ENCALHE

maio 29, 2009

União da Chinaglia e da Dinap pode não ocorrer

União da Chinaglia e da Dinap pode não ocorrer
Secretaria de Acompanhamento Econômico recomendou a não aprovação do negócio. Despacho saiu no Diário Oficial da terça-feira, 26
Meio e Mensagem, 27/05/2009
A compra da distribuidora Fernando Chinaglia pelo Grupo Abril, está em risco. No Diário Oficial da última terça-feira, 26, foi publicado despacho da Secretaria de Direito Econômico (SDE), vinculada ao Ministério da Justiça, e da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE), do Ministério da Fazenda, em que é aconselhada a “não aprovação do ato na forma em que foi apresentado”. O processo segue agora com esta recomendação para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). No fim da tarde desta quarta-feira, 27, o Grupo Abril divulgou comunicado em que informa que “ainda analisará o parecer, cuja versão completa, porém, não foi divulgada até o momento.”
No documento, o Grupo informa também que “sempre se pautou absolutamente pelo princípio da legalidade, que norteia todas as suas ações. Por isso, confia na total correção da operação e em uma decisão positiva do CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – sobre o assunto.” O negócio entre as duas maiores distribuidoras do País (a Dinap é a líder) foi anunciado em 2007.

novembro 29, 2007

Tentáculos: Monopólio de distribuição de publicações e ( pior ) da informação, pretendido pela Abril, é tema de discussão na Câmara!!!

Filed under: CADE, Câmara Federal, Dinap, Fernando Chinaglia — Humberto @ 11:25 pm
( Antes de tudo: Russomano foi pro PT??? )
Audiência na Câmara analisa fusão entre Dinap e Fernando Chinaglia
Da Redação
Requerida pelo deputado Celso Russomanno (PT-SP), uma audiência pública hoje, às 14h, na Câmara debaterá a compra da Fernando Chinaglia Distribuidora pelo Grupo Abril, que pode levar ao monopólio no setor de distribuição de revistas. Segundo o deputado, a Dinap, distribuidora já pertencente à Abril, detém 70% do mercado, e a Chinaglia, os outros 30%.
“Esse monopólio é preocupante. Trata-se de uma grande empresa editora exercer o monopólio de distribuição de publicações em todo o território brasileiro, inclusive todas as publicações de seus concorrentes.” Para o parlamentar, a fusão pode acarretar prejuízos para o mercado, consumidores e até mesmo para a liberdade de imprensa.
Foram convidados para a audiência o presidente do Grupo Abril, Roberto Civita; o editor-executivo da revista Istoé, Carlos José Marques; a publisher da CartaCapital, Manuela Carta; o editor da revista Fórum, Renato Rovai; o diretor da editora Escala, Hercílio de Lourenzi; o representante da editora Globo Juan Ocerin; o representante da editora Duetto Alfredo Nastari; a secretária de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, Mariana Tavares; e a presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Elizabeth Farina.
A compra da Chinaglia pela Abril ainda depende de autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
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28/11/07

outubro 16, 2007

DINAP ( leia-se Editora Abril ) lança tentáculos sobre a "distribuição" de publicações, compra rival Fernando Chinaglia e estabelece monopólio!!

