Acho que o problema da população hondurenha deve ser a falta do uso de Twitter. Vejam as páginas e páginas que nosso imprensalão dava aos iranianos que acusavam o presidente do Irã de ter cometido fraudes na eleição. Dizia-se que o Twitter era usado para “burlar” a vigilância e “denunciar ao mundo a verdade” sobre o que acontecia no Irâ. Causou comoção mundo afora. No caso de Honduras, às voltas com um golpe de fato, estranhamente pouco se fala. E já há, entre nossos jornalistas e colunistas, pouco a pouco, quem “já aceite” a “necessidade” de ter havido o golpe que depôs o presidente hondurenho eleito, Manuel Zelaya ou que mudam o tratamento dispensado aos golpistas.
SITE DEMOCRACY NOW:
Amnesty: Honduran Forces Using Arrests, Beatings to Punish Zelaya Supporters
Amnesty International is accusing Honduran forces of beating and arresting supporters of the ousted President Manuel Zelaya. Amnesty says the “mass arbitrary arrests and ill treatment of protesters” remains a “serious and growing concern.” We speak with Amnesty’s Esther Major and Democratic Rep. Raul Grijalva, who’s urging President Obama to take further measures against the coup. [ CONTINUA AQUI... ]
Amnesty International is accusing Honduran forces of beating and arresting supporters of the ousted President Manuel Zelaya. Amnesty says the “mass arbitrary arrests and ill treatment of protesters” remains a “serious and growing concern.” We speak with Amnesty’s Esther Major and Democratic Rep. Raul Grijalva, who’s urging President Obama to take further measures against the coup. [ CONTINUA AQUI... ]
SITE AMNESTY INTERNATIONAL:
Honduras photos and protestor testimonies show extent of police violence
Honduran student beaten by police during a peaceful demonstration
Female protestor hospitalized after taking part in peaceful protests
© Amnesty International
19 August 2009
Amnesty International published a series of exclusive photos and testimonies on Wednesday revealing serious ill-treatment by police and military of peaceful protesters in the Honduran capital, Tegucigalpa. The organization warned that beatings and mass arrests are being used as a way of punishing people for voicing their opposition to the military-backed coup d’etat in June [ CONTINUA... ]
Honduran student beaten by police during a peaceful demonstration
Female protestor hospitalized after taking part in peaceful protests
© Amnesty International
19 August 2009
Amnesty International published a series of exclusive photos and testimonies on Wednesday revealing serious ill-treatment by police and military of peaceful protesters in the Honduran capital, Tegucigalpa. The organization warned that beatings and mass arrests are being used as a way of punishing people for voicing their opposition to the military-backed coup d’etat in June [ CONTINUA... ]
SITE ADITAL:
Movimento camponês hondurenho permanece firme na resistência
Organizações camponesas hondurenhas, membros da Via Campesina Internacional, mantêm ocupadas as instalações do Instituto Nacional Agrário (INA), desde que se deu o golpe de Estado em Honduras; além disso, as/os camponesas estão integrados desde o princípio nas múltiplas ações que realiza a frente de resistência, porque, segundo seus dirigentes, as/os camponeses são os mais afetados com toda essa deterioração que tem sofrido a democracia hondurenha.
Concepción Betanco, secretária geral da Confederação Hondurenha de Mulheres (CHMC) nos explica: “Nós estamos nessa luta porque o governo de Manuel Zelaya aprovou o decreto 18-2008 para sanear a mora agrária no país e outros benefícios para as/os camponeses”. Com esse decreto se titulariam as terras a favor de muitos grupos camponeses que ocupavam o local há dois anos ou mais. O Instituto Nacional Agrário estava começando a entregar os primeiros títulos de propriedade aos campesinos, quando nos aplicaram o golpe de Estado.
Acrescentou que os/as camponeses não estão dispostos a entregar o Instituto – tomado há semanas – às autoridades nomeadas pelo governo de fato até que se restabeleça a ordem constitucional. As organizações campesinas sempre estiveram em diálogo permanente com o presidente Manuel Zelaya e foi produto desse diálogo que se desenvolveu acordos importantes em benefício do campesinato.
O protesto do dia de ontem (19) da Frente de Resistência se posicionou em frente à Embaixada estadunidense. Em seus 53 dias de luta nas ruas, a Frente exige às autoridades estadunidenses uma resposta contundente e imediata para o restabelecimento da ordem constitucional em Honduras. Os representantes da embaixada manifestaram a dirigentes da frente que estão se desenvolvendo reuniões em Washington, Estados Unidos, para por fim essa problemática em Honduras; além disso, lhes informou que a próxima semana estará em Honduras a comissão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).
A notícia é da Via Campesina, por Mabel Marquez
Organizações camponesas hondurenhas, membros da Via Campesina Internacional, mantêm ocupadas as instalações do Instituto Nacional Agrário (INA), desde que se deu o golpe de Estado em Honduras; além disso, as/os camponesas estão integrados desde o princípio nas múltiplas ações que realiza a frente de resistência, porque, segundo seus dirigentes, as/os camponeses são os mais afetados com toda essa deterioração que tem sofrido a democracia hondurenha.
Concepción Betanco, secretária geral da Confederação Hondurenha de Mulheres (CHMC) nos explica: “Nós estamos nessa luta porque o governo de Manuel Zelaya aprovou o decreto 18-2008 para sanear a mora agrária no país e outros benefícios para as/os camponeses”. Com esse decreto se titulariam as terras a favor de muitos grupos camponeses que ocupavam o local há dois anos ou mais. O Instituto Nacional Agrário estava começando a entregar os primeiros títulos de propriedade aos campesinos, quando nos aplicaram o golpe de Estado.
Acrescentou que os/as camponeses não estão dispostos a entregar o Instituto – tomado há semanas – às autoridades nomeadas pelo governo de fato até que se restabeleça a ordem constitucional. As organizações campesinas sempre estiveram em diálogo permanente com o presidente Manuel Zelaya e foi produto desse diálogo que se desenvolveu acordos importantes em benefício do campesinato.
O protesto do dia de ontem (19) da Frente de Resistência se posicionou em frente à Embaixada estadunidense. Em seus 53 dias de luta nas ruas, a Frente exige às autoridades estadunidenses uma resposta contundente e imediata para o restabelecimento da ordem constitucional em Honduras. Os representantes da embaixada manifestaram a dirigentes da frente que estão se desenvolvendo reuniões em Washington, Estados Unidos, para por fim essa problemática em Honduras; além disso, lhes informou que a próxima semana estará em Honduras a comissão de chanceleres da Organização dos Estados Americanos (OEA).
A notícia é da Via Campesina, por Mabel Marquez

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
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