ENCALHE

outubro 22, 2007

MP de SP apura favorecimento à ONG ligada a tucanos

Filed under: Alberto Goldman, Bussinger, Idelt, Maravilhas da Tucanidade, ONGs, Sambaíba — Humberto @ 1:38 pm

O Ministério Público Estadual investiga as relações do Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transportes e Meio Ambiente (Idelt) com o governo paulista e prefeituras. O Idelt é uma organização não governamental criada por Alberto Goldman (PSDB), vice-governador paulista, Frederico Bussinger, ex-secretário municipal de Transportes de São Paulo, e Thomaz de Aquino Nogueira Neto, atual presidente da Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), entre outras pessoas ligadas ao setor de transporte público e ao PSDB. É presidido pela mulher de Bussinger, Vera Bussinger. E recebeu pelo menos R$ 5 milhões dos cofres públicos nos últimos sete anos.
Promotores querem saber se houve superfaturamento dos contratos e favorecimento da organização não governamental ligada ao PSDB. São analisados ao menos 16 contratos e aditamentos, parte sem licitação, com Dersa, Sabesp, Secretaria Estadual do Trabalho, prefeituras de São Paulo e Carapicuíba, segundo publicações do Diário Oficial do Estado. As contratações referem-se a cursos de qualificação profissional como assistente administrativo, reciclagem de lixo, conservação, limpeza e formação de mão de obra para fazer calçadas (calceteiro), além de assessoria técnica em transporte público e programas de água de reúso. A Dersa alega que não havia necessidade de licitação pelo fato de o instituto ter notória especialização nos setores em que atua.
Um dos inquéritos foi aberto no fim de setembro pela Promotoria da Justiça e Cidadania e apura quatro contratos e três aditamentos feitos entre o Idelt e a Dersa, que somam mais de R$ 450 mil. O outro, em andamento desde o ano passado, analisa contrato de R$ 948 mil com a Prefeitura de São Paulo, firmado na gestão de José Serra (PSDB).
Nos dois casos não houve licitação para contratação, apesar de existirem outras instituições capazes de fornecer tal tipo de serviço, como a Escola de Sociologia e Política de São Paulo, a Fundação Tide Azevedo Setúbal, o Instituto Paradigma, a Cosmética Beleza e Cidadania, entre outras ONGs e instituições. Estas três últimas mantêm atualmente parcerias com a Prefeitura da capital. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
YAHOO! Notícias
22/10/07

+ Capivaras:
Este nome familiar me parece estar com problemas.
Troca de favores suspeita
Mulher de secretário trabalhou para viação
Nova suspeita contra secretário
Ongs, Oscics e Terceiro Setor: ajudando o DEMo a investigar esse universo

março 5, 2007

CA 3785923

Não, não é o número de uma conta em meu nome em algum paraíso fiscal. Minha realidade não poderia estar mais distante.
Houve um tempo em que, a cada pisada na bola que uma linha de ônibus, uma empresa ou até mesmo um motorista desse, eu já corria e dedurava para o 156. Aí, veio o Serra. E foi-se o Serra. E veio o Kassab, em quem ninguém votou.
Os serviços ficaram tão ruins, a mídia dedicava-se a “descobrir” novos “supostos” crimes do PT ( como o original “Valerioduto” – concebido em reuniões do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, lá pelos idos de 78, 79 , e nascido e criado junto com o PT em 1980 ) e de Lula, as administrações estaduais e municipais do PSDB e capangas de agremiações aliadas eram tão gritantemente protegidas e blindadas que desisiti de fazer qualquer reclamação ou sugestão. Como não haviam as habituais manchetes do Jornal da Tarde ou do Agora, dizendo às pessoas como elas deviam agir e pensar e, portanto, essas pessoas não enxergavam por si mesmas a condição piorando, comecei a sentir-me uma besta ulcerosa.
Na última vez em que tive o desprazer de requerer alguma providência da Prefeitura de Andrea Matarazzo – e já relatei o episódio aqui aqui – após perder dezenas de minutos para tentar fazer uma queixa no 156, relatando as dezenas de minutos que perdera esperando por um ônibus, a burra que me atendia estava sendo ensinada enquanto me atendia ( eu podia ouví-la recebendo as instruções ) , sendo que repondi 3 vezes o mesmo questionário, até que acabou com a linha caíndo, e o serviço terminado sem ter sido feito.
Bom, o número que aparece no título se trata do protocolo de uma reclamação que fiz no Sábado, quando aguardei a partida de um veículo durante 50 minutos: das 22:25 hs até às 23:15 hs.

De saco cheio, resolvi voltar à carga. Mas as coisas não andam bem por aqui.

Só para termos uma idéia da complexidade da questão, deveríamos saber quem são os personagens que comandam, de uma forma ou de outra, o mercado do transporte coletivo na Capital, com todas as decorrências disso e os interesses cruzados. Por exemplo, a publicidade nos veículos passa, obrigatoriamente pelo sobrenome “Ruas“, como se verá aqui nesse ponto ( Ver “Checagem OK” ).

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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