ENCALHE

junho 12, 2009

Reitora da USP e Secretário de Segurança de SP são convocados por Gianazzi para darem explicações sobre quebra-quebra na Universidade

CUT-SP emite nota contra violência de Serra na USP
A CUT-SP emitiu nota em questiona a falta de diálogo do governador José Serra com os servidores públicos. Mais uma vez, a atitude do governador se expressa de forma de viôlência policial contra estudantes e servidores na USP.
Leia a nota:
Para José Serra, diálogo só com as balas de borracha
A Central Única dos Trabalhadores do Estado de São Paulo repudia a ação truculenta da Polícia Militar contra os trabalhadores e estudantes, na tarde dessa terça-feira, dia 09 de junho, diante da entrada principal da Universidade de São Paulo.
Lamentavelmente, o uso da força contra a proposta de diálogo é a marca registrada da gestão José Serra. O governador paulista jamais aceitou conversar com os servidores do Estado, mesmo após a aprovação na Assembléia Legislativa de uma data-base do funcionalismo, em 2006.
As audiências e reuniões públicas dos trabalhadores sempre são cercadas de forte aparato de segurança, meio que Serra utiliza para se manter isolado no Palácio dos Bandeirantes. Em outras ocasiões, o tucano prefere tentar manipular a mídia ao alegar caráter político a qualquer manifestação de insatisfação diante da intransigência de seu governo.Há mais de um mês os funcionários da USP exercem o direito constitucional de greve para exigir que o Estado apresente condições dignas de trabalho. O confronto que ocorreu já estava previsto desde que a PM passou a ocupar o campus da universidade, na semana passada, da forma que só aconteceu no período da ditadura militar brasileira.
Até quando as respostas às reivindicações do funcionalismo paulista virão em forma de balas de borracha e bombas de efeito moral? Até quando o governador utilizará dinheiro público para publicidade – inclusive em outros Estados, de olho na próxima eleição – ao invés de aplicar nos trabalhadores e na melhoria dos serviços públicos?
Adi Lima, presidente da CUT/SP
Quarta-feira, 10 de junho de 2009
Professores da USP-RP estão em greve
Professores da USP de Ribeirão decidiram em assembleia, na manhã de ontem, aderir à greve dos colegas de São Paulo. Na capital, os professores cruzaram os braços na última sexta-feira.
A paralisação é um protesto contra a presença de policias militares no campus paulistano, determinada pela reitoria em 1º de junho, além das reivindicações de reabertura nas negociações para o reajuste salarial.
“Esse é um fato extremamente grave. Em vez de dialogar, a reitoria demonstra a falta de capacidade de administrar”, disse José Marcelino de Rezende Pinto, diretor regional da Associação de Docentes da USP (Adusp).
De acordo com Plauto Watanabe, representante da Faculdade de Odontologia de Ribeirão, a adesão à greve dos 917 docentes de toda a universidade era parcial ontem, mas, nos próximos dias, outros profissionais deveriam se unir à categoria.
“A tendência é união de todas os setores – funcionários, alunos e professores – assim como está acontecendo em São Paulo. Por isso, na próxima terça-feira, faremos nova assembleia para decidir se continuamos ou não a greve.”

Na quarta-feira, os alunos de Filosofia do campus de Ribeirão também fazem uma paralisação, em solidariedade aos grevistas.
“Estamos marcando uma assembleia geral para a próxima semana para decidir o que vamos fazer”, disse o diretor do Diretório Central de Estudantes (DCE), Lucas Garcia Von Zuben.
Segundo Carlos Alberto Orlandin, do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), todos os serviços estão parados e, ontem, o estacionamento foi fechado.
“Tem até carro de pró-reitor lá dentro, mas não vamos deixar sair tão cedo. Depois dessa falta de respeito que fizeram, colocando a tropa de choque contra alunos e professores em São Paulo, nosso movimento cresceu ainda mais e vamos continuar, agora mais fortes”.
Os 1,8 mil funcionários da entidade estão em greve geral há 37 dias. Serviços como o refeitório central, biblioteca, transporte e até laboratórios da Faculdade de Medicina estão parados.
Reivindicações
A greve, que ocorre por tempo indeterminado, é para pedir reajuste salarial de 17% e incorporação de mais R$ 200 e a readmissão do diretor do Sintusp, Claudionor Brandão, demitido em dezembro do ano passado.
Já os professores pedem um reajuste de 10% nos salários, além de mais verba para as universidades. Ambos exigem a saída da tropa de choque do campus da USP em São Paulo.
Ribeirão faz churrasco enquanto São Paulo vive tensão
Um dia depois dos confrontos entre servidores, estudantes e policiais em São Paulo, funcionários da USP de Ribeirão fizeram um churrasco de confraternização, com direito a cerveja, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), que fica dentro da universidade.
A festa começou na hora do almoço e, por volta das 16h, cerca de 20 funcionários permaneciam no local. Na mesma hora, chegava uma caixa de cervejas, com 24 unidades.
“Não é hora para entrevistas e muito menos para fotos. Estamos em um momento de descontração agora, disse Dulce Helena de Brito, do comando de greve.
Enquanto, isso em São Paulo, o clima continuava tenso.
Na terça-feira, balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta foram usados pela Polícia Militar contra manifestantes.
No início da tarde de anteontem, servidores e estudantes se reuniram em frente à reitoria e com carro de som e cartazes, eles reivindicavam a saída da PM da universidade e a reabertura de negociação salarial com o Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp), interrompida no último dia 25.
Três manifestantes foram detidos e dezenas ficaram feridos. Devido à ação, alunos e docentes da Unicamp também aderiram à greve.


