ENCALHE

agosto 12, 2008

Suposto apagão aéreo: número de vôos em atraso é reduzido em 60%, mas não recebe manchetes dos jornais golpistas!!

Filed under: ANAC, aviação, suposto apagão aéreo — Humberto @ 6:48 pm
Sinceramente, não que este seja um tema que me interesse, mas os atrasos ( acima de 30 minutos ) dos aviões atingiram o nível mais baixo em 15 meses, caindo ( sem trocadilho ) de 40 e poucos por cento para cerca de 15% em JULHO. Ou seja, em pleno mês de férias escolares! Em tese, seria um fator de desequilíbrio e daria em mais um capítulo da novela “suposto apagão aéreo”.
Não houve muito destaque. Noutros tempos, e fosse uma informação que queimasse o filme do governo, vocês já sabem…
Anac: vôos registram menor nível de atraso em 15 meses
A Anac ( Agência Nacional de Aviação Civil ) informou nesta segunda-feira que o índice de atrasos na aviação regular caiu em julho ao menor índice já registrado em 15 meses. Segundo o órgão, em julho de 2007, 42,7% dos vôos no Brasil decolavam com atrasos superiores a 30 minutos. Um ano depois o índice de atrasos recuou para 15,4%.
Segundo a Anac, o índice está dentro do padrão de países desenvolvidos. A agência informa que no Reino Unido, por exemplo, os atrasos acima de 30 minutos em 2008 estão entre 15% e 18%. No Brasil, por sua vez, os atrasos acima de 30 minutos no Brasil não chegaram a superar a marca mensal de 25% nos sete primeiros meses de 2008.
Os dados são acompanhados pela Anac a partir de informações computadas pela Infraero nos 67 aeroportos administrados pela estatal e abrangem as operações das cinco maiores companhias da Aviação Regular nacional – TAM, Gol, Varig, Webjet e OceanAir, que detêm 98% do mercado doméstico brasileiro.
A agência destaca ainda que se considerado o referencial de atrasos utilizado até o início do ano – de 60 minutos – a redução do índice seria ainda maior: de 25,8% em julho de 2007, para 5,5% no mês passado. A Anac destaca ainda que os aeroportos brasileiros receberam 2,4 milhões de passageiros a mais de junho de 2007 a junho de 2008 (as informações de julho de 2008 ainda não estão disponíveis).
Segundo avaliação da Anac, a redução dos atrasos deve-se a uma série de ações das autoridades do setor e a adaptações feitas pelas próprias empresas aéreas. “A Anac, por exemplo, reorganizou a malha aérea brasileira e aumentou a fiscalização sobre as companhias para identificar e corrigir as razões que provocavam atrasos”, afirma em nota. A expectativa é de que os índices de atraso continuem em queda durante o segundo semestre de 2008.
Agência Estado
E MAIS:
Anac reajusta indenizações de aéreas por acidentes
12 de Agosto de 2008
O valor da indenização devida pelas companhias aéreas às vítimas de acidentes aéreos foi atualizada pela Anac ( Agência Nacional de Aviação Civil ) em atenção à recomendação do Ministério Público Federal em São Paulo. O CBAer ( Código Brasileiro de Aeronáutica ), no artigo 257, determina como responsabilidade do transportador, em caso de morte ou lesão, o valor correspondente a 3.500 OTNs ( Obrigações do Tesouro Nacional ).
A última atualização desse valor havia ocorrido em 1995, ano da conversão da moeda brasileira para o Real, e a Anac, para este fim específico e com base na inflação, determinou o valor unitário da OTN em R$ 11,70. Com isso, a indenização de 3.500 OTNs passa a ser de R$ 40.950,00. Outras indenizações previstas pelo CBAer em OTNs também utilizarão o valor unitário de R$ 11,70, mas o Código também determina que acordos feitos diretamente com companhias aéreas resultem em indenizações de maior valor.
Foi utilizada como referência a Tabela de Correção Monetária para Condenações em Geral, que aplica o IPCA-E ( Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial ), a partir de janeiro de 2001. A Resolução da Anac também estabelece que o IPCA passa a ser o critério de atualização monetária desse tipo de indenização.
Agência Estado

Suposto apagão aéreo: número de vôos em atraso é reduzido em 60%, mas não recebe manchetes dos jornais golpistas!!

