ENCALHE

dezembro 7, 2008

Por quê a vEJA escondeu o Daniel Dantas e não falou nada sobre a condenação do banqueiro na capa da edição desta semana?

Começo usando como se fossem minhas as palavras do Miguel do Rosário em “Hoje tá brabo“:
“Nem consegui ler. Só as manchetes e uma folheada rápida já me enervaram o suficiente para me obrigar a uma parada estratégica na leitura ( … )”.
É assim que me senti, quando dei uma bizoiada na capa da vEJA desta semana e não vi nada ali que sequer mencionasse, nem de raspão sequer, a condenação de Daniel Dantas por corrupção ativa. Dentro da revista tem alguma coisa, mas é deprimente. Um trecho que lembro, critica o juiz De Sanctis por causa do despacho conter muitos adjetivos…Claro que o manual vEJA de , hum-hum, jornalismo não prevê nada mais nada menos que um trabalho frio e isento. Ou seja, as coisas são o que são, não importa o que pensemos delas, se nos agradam ou não. Não há um trisco minúsculo de subjetividade no jornalismo de vEJA…

As capas e manchetes são importantes, nós todos sabemos. O fato da revista da aBRIL não ter botado o banqueiro-araponga nesse destaque desnuda ( beleza de trocadilho!! ) o caráter comprometido da publicação. Se os boatos de que, antes de tudo, um certo colunista dessa porcaria estaria na folha de pagamentos do opportunista, a “falha” da revista em simplesmente ignorar o banqueiro em tão nobre espaço é digna de desconfiança, prá ficar nisso, apenas.
Vejam dois ótimos exemplos de capas em que a intenção era “chutar o balde” e pegar o leitor desavisado pelo pescoço, obrigando este a perceber o que se está sendo dito. Não há espaço para sutilezas.
Por quê a imprensa esconde o filho de 8 anos de FHC com a jornalista da Globo?

O caixa tucano foi condenado, você sabia?
Fazendo jus ao provérbio “Um trouxa e seu dinheiro se separam logo: na banca de jornais mais próxima” ( de minha autoria, por isso você nunca ouviu falar ), o leitor da vEJA paga R$ 8,40 semanalmente para ver sua revista predileta proteger um sujeito como o Daniel Dantas. TSK-TSK…

Por quê a vEJA escondeu o Daniel Dantas e não falou nada sobre a condenação do banqueiro na capa da edição desta semana?

Começo usando como se fossem minhas as palavras do Miguel do Rosário em “Hoje tá brabo“:
“Nem consegui ler. Só as manchetes e uma folheada rápida já me enervaram o suficiente para me obrigar a uma parada estratégica na leitura ( … )”.
É assim que me senti, quando dei uma bizoiada na capa da vEJA desta semana e não vi nada ali que sequer mencionasse, nem de raspão sequer, a condenação de Daniel Dantas por corrupção ativa. Dentro da revista tem alguma coisa, mas é deprimente. Um trecho que lembro, critica o juiz De Sanctis por causa do despacho conter muitos adjetivos…Claro que o manual vEJA de , hum-hum, jornalismo não prevê nada mais nada menos que um trabalho frio e isento. Ou seja, as coisas são o que são, não importa o que pensemos delas, se nos agradam ou não. Não há um trisco minúsculo de subjetividade no jornalismo de vEJA…

As capas e manchetes são importantes, nós todos sabemos. O fato da revista da aBRIL não ter botado o banqueiro-araponga nesse destaque desnuda ( beleza de trocadilho!! ) o caráter comprometido da publicação. Se os boatos de que, antes de tudo, um certo colunista dessa porcaria estaria na folha de pagamentos do opportunista, a “falha” da revista em simplesmente ignorar o banqueiro em tão nobre espaço é digna de desconfiança, prá ficar nisso, apenas.
Vejam dois ótimos exemplos de capas em que a intenção era “chutar o balde” e pegar o leitor desavisado pelo pescoço, obrigando este a perceber o que se está sendo dito. Não há espaço para sutilezas.
Por quê a imprensa esconde o filho de 8 anos de FHC com a jornalista da Globo?