Reitora da USP e secretário de Segurança Pública são convocados por deputado
11 de Junho de 2009
O deputado e professor Carlos Giannazi protocolou, no dia 9 de junho, 3 requerimentos nas Comissões de Educação, Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa pedindo a convocação da reitora da USP, Suely Vilela, e do secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, para explicarem a invasão da Tropa de Choque da PM no campus da capital da Universidade de São Paulo.
Ele esteve na USP na tarde desta terça-feira onde foi recebido pelo vice-reitor, Franco Lajolo. Sua intenção foi convencer a reitoria a pedir a retirada das tropas policiais do campus e reabrir o diálogo com o movimento. Amplamente noticiada pela imprensa, a presença da polícia foi atendida a partir de uma solicitação da reitoria da USP.
Giannazi, que é membro titular da Comissão de Educação da ALESP e já participou de 3 reuniões com a reitoria para exigir a retirada das tropas e a abertura de negociação com os servidores e professores, disse que é inconcebível chamar a força policial para resolver questões trabalhistas. “As cenas de violência de hoje (ontem, dia 09/06), promovidas pela Tropa de Choque, maculam a imagem da universidade”, constata o parlamentar.

junho 5, 2009

LEI DA MORDAÇA PAULISTA: Ação no STF tenta derrubar arcaísmo que cala funcionários públicos

Ação no STF contra a Lei da Mordaça municipal e estadual
04/06/2009
Da assessoria do deputado
Carlos Giannazi
Foi protocolada no dia 3/6, no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), a pedido de Carlos Giannazi (PSOL), contra as chamadas Leis da Mordaça do Estado e da Prefeitura de São Paulo. A ADPF/173 foi assinada pela presidente nacional do PSOL e ex-senadora Heloisa Helena, que atendeu ao pedido do deputado. A ADPF, cujo relator é o ministro Carlos de Ayres Britto, pede a suspensão imediata dos artigos 242, inciso I, da Lei 10.261/68 (Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) e 179, inciso I, da Lei 8989/79 (Estatuto dos Funcionários Públicos da Prefeitura de São Paulo), por não terem sido acolhidos pela Constituição Federal, que garante em seu artigo 5º a liberdade de expressão, de opinião e de manifestação. A proposta dessa Arguição no Supremo, de acordo com Giannazi ” que tem projetos de lei tramitando na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa para acabar com as Leis das Mordaça que tentam calar os servidores públicos “, visa barrar, de uma vez por todas, o assédio e as perseguições que vêm sendo feitos contra o funcionalismo público, em especial os profissionais da Educação, que são constantemente constrangidos e ameaçados pela administração pública.
carlosgiannazi@uol.com.br

LEI DA MORDAÇA PAULISTA: Ação no STF tenta derrubar arcaísmo que cala funcionários públicos

