ENCALHE

setembro 8, 2009

Esposa do recém-eleito primeiro-ministro do Japão diz que foi abduzida e visitou Vênus!! [ em espanhol ]

Filed under: Casos Malditos, Japão, Mundo Conspirativo, Mundo Tôsco, OVNIs, Ufos, Yukio Hatoyama — Humberto @ 6:39 am

La primera dama de Japón asegura que fue abducida por ovnis y que visitó Venus
Publicado: 09/03/2009

TOKIO, Japan, sep 3 — Miyuki Hatoyama dice que fue secuestrada hace 20 años. Afirma que conoció a Tom Cruise en otra vida Miyuki Hatoyama, esposa del recién elegido primer ministro japonés, Yukio Hatoyama, promete dar juego, y mucho. Aunque todavía no se ha convertido en primera dama del país nipón ya proporciona titulares suculentos a la prensa nacional, informa 20minutos.es.
Famosa en Japón por sus excentricidades y sus peculiares comentarios sobre su vida privada junto a Hatoyama, esta ex actriz, de 66 años asegura haber sido secuestrada hace 20 años por un objeto volador no identificado (ovni) de forma triangular que la llevó a Venus. En su libro Cosas Muy Raras Que Vi Una Vez, describe el planeta como un lugar “muy hermoso”, donde todo ” era muy verde”. Pero parece que al nuevo primer ministro, conocido curiosamente como ‘Alien’ por sus ojos saltones, no le sorprenden las extravagancias de su esposa, ni tan siquiera el hecho de que ésta defienda haber conocido en otra vida al actor Tom Cruise, cuando éste estaba reencarnado en un japonés.
LATAM: Reporte Copyright 2009 by United Press International

NAO LÊ ESPANHOL? SEM PROBLEMA:
Japan’s new First Lady Miyuki Hatoyama: ‘I went to Venus in a UFO’ ( TIMESONLINE.UK ) – Inglês
NEM INGLÊS? Então tá:
Nova primeira-dama japonesa diz que já esteve em Vénus ( Diario Digital, Portugal )

abril 10, 2009

SINISTRO: carrinhos que se movem sozinhos e dvd que pulam das prateleiras de uma locadora. BRRRRR!

Filed under: bizarro, Casos Malditos, fantasmas e assombrações, sobrenatural — Humberto @ 3:56 am


BlockBuster Ghost – video powered by Metacafe

LINK: http://www.metacafe.com/watch/1837790/blockbuster_ghost/

SINISTRO: carrinhos que se movem sozinhos e dvd que pulam das prateleiras de uma locadora. BRRRRR!

Filed under: bizarro, Casos Malditos, fantasmas e assombrações, sobrenatural — Humberto @ 3:56 am


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março 17, 2009

Perdendo o medo e ganhando confiança

Experimento desliga área cerebral e faz rato perder o medo de gato
Estudo pode ajudar a entender melhor os transtornos de ansiedade humanos
Ratos perdem o medo de gatos quando uma pequena área de seus cérebros é lesionada, descobriram cientistas brasileiros. Em estudo na revista “PNAS”, os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apontam uma parte do hipotálamo – área primitiva do cérebro, associada ao desejo sexual e à fome – como região cerebral importante também no desencadeamento do medo.
O trabalho, baseado em um engenhoso experimento, contraria as teses que defendiam que a regência desse comportamento era exclusividade da amígdala, uma outra estrutura cerebral. Mesmo num cérebro primitivo como o dos ratos, dizem os pesquisadores, existem vários tipos de medo, e várias partes do cérebro estão envolvidas.
A ideia de investigar a estrutura apontada agora – o núcleo premamilar dorsal, no hipotálamo – surgiu de trabalhos anteriores do grupo da USP liderado pelo neurofisiologista Newton Canteras, do Instituto de Ciências Biomédicas.
Segundo o cientista, os ratos lesionados no experimento não perdiam apenas o medo de predadores como gatos, mas também de outros roedores machos com quem disputavam território. Numa outra rodada do teste, um rato macho tinha o privilégio de viver com uma fêmea por três semanas. “Quando o rato já estava se sentindo dono tanto da gaiola quanto da rata”, diz Canteras, os cientistas colocavam um outro roedor macho na caixa.
Novamente, os ratos saudáveis ficavam amedrontados. Mas aqueles com cérebros lesionados, não. Mesmo quando eram agredidos pelo rato “dono da gaiola”, não se abalavam.
Os estudos que atribuíam o surgimento do medo à amígdala eram feitos de forma diferente. Os ratos recebiam choques nos seus pés quando pisavam em determinadas áreas. Quando colocados, alguns dias depois, perto desses lugares, a atividade da sua amídala aumentava e eles ficavam com receio de pisar lá novamente.
O novo trabalho, porém, indica que isso é mais um tipo de precaução do que medo propriamente dito. Como os circuitos neurais de ratos têm alguma semelhança com os de humanos, entendê-los pode ajudar a elucidar os mecanismos “tanto da ansiedade quanto da síndrome do pânico”, diz Norberto Coimbra, da USP de Ribeirão Preto, que não participou do estudo na “PNAS”. (Folha de SP, 14.03.2009)