Filed under: ANAC, aviação, suposto apagão aéreo — Humberto @ 6:48 pm
Sinceramente, não que este seja um tema que me interesse, mas os atrasos ( acima de 30 minutos ) dos aviões atingiram o nível mais baixo em 15 meses, caindo ( sem trocadilho ) de 40 e poucos por cento para cerca de 15% em JULHO. Ou seja, em pleno mês de férias escolares! Em tese, seria um fator de desequilíbrio e daria em mais um capítulo da novela “suposto apagão aéreo”.
Não houve muito destaque. Noutros tempos, e fosse uma informação que queimasse o filme do governo, vocês já sabem…
Anac: vôos registram menor nível de atraso em 15 meses
A Anac ( Agência Nacional de Aviação Civil ) informou nesta segunda-feira que o índice de atrasos na aviação regular caiu em julho ao menor índice já registrado em 15 meses. Segundo o órgão, em julho de 2007, 42,7% dos vôos no Brasil decolavam com atrasos superiores a 30 minutos. Um ano depois o índice de atrasos recuou para 15,4%.
Segundo a Anac, o índice está dentro do padrão de países desenvolvidos. A agência informa que no Reino Unido, por exemplo, os atrasos acima de 30 minutos em 2008 estão entre 15% e 18%. No Brasil, por sua vez, os atrasos acima de 30 minutos no Brasil não chegaram a superar a marca mensal de 25% nos sete primeiros meses de 2008.
Os dados são acompanhados pela Anac a partir de informações computadas pela Infraero nos 67 aeroportos administrados pela estatal e abrangem as operações das cinco maiores companhias da Aviação Regular nacional – TAM, Gol, Varig, Webjet e OceanAir, que detêm 98% do mercado doméstico brasileiro.
A agência destaca ainda que se considerado o referencial de atrasos utilizado até o início do ano – de 60 minutos – a redução do índice seria ainda maior: de 25,8% em julho de 2007, para 5,5% no mês passado. A Anac destaca ainda que os aeroportos brasileiros receberam 2,4 milhões de passageiros a mais de junho de 2007 a junho de 2008 (as informações de julho de 2008 ainda não estão disponíveis).
Segundo avaliação da Anac, a redução dos atrasos deve-se a uma série de ações das autoridades do setor e a adaptações feitas pelas próprias empresas aéreas. “A Anac, por exemplo, reorganizou a malha aérea brasileira e aumentou a fiscalização sobre as companhias para identificar e corrigir as razões que provocavam atrasos”, afirma em nota. A expectativa é de que os índices de atraso continuem em queda durante o segundo semestre de 2008.
Agência Estado
E MAIS:
Anac reajusta indenizações de aéreas por acidentes
12 de Agosto de 2008
O valor da indenização devida pelas companhias aéreas às vítimas de acidentes aéreos foi atualizada pela Anac ( Agência Nacional de Aviação Civil ) em atenção à recomendação do Ministério Público Federal em São Paulo. O CBAer ( Código Brasileiro de Aeronáutica ), no artigo 257, determina como responsabilidade do transportador, em caso de morte ou lesão, o valor correspondente a 3.500 OTNs ( Obrigações do Tesouro Nacional ).
A última atualização desse valor havia ocorrido em 1995, ano da conversão da moeda brasileira para o Real, e a Anac, para este fim específico e com base na inflação, determinou o valor unitário da OTN em R$ 11,70. Com isso, a indenização de 3.500 OTNs passa a ser de R$ 40.950,00. Outras indenizações previstas pelo CBAer em OTNs também utilizarão o valor unitário de R$ 11,70, mas o Código também determina que acordos feitos diretamente com companhias aéreas resultem em indenizações de maior valor.
Foi utilizada como referência a Tabela de Correção Monetária para Condenações em Geral, que aplica o IPCA-E ( Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial ), a partir de janeiro de 2001. A Resolução da Anac também estabelece que o IPCA passa a ser o critério de atualização monetária desse tipo de indenização.
Agência Estado

junho 6, 2008

Dilma desmente Denise Abreu, a "Nova Musa do Golpe"