Ação no STF contra a Lei da Mordaça municipal e estadual
04/06/2009
Da assessoria do deputado
Carlos Giannazi
Foi protocolada no dia 3/6, no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), a pedido de Carlos Giannazi (PSOL), contra as chamadas Leis da Mordaça do Estado e da Prefeitura de São Paulo. A ADPF/173 foi assinada pela presidente nacional do PSOL e ex-senadora Heloisa Helena, que atendeu ao pedido do deputado. A ADPF, cujo relator é o ministro Carlos de Ayres Britto, pede a suspensão imediata dos artigos 242, inciso I, da Lei 10.261/68 (Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo) e 179, inciso I, da Lei 8989/79 (Estatuto dos Funcionários Públicos da Prefeitura de São Paulo), por não terem sido acolhidos pela Constituição Federal, que garante em seu artigo 5º a liberdade de expressão, de opinião e de manifestação. A proposta dessa Arguição no Supremo, de acordo com Giannazi ” que tem projetos de lei tramitando na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa para acabar com as Leis das Mordaça que tentam calar os servidores públicos “, visa barrar, de uma vez por todas, o assédio e as perseguições que vêm sendo feitos contra o funcionalismo público, em especial os profissionais da Educação, que são constantemente constrangidos e ameaçados pela administração pública.
carlosgiannazi@uol.com.br

abril 27, 2009

Ministério Público investiga contrato entre Serra e Abril

O Ministério Público Estadual (MPE) abriu o inquérito civil para apurar irregularidades no contrato firmado, sem licitação, entre a Secretaria de Educação de São Paulo e a Fundação Victor Civita – do Grupo Abril. O contrato trata da aquisição de 220 mil assinaturas anuais da revista Nova Escola, no valor de R$ 3,7 milhões.
A representação ao MPE foi proposta por três parlamentares Psol-SP — o deputado federal Ivan Valente e os deputados estaduais Carlos Giannazi e Raul Marcelo. Segundo ele, a Secretaria da Educação desconsiderou a existência de outras publicações da área, beneficiando a editora contratada.
Além disso, o governo Serra não consultou os educadores e passou para a fundação privada os endereços pessoais dos professores, sem qualquer comunicado ou pedido de autorização. Essa irregularidade permite outras destinações comerciais aos seus dados particulares.
O promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para ocaso, oficiou a FDE — órgão do governo estadual responsável pela contratação —, solicitando que esclareça os motivos da contratação ecogitando a suspensão do contrato. A diretora de projeto especiais da FDE foi intimada a prestar depoimento nos próximos dias.
Faria também oficiou a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo) a informar se foi consultada sobre a escolha da Nova Escola — e se ocorreram reclamações por parte dos professores devido ao fornecimento de seus endereços particulares. O promoter ainda notificou outras editoras que atuam no ramo educacional, consultando se teriam condições de participar do processo licitatório que sequer foi aberto.
Na avaliação de Ivan Valente, o despacho inicial do Ministério Público já é uma importante vitória para o movimento dos professores diante das arbitrariedades e desmandos do governo Serra na área da educação. “Vamos acompanhar a tramitação do processo e pressionar para que os responsáveis por esta contratação que lesa os cofres e os interesses públicos sejam punidos com o rigor da lei”, declarou o parlamentar.
Da Redação
Vermelho, com informações do Psol
E MAIS:
Essa Secretaria Estadual de Educação de São Paulo dá trabalho pro Ministério Público, hein?
Deputado requer informações sobre contrato entre pasta da Educação e Fundação Faria Lima
Site do deputado Carlos Gianazzi ( Psol/ SP ), 16 de Fevereiro de 2009
Um milhão de reais. Esse é o valor arredondado de um contrato firmado em dezembro de 2008 entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Prefeito Faria Lima para que esta última instituição preste “serviços técnicos especializados de consultoria para identificar, analisar e mapear equipamentos culturais para subsidiar a FDE, na elaboração da publicação e na realização do Projeto “Lugares de Aprender: a escola sai da escola.”.
Preocupado com o desembolso milionário para uma função cuja execução poderia ser feita tanto pelos funcionários das Delegacias de Ensino da Secretaria Estadual da Educação quanto da Secretaria Estadual da Cultura, o deputado Carlos Giannazi (PSOL) encaminhou um Requerimento de Informação à SEE no dia 03/02 para que esta se justifique em relação a esse contrato.
“Não se trata de criticar o projeto Lugares de Aprender, embora seja uma atividade curricular bastante conhecida e colocada em prática em outros governos. O que se questiona é, de novo, o dispêndio de dinheiro para um levantamento que já deve existir na administração do estado. A impressão é que não há crise (financeira) de natureza alguma e que sobra dinheiro para a FDE e SEE”, argumenta Giannazi.
O deputado, junto da diretora-presidente do Sindicato de Supervisores do Magistério no Estado de São Paulo, Maria Cecilia Mello Sarno, também entrou com uma Representação no Ministério Público a fim de que se averigúe os termos em que se deu esse contrato.