BÔNUS:

SUÍÇOS PRODUZEM CONFIANÇA ENGARRAFADA
Spray nasal com substância que age no cérebro faz investidor confiar em gerente durante experimento
Dizem por aí que a confiança não pode ser dada a alguém, mas deve ser conquistada aos poucos. Pois cientistas suíços acabam de descobrir um atalho. Usando um spray nasal, eles fizeram com que voluntários confiassem mais em seus parceiros durante a condução de uma transação financeira.
A substância é a oxitocina, um composto que normalmente age no organismo de mamíferos como um hormônio envolvido no processo reprodutivo e um regulador de atividade cerebral. Em animais, sabe-se que a oxitocina está ligada à criação de elos sociais e parentais. Em fêmeas grávidas, a oxitocina está ligada à indução do trabalho de parto e ao processo de lactação. Mas ninguém sabia que ela participava de forma tão ativa num processo como a confiança.
Agora sabe, graças aos experimentos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique. Eles bolaram uma forma de verificar os efeitos da oxitocina no desenvolvimento da confiança. Aos voluntários eram dadas algumas “unidades monetárias”, que ao fim do jogo seriam convertidas em francos suíços (cada unidade equivalia a 40 centavos de franco).
A eles cabia, via computador, determinar quantas pretendiam “investir”, repassando-as a outra pessoa, que capitalizaria a partir do investimento e dividiria os lucros a seu critério. Por exemplo, se o investidor cedesse todo o dinheiro, mas o “gerente do banco” optasse por não dividir o lucro, o investidor sairia sem nada.
Era uma decisão arriscada, que dependia em essência do quanto o investidor confiava na idoneidade do gerente do banco no outro lado da linha. Os experimentos mostraram que os investidores que inalaram oxitocina confiaram mais nos gerentes do que os que receberam um placebo (substância inócua).
Confiança ou descaso?
Mas o resultado ainda não era conclusivo. Afinal de contas, será que a influência da oxitocina consistia em aumentar o grau de confiança ou ela apenas fazia com que a percepção do risco envolvido diminuísse? Essa foi a segunda pergunta que o estudo respondeu, ao trocar a decisão do gerente humano por um resultado aleatório, produzido pelo computador.
Depois de informados de que a distribuição do lucro seria aleatória, transformando o investimento numa aposta de jogo de azar, tanto os voluntários que tomaram oxitocina como os que não tomaram ficaram igualmente cautelosos. Ou seja, ambos souberam avaliar igualmente os riscos, confirmando que a substância realmente regulava a confiança que uma pessoa tem em outra.
Os resultados do estudo, publicado hoje na revista “Nature” (www.nature.com), impressionam mais pelas suas implicações, aparentemente saídas de obras de ficção como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Podem comportamentos humanos ser tão bem “modulados” pela química? A oxitocina seria a panacéia de políticos e publicitários? Segundo Markus Heinrichs, psicólogo clínico e um dos autores do estudo, a resposta é “não”.
“Eu não espero nenhum perigo. Primeiro, não há meios técnicos de fazer isso [manipular as pessoas] – a oxitocina não pode ser administrada oralmente ou via ar-condicionado. Segundo, já existem métodos mais efetivos na política e na publicidade do que um spray nasal de oxitocina. No momento, o único perigo para mim é que médicos a dêem a seus pacientes sem esperar o resultado dos nossos estudos clínicos.”
Sim, os pesquisadores suíços já estão tentando aplicar a técnica em tratamentos médicos. “A fobia social aparece como a terceira doença mental mais comum e é caracterizada por fortes déficits sociais, incluindo medo persistente e fuga de interações sociais”, diz Heinrichs. “Nas primeiras análises, o que vemos é que uma única dose de oxitocina permite que os pacientes obtenham apoio social de outros de forma mais eficaz e sintam menos ansiedade.”
Embora alerte que a perspectiva de um uso manipulativo desse conhecimento “talvez esteja perto demais da realidade para ser confortável“, o neurocientista português António Damásio, da Universidade de Iowa, EUA, aponta que ainda não se pode fazer prognósticos a esse respeito. “Na verdade, esse estudo é um mero começo, e [a oxitocina] pode funcionar apenas em certas condições”, disse ele à Folha. Damásio assina um comentário na mesma “Nature” em que sai o estudo suíço. ( Folha de SP, 02.06.2005 )

