrô da sala e fugiu.
A história foi relatada por um preso que estava detido na mesma sala e que foi convidado a fugir, mas não aceitou.
O delegado seccional Rafael Rabinovici disse não acreditar que o preso teve a fuga facilitada pelos policiais. “Ele foi contido adequadamente e não tem indícios de responsabilidade e nossa equipe merece crédito”.
Pinto também foi preso no dia 2 de janeiro, após ser flagrado empurrando um carrinho de supermercados com uísque, chocolate, refrigerante, vinho, lingüiça e doces.
Os produtos foram furtados do supermercado Gimenes da avenida Caramuru. Toda a ação do ladrão foi filmada pelo circuito interno de tv do supermercado. No domingo que passou, quando furtava pela segunda vez o mesmo supermercado, Pinto trazia no bolso o alvará de soltura assinado pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Ribeirão Preto.
Polícia agora quer repetir a façanha
O delegado seccional de Ribeirão Preto, Rafael Rabinovici, vai ter a ajuda da Corregedoria da Polícia Civil para investigar a fuga de Jandson Farias Pinto.
Ele também enviou duas algemas que ainda não foram usadas para a perícia técnica do Instituto de Criminalística. “Queremos saber como ele agiu”, afirma Rabinovici.
Um policial, que prefere não se identificar, afirmou que nunca teve conhecimento de caso semelhante.
“Acredito que o preso não foi algemado direito. Pode ser que as algemas estavam com defeito. Já vi presos passando a algema das costas para a frente, mas tirando, só em filme”.
Pinto disse que estava com sede e assim recebeu um copo de plástico com água. Após ser deixado sozinho, rasgou o copo em tiras de plástico e conseguiu se soltar. Ele pulou o vitrô da sala e fugiu.
A história foi relatada por um preso que estava detido na mesma sala e que foi convidado a fugir, mas não aceitou.
O delegado seccional Rafael Rabinovici disse não acreditar que o preso teve a fuga facilitada pelos policiais. “Ele foi contido adequadamente e não tem indícios de responsabilidade e nossa equipe merece crédito”.
Pinto também foi preso no dia 2 de janeiro, após ser flagrado empurrando um carrinho de supermercados com uísque, chocolate, refrigerante, vinho, lingüiça e doces.
Os produtos foram furtados do supermercado Gimenes da avenida Caramuru. Toda a ação do ladrão foi filmada pelo circuito interno de tv do supermercado. No domingo que passou, quando furtava pela segunda vez o mesmo supermercado, Pinto trazia no bolso o alvará de soltura assinado pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Ribeirão Preto.
Polícia agora quer repetir a façanha
O delegado seccional de Ribeirão Preto, Rafael Rabinovici, vai ter a ajuda da Corregedoria da Polícia Civil para investigar a fuga de Jandson Farias Pinto.
Ele também enviou duas algemas que ainda não foram usadas para a perícia técnica do Instituto de Criminalística. “Queremos saber como ele agiu”, afirma Rabinovici.
Um policial, que prefere não se identificar, afirmou que nunca teve conhecimento de caso semelhante.
“Acredito que o preso não foi algemado direito. Pode ser que as algemas estavam com defeito. Já vi presos passando a algema das costas para a frente, mas tirando, só em filme”.
“Me dê um copo e veja eu sumir, ou até fazer uma moeda sumir”

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