O caixa tucano foi condenado, você sabia?
Fazendo jus ao provérbio “Um trouxa e seu dinheiro se separam logo: na banca de jornais mais próxima” ( de minha autoria, por isso você nunca ouviu falar ), o leitor da vEJA paga R$ 8,40 semanalmente para ver sua revista predileta proteger um sujeito como o Daniel Dantas. TSK-TSK…

Por quê a vEJA escondeu o Daniel Dantas e não falou nada sobre a condenação do banqueiro na capa da edição desta semana?

Começo usando como se fossem minhas as palavras do Miguel do Rosário em “Hoje tá brabo“:
“Nem consegui ler. Só as manchetes e uma folheada rápida já me enervaram o suficiente para me obrigar a uma parada estratégica na leitura ( … )”.
É assim que me senti, quando dei uma bizoiada na capa da vEJA desta semana e não vi nada ali que sequer mencionasse, nem de raspão sequer, a condenação de Daniel Dantas por corrupção ativa. Dentro da revista tem alguma coisa, mas é deprimente. Um trecho que lembro, critica o juiz De Sanctis por causa do despacho conter muitos adjetivos…Claro que o manual vEJA de , hum-hum, jornalismo não prevê nada mais nada menos que um trabalho frio e isento. Ou seja, as coisas são o que são, não importa o que pensemos delas, se nos agradam ou não. Não há um trisco minúsculo de subjetividade no jornalismo de vEJA…

As capas e manchetes são importantes, nós todos sabemos. O fato da revista da aBRIL não ter botado o banqueiro-araponga nesse destaque desnuda ( beleza de trocadilho!! ) o caráter comprometido da publicação. Se os boatos de que, antes de tudo, um certo colunista dessa porcaria estaria na folha de pagamentos do opportunista, a “falha” da revista em simplesmente ignorar o banqueiro em tão nobre espaço é digna de desconfiança, prá ficar nisso, apenas.
Vejam dois ótimos exemplos de capas em que a intenção era “chutar o balde” e pegar o leitor desavisado pelo pescoço, obrigando este a perceber o que se está sendo dito. Não há espaço para sutilezas.
Por quê a imprensa esconde o filho de 8 anos de FHC com a jornalista da Globo?

O caixa tucano foi condenado, você sabia?
Fazendo jus ao provérbio “Um trouxa e seu dinheiro se separam logo: na banca de jornais mais próxima” ( de minha autoria, por isso você nunca ouviu falar ), o leitor da vEJA paga R$ 8,40 semanalmente para ver sua revista predileta proteger um sujeito como o Daniel Dantas. TSK-TSK…

Por quê a vEJA escondeu o Daniel Dantas e não falou nada sobre a condenação do banqueiro na capa da edição desta semana?

Começo usando como se fossem minhas as palavras do Miguel do Rosário em “Hoje tá brabo“:
“Nem consegui ler. Só as manchetes e uma folheada rápida já me enervaram o suficiente para me obrigar a uma parada estratégica na leitura ( … )”.
É assim que me senti, quando dei uma bizoiada na capa da vEJA desta semana e não vi nada ali que sequer mencionasse, nem de raspão sequer, a condenação de Daniel Dantas por corrupção ativa. Dentro da revista tem alguma coisa, mas é deprimente. Um trecho que lembro, critica o juiz De Sanctis por causa do despacho conter muitos adjetivos…Claro que o manual vEJA de , hum-hum, jornalismo não prevê nada mais nada menos que um trabalho frio e isento. Ou seja, as coisas são o que são, não importa o que pensemos delas, se nos agradam ou não. Não há um trisco minúsculo de subjetividade no jornalismo de vEJA…

As capas e manchetes são importantes, nós todos sabemos. O fato da revista da aBRIL não ter botado o banqueiro-araponga nesse destaque desnuda ( beleza de trocadilho!! ) o caráter comprometido da publicação. Se os boatos de que, antes de tudo, um certo colunista dessa porcaria estaria na folha de pagamentos do opportunista, a “falha” da revista em simplesmente ignorar o banqueiro em tão nobre espaço é digna de desconfiança, prá ficar nisso, apenas.
Vejam dois ótimos exemplos de capas em que a intenção era “chutar o balde” e pegar o leitor desavisado pelo pescoço, obrigando este a perceber o que se está sendo dito. Não há espaço para sutilezas.
Por quê a imprensa esconde o filho de 8 anos de FHC com a jornalista da Globo?