Perdendo o medo e ganhando confiança

Experimento desliga área cerebral e faz rato perder o medo de gato
Estudo pode ajudar a entender melhor os transtornos de ansiedade humanos
Ratos perdem o medo de gatos quando uma pequena área de seus cérebros é lesionada, descobriram cientistas brasileiros. Em estudo na revista “PNAS”, os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apontam uma parte do hipotálamo – área primitiva do cérebro, associada ao desejo sexual e à fome – como região cerebral importante também no desencadeamento do medo.
O trabalho, baseado em um engenhoso experimento, contraria as teses que defendiam que a regência desse comportamento era exclusividade da amígdala, uma outra estrutura cerebral. Mesmo num cérebro primitivo como o dos ratos, dizem os pesquisadores, existem vários tipos de medo, e várias partes do cérebro estão envolvidas.
A ideia de investigar a estrutura apontada agora – o núcleo premamilar dorsal, no hipotálamo – surgiu de trabalhos anteriores do grupo da USP liderado pelo neurofisiologista Newton Canteras, do Instituto de Ciências Biomédicas.
Segundo o cientista, os ratos lesionados no experimento não perdiam apenas o medo de predadores como gatos, mas também de outros roedores machos com quem disputavam território. Numa outra rodada do teste, um rato macho tinha o privilégio de viver com uma fêmea por três semanas. “Quando o rato já estava se sentindo dono tanto da gaiola quanto da rata”, diz Canteras, os cientistas colocavam um outro roedor macho na caixa.
Novamente, os ratos saudáveis ficavam amedrontados. Mas aqueles com cérebros lesionados, não. Mesmo quando eram agredidos pelo rato “dono da gaiola”, não se abalavam.
Os estudos que atribuíam o surgimento do medo à amígdala eram feitos de forma diferente. Os ratos recebiam choques nos seus pés quando pisavam em determinadas áreas. Quando colocados, alguns dias depois, perto desses lugares, a atividade da sua amídala aumentava e eles ficavam com receio de pisar lá novamente.
O novo trabalho, porém, indica que isso é mais um tipo de precaução do que medo propriamente dito. Como os circuitos neurais de ratos têm alguma semelhança com os de humanos, entendê-los pode ajudar a elucidar os mecanismos “tanto da ansiedade quanto da síndrome do pânico”, diz Norberto Coimbra, da USP de Ribeirão Preto, que não participou do estudo na “PNAS”. (Folha de SP, 14.03.2009)

BÔNUS:

SUÍÇOS PRODUZEM CONFIANÇA ENGARRAFADA
Spray nasal com substância que age no cérebro faz investidor confiar em gerente durante experimento
Dizem por aí que a confiança não pode ser dada a alguém, mas deve ser conquistada aos poucos. Pois cientistas suíços acabam de descobrir um atalho. Usando um spray nasal, eles fizeram com que voluntários confiassem mais em seus parceiros durante a condução de uma transação financeira.
A substância é a oxitocina, um composto que normalmente age no organismo de mamíferos como um hormônio envolvido no processo reprodutivo e um regulador de atividade cerebral. Em animais, sabe-se que a oxitocina está ligada à criação de elos sociais e parentais. Em fêmeas grávidas, a oxitocina está ligada à indução do trabalho de parto e ao processo de lactação. Mas ninguém sabia que ela participava de forma tão ativa num processo como a confiança.
Agora sabe, graças aos experimentos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique. Eles bolaram uma forma de verificar os efeitos da oxitocina no desenvolvimento da confiança. Aos voluntários eram dadas algumas “unidades monetárias”, que ao fim do jogo seriam convertidas em francos suíços (cada unidade equivalia a 40 centavos de franco).
A eles cabia, via computador, determinar quantas pretendiam “investir”, repassando-as a outra pessoa, que capitalizaria a partir do investimento e dividiria os lucros a seu critério. Por exemplo, se o investidor cedesse todo o dinheiro, mas o “gerente do banco” optasse por não dividir o lucro, o investidor sairia sem nada.
Era uma decisão arriscada, que dependia em essência do quanto o investidor confiava na idoneidade do gerente do banco no outro lado da linha. Os experimentos mostraram que os investidores que inalaram oxitocina confiaram mais nos gerentes do que os que receberam um placebo (substância inócua).
Confiança ou descaso?
Mas o resultado ainda não era conclusivo. Afinal de contas, será que a influência da oxitocina consistia em aumentar o grau de confiança ou ela apenas fazia com que a percepção do risco envolvido diminuísse? Essa foi a segunda pergunta que o estudo respondeu, ao trocar a decisão do gerente humano por um resultado aleatório, produzido pelo computador.
Depois de informados de que a distribuição do lucro seria aleatória, transformando o investimento numa aposta de jogo de azar, tanto os voluntários que tomaram oxitocina como os que não tomaram ficaram igualmente cautelosos. Ou seja, ambos souberam avaliar igualmente os riscos, confirmando que a substância realmente regulava a confiança que uma pessoa tem em outra.
Os resultados do estudo, publicado hoje na revista “Nature” (www.nature.com), impressionam mais pelas suas implicações, aparentemente saídas de obras de ficção como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Podem comportamentos humanos ser tão bem “modulados” pela química? A oxitocina seria a panacéia de políticos e publicitários? Segundo Markus Heinrichs, psicólogo clínico e um dos autores do estudo, a resposta é “não”.
“Eu não espero nenhum perigo. Primeiro, não há meios técnicos de fazer isso [manipular as pessoas] – a oxitocina não pode ser administrada oralmente ou via ar-condicionado. Segundo, já existem métodos mais efetivos na política e na publicidade do que um spray nasal de oxitocina. No momento, o único perigo para mim é que médicos a dêem a seus pacientes sem esperar o resultado dos nossos estudos clínicos.”
Sim, os pesquisadores suíços já estão tentando aplicar a técnica em tratamentos médicos. “A fobia social aparece como a terceira doença mental mais comum e é caracterizada por fortes déficits sociais, incluindo medo persistente e fuga de interações sociais”, diz Heinrichs. “Nas primeiras análises, o que vemos é que uma única dose de oxitocina permite que os pacientes obtenham apoio social de outros de forma mais eficaz e sintam menos ansiedade.”
Embora alerte que a perspectiva de um uso manipulativo desse conhecimento “talvez esteja perto demais da realidade para ser confortável“, o neurocientista português António Damásio, da Universidade de Iowa, EUA, aponta que ainda não se pode fazer prognósticos a esse respeito. “Na verdade, esse estudo é um mero começo, e [a oxitocina] pode funcionar apenas em certas condições”, disse ele à Folha. Damásio assina um comentário na mesma “Nature” em que sai o estudo suíço. ( Folha de SP, 02.06.2005 )