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novembro 8, 2008

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

Serra volta atrás e cancela fechamento de escola em Vila Prudente. Desativamento da unidade havia sido planejado há 1 ano ( antes mesmo da reforma )!!

O artigo a seguir foi inteiramente copiado do bom jornal de bairro Folha de Vila Prudente. Pois eu não sei se os demais jornais – pelo menos os que costumam tratar de assuntos locais, como o Agora ou o JT – abordaram o assunto. Eu acho que não. Da mesma maneira que eu não me recordo de ter visto qualquer coisa sobre a manifestação dos professores, ocorrida na Praça da Sé em 31 de Outubro ( enquanto escrevia esta última sentença, dei uma paradinha e fui pesquisar nos sites de Estado e Folha; no dia 1º. de Novembro, nada consta; no dia 31 de Outubro, dia do evento, o Estadão falava sobre a “economia” que as escolas deverão fazer e da parceria que o Governo estadual fez com aquela ONG INDG; por sua vez, a Folha cuidou de mencionar a “prova” que os candidatos a professor temporário deverão fazer; ou seja, nada ocorreu na Praça da Sé, em 31 de Outubro para estes jornais e, obviamente, para seu leitor ), conforme somos informados no site da APEOESP: ” Fax nº 74 – 03/10/2008 PROFESSORES REFORÇAM LUTA CONTRA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EXCLUDENTE
Reunidos na Praça da Sé na tarde desta sexta-feira, 31/10,professores referendaram as propostas do Conselho Estadual de Representantes que aprovou a continuidade da luta contra qualquer avaliação de desempenho excludente e a política de bonificação. A categoria deve reforçar a mobilização em defesa da escola pública e dos direitos e reivindicações da categoria. Os professores também reconheceram os avanços obtidos pela intermediação do Tribunal Regional do Trabalho junto à S.E.E. em decorrência da greve de junho/julho (
Continua aqui … )” .

Vila Alpina: Estado anuncia fechamento de escola e depois volta atrás
Gerson Rodrigues
FOLHA DE VILA PRUDENTE, ed. 858 – 07 a 13 de Novembro de 2008
Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas estruturais na escola estadual Professor Mario Casassanta, na rua Paramú, 693, Vila Alpina, a Secretaria Estadual de Educação anunciou a desativação da unidade e pegou de surpresa direção, funcionários, pais e alunos. Representantes da Secretaria chegaram até a oferecer aos estudantes opções de outras unidades de ensino da região para transferência, mas após manifestações e reuniões com os pais e alunos, que desde que souberem da possível desativação, se mobilizaram em busca de explicações, a Secretaria revogou a decisão. O comunicado de fechamento, que gerou muita revolta na comunidade, foi enviado à escola no último dia 30, através de um documento que mostra que o processo de desativação vem sendo tratado pelo governo estadual desde o ano passado, antes do início da reforma [ grifo do blog ] .
A princípio, a escola fundada há mais de 40 anos e que atualmente oferece os ensinos fundamental e médio, além do supletivo para jovens e adultos, seria fechada até o fim do próximo ano. Segundo funcionários da unidade, a justificativa da Secretaria foi o baixo rendimento e a evasão de alunos. “Claro que muitos estudantes deixaram de comparecer às aulas. O prédio estava muito deteriorado e com o início das reformas, fomos obrigados a conviver com muita poeira, além de outras dificuldades. Muitos adoeceram e optaram por ficar em casa o que influenciou negativamente no rendimento”, declara a estudante Roseli de Campos. “É um absurdo a desativação da nossa escola. Sempre lutamos para uma reforma e agora que algumas melhorias foram realizadas, querem nos tirar daqui”, afirma a estudante do segundo ano do ensino médio, N.P.S. Com a decisão de fechamento revogada, a promessa é que a escola integrará outras áreas, como cursos técnicos profissionalizantes, mas ainda sem previsão. Embora as obras realizadas no local tenham colaborado com a reforma de ambientes que até então estavam impossibilitados de serem utilizados (como algumas salas que em dias de chuvas acumulavam poças de água), não foi suficiente para sanar todos os problemas da escola.