Filed under: CADE, Dinap, Editoras, Fernando Chinaglia, imprensalão, monopólios, publicações — Humberto @ 7:05 pm
Fusão entre Dinap e Chinaglia é um risco à democratização do setor, dizem Editoras
Na última quinta-feira (11), a notícia que o Grupo Abril havia comprado a Fernando Chinaglia Distribuidora pegou o mercado editorial de surpresa. A fusão das duas maiores distribuidoras do Brasil – e a criação da Treelog S. A. Logística e Distribuição, uma nova empresa da Abril – foi comemorada por alguns, mas muito criticada por outros.
Segundo comunicado da Abril, com a transação, a Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap) – de propriedade da Abril – e a Fernando Chinaglia Distribuidora unificam logística e distribuição, mas seguem com administração e operações comerciais separadas, atendendo normalmente seus respectivos clientes.
O objetivo da fusão, ainda segundo o comunicado, é “alcançar eficiência ainda maior na distribuição de publicações”, levando em conta também o “surgimento e consolidação de novas plataformas de distribuição, notadamente a internet e demais mídias digitais”.
Apesar do discurso positivo, várias editoras vêem com ressalvas e até apreensão o surgimento da Treelog. Para Renato Rovai, editor da revista Fórum, distribuída pela Chinaglia, se todo o mercado de distribuição se concentrar nas mãos de uma única empresa, cria-se um “risco grandíssimo” de que ele seja manipulado. “Sempre fizemos críticas à Veja. Será que empresa da Abril vai continuar distribuindo nossas revistas?”, questiona Rovai.
Segundo o editor, que foi avisado da fusão pela imprensa, a nova empresa pode causar problemas na só às pequenas editoras, mas também às grandes. Como exemplo, Rovai citou a Editora Globo, distribuída pela Chinaglia e concorrente direta de várias publicações da editora dos Civita. “E se a Abril quiser deixar de distribuir as revistas da Globo ou criar entraves?”, se pergunta Rovai.
Procurada pelo Portal IMPRENSA, a Editora Globo informou que também foi pega de surpresa. “Não fomos avisados antes [da fusão], ficamos sabendo pela imprensa. Por enquanto, não temos nada a pronunciar porque estamos esperando uma reunião com o pessoal da Chinaglia, o que deve ocorrer ainda esta semana”, declarou a assessoria da Editora.
Ao jornal O Estado de S.Paulo, a diretora de Marketing da Editora Globo, Yara Grottera, disse ser de fundamental importância nesse negócio preservar o que chama de “certos truques” que podem estimular vendas em bancas. “A revista Época (da Editora Globo) sai antes da Veja (Editora Abril), assim como a Marie Claire (Globo) circula dois dias antes da Cláudia (Abril). Isso cria oportunidade de venda no varejo, o que não quero perder”, disse.
No mercado de publicações populares, um dos maiores concorrentes das revistas da Abril é a Editora Escala, também distribuída pela Chinaglia. Segundo o presidente da Editora, Ercílio De Lourenzi, se a independência das distribuidoras for mantida – como garante o comunicado da empresa-, a transação será positiva, senão, será “um desastre”.
“Me lembro que, no início de sua empresa de distribuição, o Fernando Chinaglia se dizia ser o ‘baluarte da democracia’. Me parece que essa função foi para o espaço. Essa é uma situação complicada e que ainda não podemos afirmar como acabará, mas mudou completamente o quadro, porque agora ficou difícil haver contraponto de idéias. Se as empresas mantiverem a independência, haverá até uma redução nos custos, se não, será um desastre”, declarou Lourenzi, que também foi avisado da fusão pela mídia.
Mercados
A Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap) detém 70% do mercado de distribuição e atende 32 mil pontos de venda. Além a Editora Abril, a empresa atende a outros cerca de 60 clientes. Já a Fernando Chinaglia, dona dos outros 30% de mercado, chega a 28 mil pontos de venda e responde pela distribuição de 250 empresas, entre elas a Editora Globo e Editora Três.
Como a fusão é entre as duas maiores empresas de distribuição do país, ela ainda terá de ser aprovada pelo órgão antitruste do governo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cadê). O Grupo Abril tem 15 dias – a contar da data da aquisição (11/10) – para comunicar a compra.
Procurada pelo Portal IMPRENSA, a Editora Abril disse que “não há previsão de alguém falar sobre o assunto”. Até o fechamento da matéria, a Fernando Chinaglia Distribuidora não havia respondido às ligações da reportagem.
Por Cristiane Prizibisczki/ Redação Portal IMPRENSA
16/10/07

abril 17, 2007

ABRIL ( no ) VERMELHO !!!!!!!

Editora Abril terá que entregar registros à justiça

O que está por trás dos negócios do Grupo Abril? É o que querem saber o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, e a Justiça Criminal de São Paulo. Esse interesse nasceu de um processo que a TV Bandeirantes move contra redatores do Grupo Abril.
O Grupo Abril terá que abrir a caixa preta de seus negócios com grupos estrangeiros que compraram ações de empresas de comunicação. A decisão é da Justiça Criminal de São Paulo.
A Editora Abril vai ter de entregar à Justiça todos os seus registros acionários. Entre os documentos, estão os da venda de 30% da empresa ao grupo sul africano Naspers, que apoiou o apartheid. Um negócio que provocou reação da comunidade negra.
Procurada, a assessoria da Abril não deu resposta.
Nessa Terça, 17/04/2007 às 19h20 no Jornal da Band, você vai saber como o Grupo Abril conseguiu dinheiro público da ditadura brasileira para investimento, sem precisar pagar a conta.
A Band vai mostrar também as vendas sem licitação de milhões de livros didáticos para o Governo.
E mais:
Clique aqui nesse ponto, e “veja” ( brrrr!!! ) o histórico discurso do então senador Roberto Requião em 1999, revelando alguns segredinhos bem guardados – ou pouco investigados e/ ou revelados – sobre o “jeito Famiglia Civita” de fazer negócios rendosos.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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