Perdendo o medo e ganhando confiança

Experimento desliga área cerebral e faz rato perder o medo de gato
Estudo pode ajudar a entender melhor os transtornos de ansiedade humanos
Ratos perdem o medo de gatos quando uma pequena área de seus cérebros é lesionada, descobriram cientistas brasileiros. Em estudo na revista “PNAS”, os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apontam uma parte do hipotálamo – área primitiva do cérebro, associada ao desejo sexual e à fome – como região cerebral importante também no desencadeamento do medo.
O trabalho, baseado em um engenhoso experimento, contraria as teses que defendiam que a regência desse comportamento era exclusividade da amígdala, uma outra estrutura cerebral. Mesmo num cérebro primitivo como o dos ratos, dizem os pesquisadores, existem vários tipos de medo, e várias partes do cérebro estão envolvidas.
A ideia de investigar a estrutura apontada agora – o núcleo premamilar dorsal, no hipotálamo – surgiu de trabalhos anteriores do grupo da USP liderado pelo neurofisiologista Newton Canteras, do Instituto de Ciências Biomédicas.
Segundo o cientista, os ratos lesionados no experimento não perdiam apenas o medo de predadores como gatos, mas também de outros roedores machos com quem disputavam território. Numa outra rodada do teste, um rato macho tinha o privilégio de viver com uma fêmea por três semanas. “Quando o rato já estava se sentindo dono tanto da gaiola quanto da rata”, diz Canteras, os cientistas colocavam um outro roedor macho na caixa.
Novamente, os ratos saudáveis ficavam amedrontados. Mas aqueles com cérebros lesionados, não. Mesmo quando eram agredidos pelo rato “dono da gaiola”, não se abalavam.
Os estudos que atribuíam o surgimento do medo à amígdala eram feitos de forma diferente. Os ratos recebiam choques nos seus pés quando pisavam em determinadas áreas. Quando colocados, alguns dias depois, perto desses lugares, a atividade da sua amídala aumentava e eles ficavam com receio de pisar lá novamente.
O novo trabalho, porém, indica que isso é mais um tipo de precaução do que medo propriamente dito. Como os circuitos neurais de ratos têm alguma semelhança com os de humanos, entendê-los pode ajudar a elucidar os mecanismos “tanto da ansiedade quanto da síndrome do pânico”, diz Norberto Coimbra, da USP de Ribeirão Preto, que não participou do estudo na “PNAS”. (Folha de SP, 14.03.2009)

BÔNUS:

SUÍÇOS PRODUZEM CONFIANÇA ENGARRAFADA
Spray nasal com substância que age no cérebro faz investidor confiar em gerente durante experimento
Dizem por aí que a confiança não pode ser dada a alguém, mas deve ser conquistada aos poucos. Pois cientistas suíços acabam de descobrir um atalho. Usando um spray nasal, eles fizeram com que voluntários confiassem mais em seus parceiros durante a condução de uma transação financeira.
A substância é a oxitocina, um composto que normalmente age no organismo de mamíferos como um hormônio envolvido no processo reprodutivo e um regulador de atividade cerebral. Em animais, sabe-se que a oxitocina está ligada à criação de elos sociais e parentais. Em fêmeas grávidas, a oxitocina está ligada à indução do trabalho de parto e ao processo de lactação. Mas ninguém sabia que ela participava de forma tão ativa num processo como a confiança.
Agora sabe, graças aos experimentos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique. Eles bolaram uma forma de verificar os efeitos da oxitocina no desenvolvimento da confiança. Aos voluntários eram dadas algumas “unidades monetárias”, que ao fim do jogo seriam convertidas em francos suíços (cada unidade equivalia a 40 centavos de franco).
A eles cabia, via computador, determinar quantas pretendiam “investir”, repassando-as a outra pessoa, que capitalizaria a partir do investimento e dividiria os lucros a seu critério. Por exemplo, se o investidor cedesse todo o dinheiro, mas o “gerente do banco” optasse por não dividir o lucro, o investidor sairia sem nada.
Era uma decisão arriscada, que dependia em essência do quanto o investidor confiava na idoneidade do gerente do banco no outro lado da linha. Os experimentos mostraram que os investidores que inalaram oxitocina confiaram mais nos gerentes do que os que receberam um placebo (substância inócua).
Confiança ou descaso?
Mas o resultado ainda não era conclusivo. Afinal de contas, será que a influência da oxitocina consistia em aumentar o grau de confiança ou ela apenas fazia com que a percepção do risco envolvido diminuísse? Essa foi a segunda pergunta que o estudo respondeu, ao trocar a decisão do gerente humano por um resultado aleatório, produzido pelo computador.
Depois de informados de que a distribuição do lucro seria aleatória, transformando o investimento numa aposta de jogo de azar, tanto os voluntários que tomaram oxitocina como os que não tomaram ficaram igualmente cautelosos. Ou seja, ambos souberam avaliar igualmente os riscos, confirmando que a substância realmente regulava a confiança que uma pessoa tem em outra.
Os resultados do estudo, publicado hoje na revista “Nature” (www.nature.com), impressionam mais pelas suas implicações, aparentemente saídas de obras de ficção como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Podem comportamentos humanos ser tão bem “modulados” pela química? A oxitocina seria a panacéia de políticos e publicitários? Segundo Markus Heinrichs, psicólogo clínico e um dos autores do estudo, a resposta é “não”.
“Eu não espero nenhum perigo. Primeiro, não há meios técnicos de fazer isso [manipular as pessoas] – a oxitocina não pode ser administrada oralmente ou via ar-condicionado. Segundo, já existem métodos mais efetivos na política e na publicidade do que um spray nasal de oxitocina. No momento, o único perigo para mim é que médicos a dêem a seus pacientes sem esperar o resultado dos nossos estudos clínicos.”
Sim, os pesquisadores suíços já estão tentando aplicar a técnica em tratamentos médicos. “A fobia social aparece como a terceira doença mental mais comum e é caracterizada por fortes déficits sociais, incluindo medo persistente e fuga de interações sociais”, diz Heinrichs. “Nas primeiras análises, o que vemos é que uma única dose de oxitocina permite que os pacientes obtenham apoio social de outros de forma mais eficaz e sintam menos ansiedade.”
Embora alerte que a perspectiva de um uso manipulativo desse conhecimento “talvez esteja perto demais da realidade para ser confortável“, o neurocientista português António Damásio, da Universidade de Iowa, EUA, aponta que ainda não se pode fazer prognósticos a esse respeito. “Na verdade, esse estudo é um mero começo, e [a oxitocina] pode funcionar apenas em certas condições”, disse ele à Folha. Damásio assina um comentário na mesma “Nature” em que sai o estudo suíço. ( Folha de SP, 02.06.2005 )

Perdendo o medo e ganhando confiança

Experimento desliga área cerebral e faz rato perder o medo de gato
Estudo pode ajudar a entender melhor os transtornos de ansiedade humanos
Ratos perdem o medo de gatos quando uma pequena área de seus cérebros é lesionada, descobriram cientistas brasileiros. Em estudo na revista “PNAS”, os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apontam uma parte do hipotálamo – área primitiva do cérebro, associada ao desejo sexual e à fome – como região cerebral importante também no desencadeamento do medo.
O trabalho, baseado em um engenhoso experimento, contraria as teses que defendiam que a regência desse comportamento era exclusividade da amígdala, uma outra estrutura cerebral. Mesmo num cérebro primitivo como o dos ratos, dizem os pesquisadores, existem vários tipos de medo, e várias partes do cérebro estão envolvidas.
A ideia de investigar a estrutura apontada agora – o núcleo premamilar dorsal, no hipotálamo – surgiu de trabalhos anteriores do grupo da USP liderado pelo neurofisiologista Newton Canteras, do Instituto de Ciências Biomédicas.
Segundo o cientista, os ratos lesionados no experimento não perdiam apenas o medo de predadores como gatos, mas também de outros roedores machos com quem disputavam território. Numa outra rodada do teste, um rato macho tinha o privilégio de viver com uma fêmea por três semanas. “Quando o rato já estava se sentindo dono tanto da gaiola quanto da rata”, diz Canteras, os cientistas colocavam um outro roedor macho na caixa.
Novamente, os ratos saudáveis ficavam amedrontados. Mas aqueles com cérebros lesionados, não. Mesmo quando eram agredidos pelo rato “dono da gaiola”, não se abalavam.
Os estudos que atribuíam o surgimento do medo à amígdala eram feitos de forma diferente. Os ratos recebiam choques nos seus pés quando pisavam em determinadas áreas. Quando colocados, alguns dias depois, perto desses lugares, a atividade da sua amídala aumentava e eles ficavam com receio de pisar lá novamente.
O novo trabalho, porém, indica que isso é mais um tipo de precaução do que medo propriamente dito. Como os circuitos neurais de ratos têm alguma semelhança com os de humanos, entendê-los pode ajudar a elucidar os mecanismos “tanto da ansiedade quanto da síndrome do pânico”, diz Norberto Coimbra, da USP de Ribeirão Preto, que não participou do estudo na “PNAS”. (Folha de SP, 14.03.2009)

