ENCALHE

novembro 7, 2007

Apagão aéreo volta com tudo: notícia recente mostra a estutura societária da BRA. A Gávea pertence a Armínio Fraga.

ANAC suspende vôos internacionais da BRA
Passageiros que já têm bilhetes para o exterior com a BRA terão de ser realocados em vôos de outras companhias.
BRA terá de procurar alternativa para passageiros de vôos internacionais.
Brasília - A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) decidiu hoje suspender as vendas de passagens internacionais da companhia aérea brasileira BRA, em função dos problemas que a empresa teve com seus Boeing 767 que fazem rotas para o exterior. Lisboa é, desde julho de 2006, um dos destinos internacionais da BRA.Um comunicado da ANAC indica que “os aviões da BRA estão sob inspeção da ANAC sendo que em um deles, no Rio de Janeiro, está sendo executado o ”Check C”, que é uma inspeção completa na aeronave”. A agência informou ainda que “a outra aeronave, que chegou do exterior apresentando problemas nas turbinas, está em Natal sendo examinada por técnicos da ANAC”.
O regulador brasileiro do mercado de aviação decidiu também, além da imediata suspensão das vendas de passagens internacionais, que os usuários da BRA que adquiriram bilhetes para o exterior sejam realocados em vôos de outras companhias.”A BRA só voltará a operar vôos para o exterior quando suas aeronaves estiverem em condições de segurança operacional atestada pela ANAC ou se a empresa BRA conseguir outras aeronaves compatíveis com rotas internacionais”, conclui o comunicado da ANAC.
Em dezembro do ano passado a Brazil Air Partners, uma empresa de participações formada por um grupo de investidores institucionais globais, passou a ser sócia da BRA. Com esta mudança em sua composição societária, aquela que foi a primeira companhia aérea brasileira criada exclusivamente para vôos charter recebeu um aporte de capital para impulsionar uma nova fase de crescimento nos mercados nacional e internacional.
Os sócios da Brazil Air Partners são os fundos de investimento Investments 2234 Overseas Fund VI BV – uma subsidiária do Bank of America Corp., Darby BBVA Overseas Investments, Development Capital, Gávea Investment Fund, Goldman Sachs & Co., HBK Investments, e Millennium Investments.
Criada em 1999 pelos irmãos Humberto e Walter Folegatti, a BRA iniciou suas operações oferecendo vôos charters e fretamento, nacionais e internacionais. Em novembro de 2005, a BRA começou a operar linhas regulares nacionais. No mercado internacional, a BRA voava, no final do ano passado, para oito destinos. Em julho de 2006 foram inauguradas as linhas regulares internacionais para Lisboa e Madri.
Mas os problemas da BRA não começaram só hoje. Passageiros de um vôo da BRA, que iria para Lisboa, enfrentaram mais de 60 horas de espera para embarcar desde a madrugada da última terça-feira (16), no Recife. De acordo com a BRA, um dos motores do avião que fazia o vôo 7552 da BRA apresentou problema. A aeronave foi encaminhada para manutenção já na terça-feira. O Boeing 767 faria o percurso Natal (RN), Recife (PE), Lisboa (Portugal), Madri (Espanha) e Milão (Itália).
Portugal Digital
18/10/07
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setembro 17, 2007

HAL A320: Computador de Airbus da TAM teve falha, diz mecânico

Filed under: Airbus, apagão aéreo, Congonhas, TAM, tragédia — Humberto @ 11:26 pm

