A Al Ghurair Foods, do grupo Al Ghurair Investments, quer dobrar sua capacidade de produção de ovos e vai enviar representantes ao Brasil em abril para comprar máquinas.
Dubai – A empresa do setor alimentício Al Ghurair Foods, do grupo de Dubai Al Ghurair Investments, está de olho nos maquinários do Brasil. Para conseguir ampliar sua capacidade de produção de ovos, de 500 mil para 1,5 milhão por dia, o gerente de negócios da companhia, Firas Rabah, irá visitar a feira brasileira AveSui, de soluções e informações para a indústria de aves e suínos, que será realizada em abril, em São Paulo.
“Já importamos milho, soja e trigo do Brasil. Agora queremos conhecer os maquinários e equipamentos”, afirmou Rabah, que está com um estande na Gulfood no hall 4, mesmo local onde estão os pavilhões brasileiros na feira de Dubai. De acordo com o gerente, seu principal interesse é nas gaiolas para guardar as aves e nas máquinas para separar e embalar os ovos.
“Já importamos milho, soja e trigo do Brasil. Agora queremos conhecer os maquinários e equipamentos”, afirmou Rabah, que está com um estande na Gulfood no hall 4, mesmo local onde estão os pavilhões brasileiros na feira de Dubai. De acordo com o gerente, seu principal interesse é nas gaiolas para guardar as aves e nas máquinas para separar e embalar os ovos.
Atualmente, o maquinário das sete fábricas de alimentos da Ghurair Foods é importado da Holanda e da Bélgica. Além dos ovos, a empresa produz macarrão instantâneo, óleo de soja, farinha de trigo, ração animal, entre outros. A matéria-prima é importada de diversos países, como Argentina, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
Com mais de 100 anos no mercado, o grupo está presente em mais de 50 países e emprega cerca de 20 mil funcionários. Com um giro de caixa anual de mais de US$ 1 bilhão, o grupo atua em diversas áreas como banco, seguro, embarques marítimos, elétrico-mecânica, educação, trading, construção, cimento, alumínio, energia, mármore, entre outros.
Mais negócios na feira
No segundo dia da Gulfood, mais empresas brasileiras fecharam negócios. A Docile, fabricante de doces, fechou a venda de um contêiner de 25 toneladas de balas, pastilhas, chicletes e refrescos em pó para um distribuidor da Síria. “Essa vai ser a nossa primeira exportação para Síria”, afirmou o diretor comercial da empresa, Alexandre Heineck.
No segundo dia da Gulfood, mais empresas brasileiras fecharam negócios. A Docile, fabricante de doces, fechou a venda de um contêiner de 25 toneladas de balas, pastilhas, chicletes e refrescos em pó para um distribuidor da Síria. “Essa vai ser a nossa primeira exportação para Síria”, afirmou o diretor comercial da empresa, Alexandre Heineck.
Segundo ele, a empresa já exportou para Marrocos, Argélia, Egito, Palestina, Jordânia, Líbano e Iraque, entre os países árabes. Cerca de 20% do faturamento da companhia, com sede no Rio Grande do Sul, vem das exportações. Nos dois primeiros dias de feira, a Docile já fez mais de 60 contatos. O principal objetivo no evento é conseguir um distribuidor no mercado árabe.
Outra empresa que fechou pedidos nesta terça-feira (24) foi a Serlac, trading da Itambé, fabricante de leite. Segundo o gerente comercial da trading, André Campos, foram fechados três pedidos para o Iêmen, Líbia e Sudão. Os três juntos somam 15 contêineres de leite em pó e evaporado. “Estamos esperando mais clientes, que com certeza devem fechar novos pedidos”, disse Campos.
Os ovos do Aviário Santo Antonio também fizeram sucesso na feira. A empresa fechou a exportação de um contêiner com 1.248 caixas para o Iêmen. De acordo com o diretor financeiro, Aulus Assumpção, a empresa já tem três clientes no país árabe, mas esse foi um novo contato. “Ele tem interesse de importar um contêiner por semana”, afirmou o diretor. Para ele, a parceria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira com o Ministério da Agricultura para organização do estande foi muito boa para o aviário.