BÔNUS:

SUÍÇOS PRODUZEM CONFIANÇA ENGARRAFADA
Spray nasal com substância que age no cérebro faz investidor confiar em gerente durante experimento
Dizem por aí que a confiança não pode ser dada a alguém, mas deve ser conquistada aos poucos. Pois cientistas suíços acabam de descobrir um atalho. Usando um spray nasal, eles fizeram com que voluntários confiassem mais em seus parceiros durante a condução de uma transação financeira.
A substância é a oxitocina, um composto que normalmente age no organismo de mamíferos como um hormônio envolvido no processo reprodutivo e um regulador de atividade cerebral. Em animais, sabe-se que a oxitocina está ligada à criação de elos sociais e parentais. Em fêmeas grávidas, a oxitocina está ligada à indução do trabalho de parto e ao processo de lactação. Mas ninguém sabia que ela participava de forma tão ativa num processo como a confiança.
Agora sabe, graças aos experimentos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique. Eles bolaram uma forma de verificar os efeitos da oxitocina no desenvolvimento da confiança. Aos voluntários eram dadas algumas “unidades monetárias”, que ao fim do jogo seriam convertidas em francos suíços (cada unidade equivalia a 40 centavos de franco).
A eles cabia, via computador, determinar quantas pretendiam “investir”, repassando-as a outra pessoa, que capitalizaria a partir do investimento e dividiria os lucros a seu critério. Por exemplo, se o investidor cedesse todo o dinheiro, mas o “gerente do banco” optasse por não dividir o lucro, o investidor sairia sem nada.
Era uma decisão arriscada, que dependia em essência do quanto o investidor confiava na idoneidade do gerente do banco no outro lado da linha. Os experimentos mostraram que os investidores que inalaram oxitocina confiaram mais nos gerentes do que os que receberam um placebo (substância inócua).
Confiança ou descaso?
Mas o resultado ainda não era conclusivo. Afinal de contas, será que a influência da oxitocina consistia em aumentar o grau de confiança ou ela apenas fazia com que a percepção do risco envolvido diminuísse? Essa foi a segunda pergunta que o estudo respondeu, ao trocar a decisão do gerente humano por um resultado aleatório, produzido pelo computador.
Depois de informados de que a distribuição do lucro seria aleatória, transformando o investimento numa aposta de jogo de azar, tanto os voluntários que tomaram oxitocina como os que não tomaram ficaram igualmente cautelosos. Ou seja, ambos souberam avaliar igualmente os riscos, confirmando que a substância realmente regulava a confiança que uma pessoa tem em outra.
Os resultados do estudo, publicado hoje na revista “Nature” (www.nature.com), impressionam mais pelas suas implicações, aparentemente saídas de obras de ficção como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Podem comportamentos humanos ser tão bem “modulados” pela química? A oxitocina seria a panacéia de políticos e publicitários? Segundo Markus Heinrichs, psicólogo clínico e um dos autores do estudo, a resposta é “não”.
“Eu não espero nenhum perigo. Primeiro, não há meios técnicos de fazer isso [manipular as pessoas] – a oxitocina não pode ser administrada oralmente ou via ar-condicionado. Segundo, já existem métodos mais efetivos na política e na publicidade do que um spray nasal de oxitocina. No momento, o único perigo para mim é que médicos a dêem a seus pacientes sem esperar o resultado dos nossos estudos clínicos.”
Sim, os pesquisadores suíços já estão tentando aplicar a técnica em tratamentos médicos. “A fobia social aparece como a terceira doença mental mais comum e é caracterizada por fortes déficits sociais, incluindo medo persistente e fuga de interações sociais”, diz Heinrichs. “Nas primeiras análises, o que vemos é que uma única dose de oxitocina permite que os pacientes obtenham apoio social de outros de forma mais eficaz e sintam menos ansiedade.”
Embora alerte que a perspectiva de um uso manipulativo desse conhecimento “talvez esteja perto demais da realidade para ser confortável“, o neurocientista português António Damásio, da Universidade de Iowa, EUA, aponta que ainda não se pode fazer prognósticos a esse respeito. “Na verdade, esse estudo é um mero começo, e [a oxitocina] pode funcionar apenas em certas condições”, disse ele à Folha. Damásio assina um comentário na mesma “Nature” em que sai o estudo suíço. ( Folha de SP, 02.06.2005 )