Na madrugada anterior ao acidente com o Airbus A320 da TAM – que explodiu após varar a pista do Aeroporto de Congonhas, em 17 de julho, deixando 199 mortos -, o computador de bordo do avião emitiu um relatório chamado Post Flight Report (PFR), que sinalizava um possível problema na aeronave. Em depoimento ao titular do 27º Distrito da capital, Antonio Carlos Meneses Barbosa, o mecânico da TAM em Campo Grande Helvécio Salarini Junior contou que o computador emitiu o PFR durante a manutenção.
Segundo Salarini, foi feita uma checagem minuciosa, com ajuda do manual do Airbus, mas nenhum problema foi encontrado. A possibilidade, de acordo com o relato do mecânico, é de que tenha ocorrido uma “interface eletrônica” no computador, ou seja, foi indicado um “erro não constatado”.
O avião foi entregue aos mecânicos da TAM no Aeroporto Internacional de Campo Grande às 22 horas do dia 16. O comandante informou que o Airbus A320 estava com o reverso pinado. Os técnicos checaram todo o avião e nada foi detectado. Salarini Junior disse que a equipe fez a leitura do PFR. Depois de feita a revisão da aeronave e emitido outro tipo de relatório, o avião foi liberado.
Pela manhã, o Airbus A320 seguiu para Goiânia. Às 7h56, o mecânico da TAM Giovane Marques de Almeida, que trabalha no Aeroporto da cidade, fez a inspeção externa de rotina. Liberado 15 minutos depois, o avião foi para Brasília.

NTC Logística / O Estado de S. Paulo

14/09/07

setembro 8, 2007

A questão da nomenclatura

por Guilherme Scalzilli
Fórum Caros Amigos
A pauta política dos grandes veículos obedece à cronologia da conveniência. Os assuntos perdem relevância quando seus desdobramentos contrariam as motivações que inicialmente justificaram a exploração dos fatos. Portanto, antes que outros motes ocupem as atenções gerais, é necessário impedir que a cobertura jornalística sobre a aviação civil mergulhe na obsolescência. Talvez assim entendamos melhor um dos tantos episódios sombrios da história da imprensa brasileira.
Nasce uma crise – A propaganda maquiada de jornalismo inventou o esgotamento infra-estrutural fulminante. Enquanto no resto do planeta fenômenos semelhantes são processos longos e cumulativos, nossa crise aérea floresceu em apenas quatro anos. E o sucateamento do transporte ferroviário? E o Plano Diretor para a Infraero, de 1982, que já sugeria a ampliação de Cumbica e a limitação do movimento de Congonhas? Por que Viracopos foi subutilizado por duas décadas?Não importa. Antes dos gestores petistas, incompetentes e corruptos, voar no país era supimpa. No entanto, ainda que se concorde com a premissa do colapso, ele não explica todos os eventos identificados com o “caos aéreo”. Quem associou a paralisação dos aeroportos à administração federal foram os próprios controladores amotinados. A imprensa usou-os como bodes expiatórios para inaugurar a crise, legitimando suas reivindicações, e depois criticou a demora das autoridades em puni-los. O movimento acabou em março e o tráfego foi normalizado, mas a simbologia do infortúnio permaneceu. Quando rompemos as mistificações do noticiário, descobrimos que os problemas nos aeroportos são superdimensionados e embaralhados para transmitir a falsa impressão de uma crise generalizada e ininterrupta. A maioria dos vôos realizados nos últimos cinco meses transcorreu normalmente, exceto sob condições atmosféricas inadequadas. Entretanto, mesmo atrasos de poucos minutos e problemas causados por neblina ou tempestades entram na conta do “apagão”.