O caixa tucano foi condenado, você sabia?
Fazendo jus ao provérbio “Um trouxa e seu dinheiro se separam logo: na banca de jornais mais próxima” ( de minha autoria, por isso você nunca ouviu falar ), o leitor da vEJA paga R$ 8,40 semanalmente para ver sua revista predileta proteger um sujeito como o Daniel Dantas. TSK-TSK…

Por quê a vEJA escondeu o Daniel Dantas e não falou nada sobre a condenação do banqueiro na capa da edição desta semana?

Filed under: Caros Amigos, Daniel Dantas, Fórum Outro Mundo, PIG ( Partido da Imprensa Golpista ), revista Veja — Servílio Gentil Lavapés @ 4:54 am
Começo usando como se fossem minhas as palavras do Miguel do Rosário em “Hoje tá brabo“:
“Nem consegui ler. Só as manchetes e uma folheada rápida já me enervaram o suficiente para me obrigar a uma parada estratégica na leitura ( … )”.
É assim que me senti, quando dei uma bizoiada na capa da vEJA desta semana e não vi nada ali que sequer mencionasse, nem de raspão sequer, a condenação de Daniel Dantas por corrupção ativa. Dentro da revista tem alguma coisa, mas é deprimente. Um trecho que lembro, critica o juiz De Sanctis por causa do despacho conter muitos adjetivos…Claro que o manual vEJA de , hum-hum, jornalismo não prevê nada mais nada menos que um trabalho frio e isento. Ou seja, as coisas são o que são, não importa o que pensemos delas, se nos agradam ou não. Não há um trisco minúsculo de subjetividade no jornalismo de vEJA…

As capas e manchetes são importantes, nós todos sabemos. O fato da revista da aBRIL não ter botado o banqueiro-araponga nesse destaque desnuda ( beleza de trocadilho!! ) o caráter comprometido da publicação. Se os boatos de que, antes de tudo, um certo colunista dessa porcaria estaria na folha de pagamentos do opportunista, a “falha” da revista em simplesmente ignorar o banqueiro em tão nobre espaço é digna de desconfiança, prá ficar nisso, apenas.
Vejam dois ótimos exemplos de capas em que a intenção era “chutar o balde” e pegar o leitor desavisado pelo pescoço, obrigando este a perceber o que se está sendo dito. Não há espaço para sutilezas.
Por quê a imprensa esconde o filho de 8 anos de FHC com a jornalista da Globo?

O caixa tucano foi condenado, você sabia?
Fazendo jus ao provérbio “Um trouxa e seu dinheiro se separam logo: na banca de jornais mais próxima” ( de minha autoria, por isso você nunca ouviu falar ), o leitor da vEJA paga R$ 8,40 semanalmente para ver sua revista predileta proteger um sujeito como o Daniel Dantas. TSK-TSK…

outubro 14, 2008

Jaz São Paulo: Essa viadagem é realmente necessária*?