Perdendo o medo e ganhando confiança

Experimento desliga área cerebral e faz rato perder o medo de gato
Estudo pode ajudar a entender melhor os transtornos de ansiedade humanos
Ratos perdem o medo de gatos quando uma pequena área de seus cérebros é lesionada, descobriram cientistas brasileiros. Em estudo na revista “PNAS”, os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apontam uma parte do hipotálamo – área primitiva do cérebro, associada ao desejo sexual e à fome – como região cerebral importante também no desencadeamento do medo.
O trabalho, baseado em um engenhoso experimento, contraria as teses que defendiam que a regência desse comportamento era exclusividade da amígdala, uma outra estrutura cerebral. Mesmo num cérebro primitivo como o dos ratos, dizem os pesquisadores, existem vários tipos de medo, e várias partes do cérebro estão envolvidas.
A ideia de investigar a estrutura apontada agora – o núcleo premamilar dorsal, no hipotálamo – surgiu de trabalhos anteriores do grupo da USP liderado pelo neurofisiologista Newton Canteras, do Instituto de Ciências Biomédicas.
Segundo o cientista, os ratos lesionados no experimento não perdiam apenas o medo de predadores como gatos, mas também de outros roedores machos com quem disputavam território. Numa outra rodada do teste, um rato macho tinha o privilégio de viver com uma fêmea por três semanas. “Quando o rato já estava se sentindo dono tanto da gaiola quanto da rata”, diz Canteras, os cientistas colocavam um outro roedor macho na caixa.
Novamente, os ratos saudáveis ficavam amedrontados. Mas aqueles com cérebros lesionados, não. Mesmo quando eram agredidos pelo rato “dono da gaiola”, não se abalavam.
Os estudos que atribuíam o surgimento do medo à amígdala eram feitos de forma diferente. Os ratos recebiam choques nos seus pés quando pisavam em determinadas áreas. Quando colocados, alguns dias depois, perto desses lugares, a atividade da sua amídala aumentava e eles ficavam com receio de pisar lá novamente.
O novo trabalho, porém, indica que isso é mais um tipo de precaução do que medo propriamente dito. Como os circuitos neurais de ratos têm alguma semelhança com os de humanos, entendê-los pode ajudar a elucidar os mecanismos “tanto da ansiedade quanto da síndrome do pânico”, diz Norberto Coimbra, da USP de Ribeirão Preto, que não participou do estudo na “PNAS”. (Folha de SP, 14.03.2009)

BÔNUS:

SUÍÇOS PRODUZEM CONFIANÇA ENGARRAFADA
Spray nasal com substância que age no cérebro faz investidor confiar em gerente durante experimento
Dizem por aí que a confiança não pode ser dada a alguém, mas deve ser conquistada aos poucos. Pois cientistas suíços acabam de descobrir um atalho. Usando um spray nasal, eles fizeram com que voluntários confiassem mais em seus parceiros durante a condução de uma transação financeira.
A substância é a oxitocina, um composto que normalmente age no organismo de mamíferos como um hormônio envolvido no processo reprodutivo e um regulador de atividade cerebral. Em animais, sabe-se que a oxitocina está ligada à criação de elos sociais e parentais. Em fêmeas grávidas, a oxitocina está ligada à indução do trabalho de parto e ao processo de lactação. Mas ninguém sabia que ela participava de forma tão ativa num processo como a confiança.
Agora sabe, graças aos experimentos feitos por pesquisadores da Universidade de Zurique. Eles bolaram uma forma de verificar os efeitos da oxitocina no desenvolvimento da confiança. Aos voluntários eram dadas algumas “unidades monetárias”, que ao fim do jogo seriam convertidas em francos suíços (cada unidade equivalia a 40 centavos de franco).
A eles cabia, via computador, determinar quantas pretendiam “investir”, repassando-as a outra pessoa, que capitalizaria a partir do investimento e dividiria os lucros a seu critério. Por exemplo, se o investidor cedesse todo o dinheiro, mas o “gerente do banco” optasse por não dividir o lucro, o investidor sairia sem nada.
Era uma decisão arriscada, que dependia em essência do quanto o investidor confiava na idoneidade do gerente do banco no outro lado da linha. Os experimentos mostraram que os investidores que inalaram oxitocina confiaram mais nos gerentes do que os que receberam um placebo (substância inócua).
Confiança ou descaso?
Mas o resultado ainda não era conclusivo. Afinal de contas, será que a influência da oxitocina consistia em aumentar o grau de confiança ou ela apenas fazia com que a percepção do risco envolvido diminuísse? Essa foi a segunda pergunta que o estudo respondeu, ao trocar a decisão do gerente humano por um resultado aleatório, produzido pelo computador.
Depois de informados de que a distribuição do lucro seria aleatória, transformando o investimento numa aposta de jogo de azar, tanto os voluntários que tomaram oxitocina como os que não tomaram ficaram igualmente cautelosos. Ou seja, ambos souberam avaliar igualmente os riscos, confirmando que a substância realmente regulava a confiança que uma pessoa tem em outra.
Os resultados do estudo, publicado hoje na revista “Nature” (www.nature.com), impressionam mais pelas suas implicações, aparentemente saídas de obras de ficção como “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Podem comportamentos humanos ser tão bem “modulados” pela química? A oxitocina seria a panacéia de políticos e publicitários? Segundo Markus Heinrichs, psicólogo clínico e um dos autores do estudo, a resposta é “não”.
“Eu não espero nenhum perigo. Primeiro, não há meios técnicos de fazer isso [manipular as pessoas] – a oxitocina não pode ser administrada oralmente ou via ar-condicionado. Segundo, já existem métodos mais efetivos na política e na publicidade do que um spray nasal de oxitocina. No momento, o único perigo para mim é que médicos a dêem a seus pacientes sem esperar o resultado dos nossos estudos clínicos.”
Sim, os pesquisadores suíços já estão tentando aplicar a técnica em tratamentos médicos. “A fobia social aparece como a terceira doença mental mais comum e é caracterizada por fortes déficits sociais, incluindo medo persistente e fuga de interações sociais”, diz Heinrichs. “Nas primeiras análises, o que vemos é que uma única dose de oxitocina permite que os pacientes obtenham apoio social de outros de forma mais eficaz e sintam menos ansiedade.”
Embora alerte que a perspectiva de um uso manipulativo desse conhecimento “talvez esteja perto demais da realidade para ser confortável“, o neurocientista português António Damásio, da Universidade de Iowa, EUA, aponta que ainda não se pode fazer prognósticos a esse respeito. “Na verdade, esse estudo é um mero começo, e [a oxitocina] pode funcionar apenas em certas condições”, disse ele à Folha. Damásio assina um comentário na mesma “Nature” em que sai o estudo suíço. ( Folha de SP, 02.06.2005 )

março 3, 2009

Fantástico! Sobrenatural!! Inexplicável!!! Sete espíritos assombram casa na Colômbia! ( em espanhol )

Filed under: Casos Malditos, fantasmas, sobrenatural — Humberto @ 9:02 pm
Siete espíritus malignos se apoderan de una casa colombiana
BOGOTÁ, Colombia, Marzo 2
Siete espíritus malignos se han apoderado de una humilde residencia del barrio Santa Inés en el municipio de La Soledad en el departamento del Atlántico. Mayra Royero Ucros de 52 años, una de los seis ocupantes de la casa, cuenta que desde enero, cuando al parecer a su hija le hicieron un maleficio, seres del más allá provocan ruidos escandalosos en los cuartos, los colchones se prenden fuego en forma de corazón, lo mismo que las cortinas y algunas paredes, reseñó Caracol. Agregó que están a la espera de que un representante de la curia local se acerque a la casa con el fin de practicar un exorcismo, porque ellos ya no pueden vivir tranquilos en el lugar ni de día ni de noche. La policía afirmó que ha recibido algunos rumores al respecto, pero que sus agentes no han visto nada raro. En todo caso, además de un sacerdote, se espera que se acerque por el sector algún especialista en fenómenos paranormales y determine si se trata de espíritus malignos o simplemente chocarreros, partidarios de hacer bromas de dudoso gusto.
LATAM: Reporte Copyright 2009 por United Press International

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Siete espíritus malignos se han apoderado de una humilde residencia del barrio Santa Inés en el municipio de La Soledad en el departamento del Atlántico. Mayra Royero Ucros de 52 años, una de los seis ocupantes de la casa, cuenta que desde enero, cuando al parecer a su hija le hicieron un maleficio, seres del más allá provocan ruidos escandalosos en los cuartos, los colchones se prenden fuego en forma de corazón, lo mismo que las cortinas y algunas paredes, reseñó Caracol. Agregó que están a la espera de que un representante de la curia local se acerque a la casa con el fin de practicar un exorcismo, porque ellos ya no pueden vivir tranquilos en el lugar ni de día ni de noche. La policía afirmó que ha recibido algunos rumores al respecto, pero que sus agentes no han visto nada raro. En todo caso, además de un sacerdote, se espera que se acerque por el sector algún especialista en fenómenos paranormales y determine si se trata de espíritus malignos o simplemente chocarreros, partidarios de hacer bromas de dudoso gusto.
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