O governo criminoso – Para o colunista Ricardo Daudt, o governo “assassinou mais de duzentas pessoas”, porque “sabia” que os acidentes iriam ocorrer. Reinaldo Azevedo concordou: “As mortes têm mesmo a ver com o governo federal”, que é “assassino culposo”, pois fabricou “360 mortos”. Diogo Mainardi ressaltou o “descaso criminoso” e a “barbárie aérea”. Mesmo quando não chega a esse nível de insensatez, a maioria dos analistas afirma que as tragédias teriam sido evitadas em outro contexto administrativo. Mentira. O choque do Boeing da Gol com o jato Legacy foi causado por erros dos controladores de vôo e dos pilotos estadunidenses. A explosão do airbus da TAM originou-se numa falha mecânica, provavelmente agravada por imperícia do piloto. O governo federal não influenciou as fatalidades, cuja relação causal com um suposto “apagão” é nula. Crises aéreas não desligam transponders, não travam reversos nem pousam com manetes em posição errada. Apenas cínicos e insensíveis culpam governos por acidentes dessa natureza, politizando terríveis perdas humanas, manipulando a comoção pública e desprezando o rigor apurativo. Até desabafos indignados estão sujeitos aos limites dadecência e da legalidade – por isso nenhum idiota saiu gritando que FHC eseus tucanos eram culpados pela queda do Fokker 100 da Tam, em 1996. O mais preocupante dessas deturpações é que elas contribuem para a sobrevivênciados problemas reais. As empresas aéreas, eternas causadoras de transtornos, aproveitam a tolerância da mídia (afinal, são grandes anunciantes) para incrementar sua rotina de abusos e desrespeitos contra os passageiros. Funcionários grosseiros, overbooking, filas intermináveis e aeronaves defeituosas viraram sintomas da enfermidade petista. Previsivelmente, assim que as práticas lesivas receberem punições merecidas, o governo será acusado de planejar a falência das companhias.
Terminologias – Cerca de duas mil pessoas morreram nas estradas paulistas desde outubro, quando o tal “apagão” surgiu. Cinco vezes o número de mortos nos acidentes aéreos. Na capital, o trânsito vive em colapso permanente, escancarando a saturação dos transportes públicos. Há décadas, todo dia, milhões de cidadãos enfrentam congestionamentos gigantescos, com média de absurdos 111 km nos horários de pico. O excesso de veículos está para os congestionamentos como o aumento de passageiros para o caos nos aeroportos. A falta de verbas que justifica uma ridícula malha metroviária também explicaria a escassez de terminais e pistas. As mesmas chuvas que param o trânsito impedem pousos e decolagens. Mas por que ninguém enxerga um “apagão dos transportes” em São Paulo? Os defensores da mídia oposicionista argumentam que essa polêmica se resume a um estéril debate sobre nomenclaturas. E talvez estejam certos. A essência das coisas independe do vocabulário utilizado. Se existe quem equipare saguões tumultuados às sobretaxas, racionamentos e blecautes do governo FHC, é razoável que alguém veja na “crise aérea” uma invenção midiática. Se “apagão” não define uma calamidade que afeta diariamente uma população proporcional à da Bélgica, a prudência aconselha não ver apagões em lugar algum. “Golpista” representa apenas um adjetivo possível para uma imprensa que se desvia de suas atribuições constitucionais com o objetivo de ludibriar o (e) leitorado. Chamá-la “democrática” não modifica sua natureza. O mesmo vale para os comentaristas. Clóvis Rossi qualifica seus críticos como “debilóides do lulo-petismo”. Augusto Nunes prefere “subespécie”, “idiotas”e “cretinos”. Outros usam “chimpanzés”, “raça maldita” e “imbecis”. Se esse jargão demonstra independência ou ignorância, cabe ao público avaliar. O fato é que a expressão “apagão aéreo” encaixa-se perfeitamente no repertório dos seus divulgadores.
Guilherme Scalzilli, historiador e escritor. Autor do romance “Crisálida”( editora Casa Amarela ). www.guilhermescalzilli.nom.br.