* Paródia de “Essa viagem é realmente necessária?”, mais uma frase que roubei dum desenho do Pica-Pau ( “O afanador de gasolina” ) frase [ ela surge também em outro cenário, em meio a uma queda de elevador; surreal... ] que, após breve pesquisa, descobri se tratar de um slogan da época da 2ª. Guerra Mundial, num esforço pela economia de combustível. BFI é cultura, e o Pica-Pau também…
O assunto da vez é a vida pessoal de Gilberto Kassab. A propaganda eleitoral da Marta lançou no ar uma série de questionamentos sobre a biografia – desconhecida? oculta? desimportante, até então? – do candidato do DEMo. Pode parecer desespero. Ou – me ocorreu agora – de arrombar o armário do imprensalão, e expor ao público suas práticas jornalísticas geralmente tendenciosas. Nada que não se saiba.
O imprensalão pode mostrar – ou esconder – o que quiser, se perceber uma acolhida por parte do eleitor. Explico: defensores de Marta explicam que a vida pessoal dela foi devassada, com o intuito de fragilizar sua imagem perante o público, já que havia se separado de um santo homem, o Senador Eduardo Suplicy. Mas, acontece que este fato, em si, não era propriamente espetacular. Não se tratava, é verdade, da separação entre uma cabeleireira e um cobrador de lotação, mas não era caso para polêmica. A menos que você visse algo politicamente proveitoso. E parece que funcionou. Talvez o paulistano quisesse um motivo e estivesse disposto a embarcar em qualquer uma. Sei lá.
Mas, fato por fato, houve um que não escalou o mesmo grau público de interesse, ficando mais restrito a alguns círculos: o caso do filho de FHC com uma jornalista da Globo, um furo publicado pela revista Caros Amigos, em sua edição número 37. Na capa, o chute no balde, que é para não haver dúvidas: “POR QUÊ A IMPRENSA ESCONDE O FILHO DE 8 ANOS DE FHC COM A JORNALISTA DA GLOBO?”.

Mais do que apenas revelar a existência de um filho de FHC, fora do casamento, com a jornalista da Globo Míriam Dutra, a revista botou o dedo na cara do PIG, questionando seus métodos [ se quiser ler, eis o link ] . A utilização da vida pessoal do adversário numa campanha eleitoral tem precedentes famosos, como por exemplo, a campanha de Collor explorou a história de Lurian, filha de Lula com sua primeira esposa, Míriam. Segundo esta, Lula teria sugerido que ela abortasse a criança, Lurian. Míriam também acusou Lula de racismo.

Trazendo para o presente, a mesma indagação poderia ser feita, sendo uma questão deveras delicada: “Por quê a imprensa esconde o homossexualismo de…?”.

EM TEMPO: a peça publicitária do TSE diz: “Pesquise o passado de cada candidato”. Taí.

julho 13, 2008

Maré adversa: redação da Caros Amigos sofre assalto na madrugada

Filed under: Caros Amigos, crimes, furtos e assaltos — Humberto @ 3:14 pm
Redação da Caros Amigos, em São Paulo, é assaltada
Comunique-se, 09.07.08
A sede da revista Caros Amigos, localizada no bairro da Vila Madalena, na capital paulista, foi assaltada na madrugada da última terça-feira (08/07). De acordo com o editor da publicação, Mylton Severiano, foram roubados alguns computadores, mas nada que comprometa o funcionamento da redação.
“O meu não levaram. Vamos repor e seguir a vida. É só mais um fato policial, que deve acontecer quinhentas vezes por dia em São Paulo”, diz.
Segundo o editor, a polícia afirma que os ladrões provavelmente já conheciam o local, mas ainda não existem suspeitos. Sobre a importância jornalística do acontecimento, Severiano respondeu com humor. “Como diria Nélson Rodrigues: um cachorro morto na porta de uma redação é mais importante que mil alemães mortos em Berlim”.