Os ovos do Aviário Santo Antonio também fizeram sucesso na feira. A empresa fechou a exportação de um contêiner com 1.248 caixas para o Iêmen. De acordo com o diretor financeiro, Aulus Assumpção, a empresa já tem três clientes no país árabe, mas esse foi um novo contato. “Ele tem interesse de importar um contêiner por semana”, afirmou o diretor. Para ele, a parceria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira com o Ministério da Agricultura para organização do estande foi muito boa para o aviário.
Além dessas empresas, estão no estande da Câmara Árabe mais nove empresas. A feira que começou segunda-feira em Dubai segue até quinta-feira (26).
Marina Sarruf/ANBA
.
Oportunidades de negócios
Banco árabe quer financiar exportador brasileiro
20.02.09
Banco árabe quer financiar exportador brasileiro
20.02.09
A Arab Bank, um dos maiores da região, oferece crédito para operações de comércio exterior entre Brasil, Oriente Médio e Norte da África. Executivo diz que a instituição tem liquidez mesmo na crise.
São Paulo – O Arab Bank, sediado em Amã, na Jordânia, e com filiais em 30 países, quer oferecer financiamentos para o comércio entre o Brasil e o mundo árabe. Executivos do Europe Arab Bank (EAB), braço europeu da instituição, com sede em Londres, estiveram em São Paulo esta semana para divulgar esse interesse e fizeram uma visita à Câmara de Comércio Árabe Brasileira.“Temos interesse em encorajar o comércio do Brasil com os países árabes, ajudar a complementar as trocas por toda a cadeia de fornecimento”, disse à ANBA o chefe do departamento de commodities e financiamento de comércio exterior do EAB, Rowan Austin, que esteve na Câmara acompanhado do diretor de financiamento de operações estruturadas de comércio, Stephen Kemp, e do consultor Robert Paterson, da Lafco International, de São Paulo.
De acordo com Austin, o banco não tem estrutura física no Brasil, mas atua em parceria com instituições que podem oferecer acesso às suas linhas de crédito. Ele acrescentou que os empresários brasileiros podem se utilizar do know-how que o Arab Bank tem sobre o Oriente Médio e o Norte da África, e as companhias árabes podem usar a expertise de seus parceiros no mercado brasileiro.
Austin disse também que, apesar da crise internacional, o banco, um dos maiores do mundo árabe, tem liquidez e está disposto a emprestar. Ele ressaltou, no entanto, que a instituição atua de forma conservadora e tem como política a mitigação de riscos nos negócios realizados para seus clientes.
O executivo informou que a prospecção do mercado brasileiro está sendo realizada pela filial européia pelo fato de Londres ser um dos principais centros financeiros e de comércio do mundo. Austin acrescentou que a empresa busca fazer contatos com câmaras de comércio para divulgar seus serviços aos operadores de comércio exterior.
Performance
No ano passado, segundo informações divulgadas este mês pelo grupo, o Arab Bank teve um lucro líquido de US$ 840 milhões, um crescimento de 8,4% sobre 2007. O lucro antes dos impostos ficou em mais de US$ 1 bilhão, um aumento de 10%.
O volume de depósitos na instituição chegou a US$ 31,4 bilhões no final de 2008, um crescimento de 27%. O valor equivale a 69% dos ativos do grupo, que terminaram o ano em US$ 45,6 bilhões, um acréscimo de 19%. A carteira de crédito ficou em US$ 22,5 bilhões e o retorno sobre o patrimônio líquido (rentabilidade) em 11,2%.
Austin acrescentou que os principais negócios do banco são os financiamentos para projetos de infraestrutura no mundo árabe e para o comércio da região. O grupo tem 78 anos e, além do Oriente Médio, África e Europa, está presente na Ásia, Oceania e América do Norte.
Mais informações
Robert Paterson
Lafco InternationalTel: +55 11 3818-0969
E-mail: r.paterson@lafcointl.com
Site: www.lafcointl.com.br
Rowan Austin
Europe Arab Bank
Tel: +44 20 7315-8500
E-mail: rowan.austin@eabplc.com

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
ADSL Residencial
Antivírus
LIVRARIA CULTURA
Virtual Books


- Shoutwire - Internet News for the Masses