agosto 29, 2007

“Pilotos” do Legacy fogem de prestar depoimento e serão julgados à revelia

Filed under: apagão aéreo, Gol Linhas Aéreas, golpismo, imprensalão, Legacy, MPF, tragédia — Humberto @ 9:00 pm
O juiz federal Murilo Mendes, da Vara de Sinop, no Mato Grosso, determinou na segunda-feira (27) que os pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino sejam julgados à revelia. Nenhum dos dois compareceu à primeira audiência brasileira nem pretendem estar presentes no processo que apura o acidente do jato Legacy com um Boeing da Gol em setembro de 2006.
De acordo com o procurador da República Thiago Lemos de Andrade a ausência dos dois norte-americanos não influenciará no andamento do processo. “A ausência, no entender o Ministério Público, não interfere no prosseguimento da ação. O interrogatório é um ato defensivo e cabe ao acusado decidir se pretende ou não se defender por meio dele. Na visão do Ministério Público o que ocorreu aqui foi uma recusa de prestação de depoimento”, disse.
Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal à Justiça eles são indiciados por “atentado contra a segurança de transporte aéreo”. As investigação da CPI do Setor Aéreo e da Polícia Federal apontaram que o transponder do Legacy – um dispositivo de comunicação eletrônico que complementa o sistema de localização da aeronave durante o vôo – estava desligado antes da aeronave se chocar contra o avião da Gol. Na tragédia, ocorrida em setembro do ano passado em uma fazenda no Norte do Mato Grosso, todas as 154 pessoas a bordo do avião da companhia brasileira morreram. A denúncia foi aceita em junho, e o depoimento estava marcado para acontecer na cidade matogrossense.
A defesa de Lepore e Paladino solicitou ao juiz que fossem ouvidos nos Estados Unidos. “Em território estrangeiro o juiz brasileiro não tem jurisdição, ou pelo menos não a tem plenamente como convém a um agente investido de poderes estatais para solucionar conflitos de interesse”, respondeu o magistrado ao negar o pedido. Além disso, “o réu deve vir ao juiz, não o juiz ir ao réu”, completou Mendes em repúdio ao descaso dos pilotos estadunidenses.
Lexi Hazam, que representa famílias de vítimas do acidente com o Boeing da Gol, também critica a tentativa dos pilotos de serem interrogados nos Estados Unidos. Para ela, o depoimento não teria a mesma validade se ocorresse fora do Brasil. “Julgamos inteiramente inadequada a sugestão de que seria adequado dar testemunho a partir dos Estados Unidos, em vez de perante o júri e do público do Brasil”, assinalou Hazam, que está movendo uma ação civil em um tribunal nova-iorquino contra a ExcelAire, proprietária do jato Legacy.
Hora do Povo
29/08/07

agosto 23, 2007

Vergonha!! Crise aérea é grave e CANSEI promoverá mais uma manifestação para tentar derrubar Lula, o culpado disso tudo!!!

Filed under: apagão aéreo, aviação, EUA — Humberto @ 4:57 am
“Controle de tráfego aéreo dos EUA usa tecnologia dos anos 50 e rotas são insuficientes e perigosas”
“A tecnologia atual do sistema de controle de tráfego aéreo dos EUA é da década de 50 e o resultado são rotas insuficientes e perigosas”, declarou a responsável pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), Marion Bla-key, sobre a situação do sistema aéreo norte-americano, informou a revista Times. “Estamos no limite”, acrescentou a administradora da agência do governo dos EUA que regula a aviação civil do país.
Os atrasos de vôos nos EUA irão bater recorde esse ano e a previsão é de piora para os anos seguintes, prevê a matéria. Há muitos fatores contribuindo para esse recorde de atrasos: mais passageiros, mais jatos regionais que levam menos passageiros, poucos controladores de vôo. Porém, a principal razão para os atrasos e os congestionamentos é o colapso no Sistema Nacional de Aviação (NAS), responsável pelos aeroportos e pelo controle do tráfego aéreo.
No mês de junho, os problemas no Sistema Nacional de Aviação causaram 32% de todos os atrasos nos vôos, de acordo com o Departamento de Transportes.
Para aliviar os problemas dos atrasos devido ao NAS e para prevenir o colapso do sistema, Blakey – cujo mandato termina em 13 de setembro – está pedindo ao Congresso recursos para modernizar o sistema de controle do trafego aéreo. Ela afirma que o atual sistema está ultrapassado e sobrecarregado e sofrerá um colapso em 2015 se nenhuma medida for tomada agora.
Ela informa que atualmente os aviões devem seguir rotas definidas pelos centros de controle estacionados no chão, porém, um vôo que cruza o país, por exemplo, passa por doze centros de controle cujos radares demoram até 36 segundos para receber uma correta leitura da posição da aeronave.
Blakey informa que os aviões voam a uma distancia segura, mas o país não possui número suficiente de controladores de vôo. “Temos uma defasagem de 1100 controladores”, confirma Doug Church, da Associação Nacional dos Controladores Aéreos. “Os controladores estão trabalhando acima do limite”, acrescenta.
R. CRUZ
HORA DO POVO

agosto 9, 2007

Falta d’água frustra vazamento. As torneiras estavam abertas.