junho 19, 2008

Revista Caros Amigos perde onze funcionários

Filed under: Caros Amigos, Mylton Severiano — Humberto @ 2:01 pm
Comunique-se
A Caros Amigos perdeu onze funcionários em crise gerada após demissão do secretário da redação, Thiago Domenici, na segunda-feira (16/06). Para o editor da publicação, Mylton Severiano, a raiz do problema é um desentendimento no processo sucessório de Sérgio de Souza, fundador e diretor da revista, falecido no último dia 25/03. “Com a morte do Sérgio, a animosidade cresceu de forma patológica. A sensação que eu tenho é que ele ( Thiago ) se julgava sucessor do Sérgio na redação”, diz Mylton.
De acordo com o editor, um grupo preferia que o secretário da redação assumisse o cargo. Thiago foi demitido por não ter entrevistado a ministra Dilma Roussef, mandando uma repórter no lugar, sem comunicar a chefia. Na reunião convocada para anunciar a demissão e explicar os fatos, outros dez funcionários pediram desligamento da empresa.
Ex-secretário nega versão de editor
Thiago Domenici afirma ter avisado a chefia sobre a mudança de repórteres para a entrevista e diz que Mylton, apesar de grande editor, não consegue se relacionar com o resto da redação. Para Thiago, esse é o motivo da demissão em massa.
“Atualmente você não pode mais dialogar na Caros Amigos. Você não pode conversar com o editor sobre uma capa”, afirma o ex-secretário.
Além de Thiago Domenici, deixaram a Caros Amigos a assistente de arte Mariana Nóbrega; os repórteres Renato Pompeu, Cylene Dalbon, Léo Arcoverde e Rodrigo Aranha; o assistente de redação Vinícius Souto; o redator Rodrigo Mendes; e os estagiários Mariana Santos, Natália Mendes e Jackson Viapiana.
Para ocupar as vagas abertas, dois repórteres foram contratados: Felipe Alves A. Larsen e Andrew Stanley Hand. A revista ainda procura um repórter.

fevereiro 17, 2008

Assassinatos políticos no Brasil hoje

por Natalia Viana, de Londres
Passado o carnaval, é hora de encarar 2008, ano em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos. E o Brasil já entra na comemoração com um puxão de orelha: segundo relatório lançado pela organização internacional Human Rights Watch, a impunidade segue sendo o principal combustível das violações aos direitos humanos no país. O relatório diz ainda que o governo federal até tem ações em defesa dos direitos humanos, mas falha em não “apontar os responsáveis”.
O ministro da Justiça, Tarso Genro, protestou, disse que é “óbvio” que há impunidade, mas que a coisa está mudando. Apesar da cara feia, o veredito da HRW é claro: o governo Lula, já no seu segundo mandato, não faz o suficiente para mudar esse quadro.
Se a impunidade reina, ela é ainda mais grave no caso dos assassinatos políticos de hoje em dia. A cada ano, centenas de militantes dos direitos humanos são vítimas de violência – muitos acabam assassinados – por estarem lutando por direitos expressos na Constituição. Infelizmente, ao permitir que essa rotina siga impune, nosso governo permite que a democracia brasileira continue sendo decidida a bala.
Isso porque o assassinato político não é só a morte de um militante, é um pouco a morte da causa que ele defende. Seu intuito é refrear a demanda legitima de um grupo representado por aquela pessoa. São os chamados defensores de direitos – no linguajar da ONU – ou militantes de movimentos sociais, tema do livro Plantados no Chão, que publiquei pela editora Conrad no ano passado.
Conseguimos listar mais de 180 casos de militantes assassinados somente durante o primeiro mandato de Lula. Para cada caso, um resumo, para cada resumo uma nova impunidade. Além disso, o livro relata com detalhe seis casos ocorridos em diferentes contextos – sindicalistas, sem-terras, militantes – dando especial atenção à lentidão judicial e à impunidade que acaba unindo todos eles num único drama. Por exemplo, no caso dos conflitos por terra, o livro conta o seguinte: de 1985 a 2006 haviam sido assassinados 1.464 trabalhadores; só 85 casos haviam ido a julgamento, e só 71 executores e 19 mandantes condenados. Desde então, a situação mudou pouco.
Está na hora de ampliar esse grito de indignação. A partir desta semana, o livro Plantados no Chão estará disponível para download gratuito no site www.conradeditora.com.br.Queremos que o seu conteúdo se espalhe bem mais do que seria possível no formato papel, para que esse debate encontre espaço nos mais diferentes cantos possíveis. Por isso, como autora, peço: baixe o livro, copie, imprima, critique, entre no debate. Espalhe. Dá para acabar com esse ciclo de impunidade sim, desde que haja genuína disposicão. A impunidade aos que matam quem defende direitos não pode mais ser, como disse o ministro Tarso Genro, um dado “óbvio”.
Natalia Viana é jornalista.
O livro Plantados no Chão pode ser baixado de graça no site
www.conradeditora.com.br

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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