Chica e família atuavam em esquema de R$ 6,6 milhões
Jornal dos Prefeitos/ Gazeta de Cuiabá/MT
ROMBO NA CÂMARA
Investigados serão indiciados por formação de quadrilha, falsidade ideológica, de documento público e coação
Investigados serão indiciados por formação de quadrilha, falsidade ideológica, de documento público e coação
Além da ex-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, deputada Chica Nunes (PSDB), a Delegacia Fazendária de Mato Grosso já decidiu indiciar também outras sete pessoas por envolvimento com fraudes em notas fiscais do Legislativo. Entre elas estão o marido da parlamentar, Marcelo Ribeiro, e dois irmãos. Segundo as investigações, o esquema teria causado prejuízo de R$ 6,6 milhões aos cofres públicos.
“A certeza da impunidade era tão grande que o grupo criminoso sequer preocupou-se em dissimular o óbvio. Chegaram ao ponto de emitir notas fiscais clonadas sem se preocuparem com o objeto social da empresa”, diz trecho do relatório que acompanha o inquérito.
O indiciamento será oficializado até a semana que vem, quando o inquérito será remetido à Procuradoria-geral de Justiça (PGJ) para oferecimento de denúncia. Eles serão indiciados por formação de quadrilha ou bando (pena de 1 a 3 anos de reclusão), falsidade ideológica (1 a 5 anos), falsificação de documento particular (1 a 5 anos), falsificação de documento público (2 a 6 anos), peculato (2 a 12 anos) e coação (1 a 4 anos).
Além de Chica e Marcelo Ribeiro, que é pré-candidato a prefeito em Barão de Melgaço, a Delegacia Fazendária confirmou ontem que irá indiciar também os irmãos da deputada: Benedito Elson e Elson Benedito Santana Nunes, além dos empresários Silas Lino de Oliveira e Ana Maria Franco de Barros e os servidores públicos Alessandro Roberto Rondon de Brito (secretário-geral da Câmara) e Gonçalo Xavier Botelho Filho (secretário de Finanças do Legislativo).
Esquema - De acordo com o inquérito instaurado em julho do ano passado, o esquema era bem simplório. Antes de ser realizado qualquer processo licitatório na Câmara Municipal nos anos de 2005 e 2006, a então presidente do Legislativo se reunia com o seu marido e os seus irmãos, o secretário de finanças, o secretário-geral e os empresários para decidir como se daria a simulação da licitação.
Acertados tais detalhes, Marcelo ou os irmãos de Chica Nunes determinavam a fraude nos processos para beneficiar as empresas criadas também de forma fraudulenta por Silas e Ana Maria. As irregularidades já haviam sido apontadas também pelo Tribunal de Contas do Estado.
“A certeza da impunidade era tão grande que o grupo criminoso sequer preocupou-se em dissimular o óbvio. Chegaram ao ponto de emitir notas fiscais clonadas sem se preocuparem com o objeto social da empresa”, diz trecho do relatório que acompanha o inquérito.
O indiciamento será oficializado até a semana que vem, quando o inquérito será remetido à Procuradoria-geral de Justiça (PGJ) para oferecimento de denúncia. Eles serão indiciados por formação de quadrilha ou bando (pena de 1 a 3 anos de reclusão), falsidade ideológica (1 a 5 anos), falsificação de documento particular (1 a 5 anos), falsificação de documento público (2 a 6 anos), peculato (2 a 12 anos) e coação (1 a 4 anos).
Além de Chica e Marcelo Ribeiro, que é pré-candidato a prefeito em Barão de Melgaço, a Delegacia Fazendária confirmou ontem que irá indiciar também os irmãos da deputada: Benedito Elson e Elson Benedito Santana Nunes, além dos empresários Silas Lino de Oliveira e Ana Maria Franco de Barros e os servidores públicos Alessandro Roberto Rondon de Brito (secretário-geral da Câmara) e Gonçalo Xavier Botelho Filho (secretário de Finanças do Legislativo).
Esquema - De acordo com o inquérito instaurado em julho do ano passado, o esquema era bem simplório. Antes de ser realizado qualquer processo licitatório na Câmara Municipal nos anos de 2005 e 2006, a então presidente do Legislativo se reunia com o seu marido e os seus irmãos, o secretário de finanças, o secretário-geral e os empresários para decidir como se daria a simulação da licitação.
Acertados tais detalhes, Marcelo ou os irmãos de Chica Nunes determinavam a fraude nos processos para beneficiar as empresas criadas também de forma fraudulenta por Silas e Ana Maria. As irregularidades já haviam sido apontadas também pelo Tribunal de Contas do Estado.


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