Após investir cerca de R$ 540 mil em reformas, Secretaria de Educação comunicou desativação da unidade

Internamente o prédio passou por reparos, porém a fachada continua deteriorada e a quadra poliesportiva e o ginásio de esportes seguem interditados.
Imprensa de fora
Na tarde da última terça-feira, dia 4, pais e alunos da escola, acompanhados pelos deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (PSOL), foram até a Delegacia de Ensino Região Centro Sul, na Vila Mariana, buscar explicações sobre a até então possível desativação. Na ocasião, a reportagem da Folha e representantes de outros órgãos de imprensa que também acompanham o caso, foram expulsos de uma reunião sobre o assunto, quando esta já seguia pela metade.
Segundo a dirigente regional de ensino, Maria Izabel Faria, o veto a participação dos repórteres partiu da assessoria de imprensa da Secretaria, por ser uma reunião interna.
Questionada, a assessoria informou que não tinha conhecimento da realização da reunião e portanto, não fez qualquer tipo de proibição. No final da reunião, a reportagem tentou buscar mais informações sobre a situação da escola junto a dirigente e ela se limitou a dizer que “não podia se pronunciar”.

Aviso do Governo causou revolta nos estudantes que se mobilizaram em busca de explicações

O ambiente interno ganhou diversas melhorias, embora as obras não foram suficientes para sanar todos os problemas da unidade de ensino

Segundo o deputado Adriano Diogo, os representantes da Secretaria propuseram à diretoria da unidade a apresentação de um plano pedagógico para a recuperação da escola. “Não é porque o prédio está fisicamente degradado que devem acabar com a escola”, afirmou.
Outro que também não concordou com o fechamento foi o deputado Giannazi, membro da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa. “Não é com a desativação da escola que irão resolver o problema do rendimento dos alunos. Irei convocar a diretora regional e a secretária de educação ( Maria Helena Guimarães de Castro ) para depor em nossa comissão”, declarou.
O fato é que após toda confusão, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, a proposta de fechamento da escola foi revista. Ainda segundo a assessoria, a unidade será otimizada. É o que a comunidade espera.

novembro 6, 2008

"Serra fecha escola em Vila Prudente", por Adriano Diogo

Serra fecha escola estadual na Vila Prudente
BLOG DO ADRIANO DIOGO, 04.11.08 Nasci na Região de Vila Prudente, na Cidade de São Paulo, e o Governador Serra resolveu fechar uma escola estadual antiga, cujo nome é Escola Estadual Prof. Mário Casassanta, também conhecida como Ginásio Estadual de Vila Alpina. E tem um detalhe: foi fechada depois de uma reforma.
É uma escola enorme, tradicional, altamente conceituada, por onde passaram muitas gerações. Foi fundada em 1957, com o nome de Geva; em 1965, foi rebatizada como Escola Estadual Professor Mário Casassanta. O estabelecimento de Vila Alpina passou por uma profunda reforma. A tradicional escola da rua Paramu, 693, na Vila Bela, tem 10 mil metros quadrados de terreno e quatro mil metros quadrados de área construída. O projeto do Executivo inclui a revisão da cobertura, reforma total das instalações eletrônicas e hidráulicas e pintura geral. No que será que vai ser transformado o Ginásio Estadual de Vila Alpina Mário Casassanta? Numa base da Polícia Militar? Numa base dos Bombeiros? Numa Delegacia de Ensino? Ou vai ser cedida para uma escola particular? Ou vai ser vendida para as imobiliárias num local de forte exploração imobiliária?
Já houve uma ação criminosa do Governo, que fechou uma escola na Mooca, a Adelina Marzagão, para virar sede de delegacia de ensino. E agora o Governador vai fechar outra escola, numa região carente como a Vila Alpina, perto de favelas enormes.
É um absurdo. Resolvem fechar uma das melhores escolas da região, fundada em 1957, numa região da periferia da Cidade de São Paulo, próxima a São Caetano do Sul, sem dar nenhuma explicação para a comunidade. O diretor da escola está preocupadíssimo. A Secretaria da Educação não dá nenhum tipo de satisfação, de resposta à comunidade.
Já requeri informações à Secretaria Estadual de Educação, para que sua assessoria parlamentar responda à Assembléia Legislativa por que a Escola Mário Casassanta anunciou seu fechamento depois de uma enorme reforma.
Neste exato momento, estou me dirigindo à Delegacia de Ensino Centro Sul, para uma reunião com a dirigente Maria Izabel Farias, sobre o problema em questão.
Agradeço ao jornalista André Kuchar e à comunidade, que me enviaram e-mails relatando este triste fato. Me coloco inteiramente à disposição, como deputado estadual da região, para averiguar tão grave problema.
PARA SABER MAIS:
ESCÂNDALO: JOSÉ SERRA INVESTE R$ 600 MIL EM REFORMA DE ESCOLA, PARA DEPOIS ANUNCIAR SEU FECHAMENTO! Mais uma do Gepeto!!
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