Filed under: apagão aéreo, Câmara Federal, CPI do Apagão Aéreo, imprensa — Humberto @ 3:49 pm

Polícia apreende gravadores em reunião secreta da CPIO diretor de Polícia Judiciária da Câmara, José Gilmar Araújo Santos, informou há pouco que a equipe de policiamento das comissões encontrou ontem quatro gravadores escondidos antes do início da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Crise Aérea, que teve uma parte reservada. Os aparelhos – que estavam ligados – foram recolhidos e encaminhados para o Depol.
Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
No início do mês, o 1º vice-presidente da CPI, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), solicitou ao governo a abertura de uma investigação para apurar o vazamento de informações sigilosas das duas caixas-pretas do Airbus da TAM. Em ofícios aos ministros da Justiça (Tarso Genro) e Defesa (Nelson Jobim), Cunha pediu a abertura de inquérito policial federal e inquérito policial militar (IPM), respectivamente.
Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

Notícias anteriores:
Deputados reclamam de vazamento de informações

AGÊNCIA CÂMARA
08/08/2007 16h13

* Matéria atualizada às 20h08.

Falta d’água frustra vazamento. As torneiras estavam abertas.

Filed under: apagão aéreo, Câmara Federal, CPI do Apagão Aéreo, imprensa — Humberto @ 3:49 pm

Polícia apreende gravadores em reunião secreta da CPIO diretor de Polícia Judiciária da Câmara, José Gilmar Araújo Santos, informou há pouco que a equipe de policiamento das comissões encontrou ontem quatro gravadores escondidos antes do início da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Crise Aérea, que teve uma parte reservada. Os aparelhos – que estavam ligados – foram recolhidos e encaminhados para o Depol.
Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
No início do mês, o 1º vice-presidente da CPI, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), solicitou ao governo a abertura de uma investigação para apurar o vazamento de informações sigilosas das duas caixas-pretas do Airbus da TAM. Em ofícios aos ministros da Justiça (Tarso Genro) e Defesa (Nelson Jobim), Cunha pediu a abertura de inquérito policial federal e inquérito policial militar (IPM), respectivamente.
Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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Polícia apreende gravadores em reunião secreta da CPIO diretor de Polícia Judiciária da Câmara, José Gilmar Araújo Santos, informou há pouco que a equipe de policiamento das comissões encontrou ontem quatro gravadores escondidos antes do início da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Crise Aérea, que teve uma parte reservada. Os aparelhos – que estavam ligados – foram recolhidos e encaminhados para o Depol.
Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
No início do mês, o 1º vice-presidente da CPI, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), solicitou ao governo a abertura de uma investigação para apurar o vazamento de informações sigilosas das duas caixas-pretas do Airbus da TAM. Em ofícios aos ministros da Justiça (Tarso Genro) e Defesa (Nelson Jobim), Cunha pediu a abertura de inquérito policial federal e inquérito policial militar (IPM), respectivamente.
Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
No início do mês, o 1º vice-presidente da CPI, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), solicitou ao governo a abertura de uma investigação para apurar o vazamento de informações sigilosas das duas caixas-pretas do Airbus da TAM. Em ofícios aos ministros da Justiça (Tarso Genro) e Defesa (Nelson Jobim), Cunha pediu a abertura de inquérito policial federal e inquérito policial militar (IPM), respectivamente.
Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
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Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
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Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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Uma vez que não houve vazamento de informações, os gravadores foram devolvidos aos proprietários, a pedido do presidente da CPI, deputado Marcelo Castro ( PMDB-PI ). “Os equipamentos estavam ligados, mas não se pode dizer que houve tentativa de gravação clandestina da reunião”, ponderou Santos.
Segundo o diretor, se houver um pedido da CPI, esse procedimento de varredura antes das reuniões pode tornar-se rotineiro.
Vazamento
No início do mês, o 1º vice-presidente da CPI, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), solicitou ao governo a abertura de uma investigação para apurar o vazamento de informações sigilosas das duas caixas-pretas do Airbus da TAM. Em ofícios aos ministros da Justiça (Tarso Genro) e Defesa (Nelson Jobim), Cunha pediu a abertura de inquérito policial federal e inquérito policial militar (IPM), respectivamente.
Outro ofício foi direcionado ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, para uma sindicância que apurasse eventuais responsabilidades da Casa nesse vazamento. Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, no dia 1º de agosto, continha as informações sigilosas, dando a entender que a divulgação teria partido de parlamentares, pois os dados eram as mesmos “entregues ao Congresso”.

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