Dilma desmente ex-diretora da Anac que tinha relações ilícitas com aéreas
Hora do Povo, 06.06.08
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, rechaçou as declarações da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação (Anac), Denise Abreu, que disse em entrevista que teria havido interferência da ministra no processo de venda da Varig.
“O governo não participou da venda da Varig”, afirmou na quarta-feira, depois de apresentar relatório sobre obras do PAC.
“Destaco que esse tema ( da falência da Varig ) foi tratado no âmbito da Anac. Nós consideramos falsas essas acusações, até porque o processo de falência era público e notório”, acrescentou. “O governo teve grande preocupação com a venda da Varig e a descontinuidade dos serviços, nos demais aspectos respondo dizendo que essas declarações são falsas”, completou Dilma.
A ex-diretora da Anac alegou na entrevista que foi pressionada pela ministra e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig a um fundo americano e seus sócios brasileiros. Segundo ela, foi desestimulada a exigir documentos dos sócios da empresa, contrariando lei que proíbe estrangeiros de ter mais de 20% do capital de companhias aéreas.
Na entrevista, ela surge com um nada original e também sem fundamento conto do “dossiê” que teria sido enviado para ela após sair da Anac.
“Ao ler o dossiê, passei a entender uma série de questionamentos que recebi de deputados durante a CPI do Apagão Aéreo e que na hora eu não havia entendido. Também entendi por que, em 2006, a ministra Dilma afirmou que eu e o Velozo fazíamos lobby para a TAM e o Leur e o Zuanazzi fariam para a Gol”, disse, tentando arremedar o conto do “dossiê”, expediente que os tucanos e a mídia golpista utilizaram no caso dos dados com os gastos de FHC.
A passagem de Denise Abreu pela Anac foi catastrófica. Como exemplo, a ex-diretora foi criticada por familiares das vítimas da queda do avião da Gol, em setembro de 2006, por ter tratado mal e ignorado a dor de quem pedia detalhes da tragédia. “Vocês são inteligentes. O avião caiu de 11.000 metros de altura. O que vocês esperavam? Corpos?”, disse, durante reunião dois dias depois da tragédia.
Em março de 2006, ela assumiu a diretoria de serviços aéreos na então recém-criada Agência. As investigações do acidente com o Airbus da TAM, que matou 199 pessoas em Congonhas, revelaram que ela mantinha relações suspeitas com as empresas que deveria fiscalizar, chegando a ludibriar a Justiça para favorecer as companhias aéreas. Seu irmão, o advogado Olten Abreu Júnior, prestava serviços à TAM.
Nesse período, uma peculiaridade da ex-diretora foi revelada: a de fumar charutos.
Denise Abreu entrou no PSDB em 1995, ocupando a chefia de gabinete de José Guedes, secretário de Saúde de Mário Covas. Passou pelo mesmo cargo na pasta da Assistência Social, onde acompanhava obras da antiga Febem. Em 2003, ganhou um cargo na Casa Civil.

outubro 27, 2007

Relatório da CPI no Senado do suposto apagão aéreo: no apagar das luzes, ainda tenta faturar de algum jeito

Carlos Wilson para Demóstenes: “O tempo vai mostrar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha”
O deputado federal Carlos Wilson (PT/PE) afirmou que recebeu com “surpresa e indignação” o relatório final da CPI do setor aéreo no Senado, elaborado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-PFL/GO), que o acusa de chefiar um suposto esquema de desvio de recursos na Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária). Por meio de nota, o deputado disse na quarta-feira que o texto produzido pelo ex-pefelista é irresponsável e “baseado em meras ilações”.
“Não tenho nenhuma dúvida que o tempo e as provas irão revelar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha e o que está por trás da CPI do Apagão Aéreo, comandada por Demóstenes Torres, um velho conhecido pela prática do espalhafato”, afirmou Carlos Wilson.
Na defensiva, Demóstenes respondeu que “Carlos Wilson é um São Jorge de prostíbulo: olha tudo e nada vê”.
No relatório, Demóstenes Torres recomenda ainda o indiciamento de 23 pessoas, alegando que 21 estariam envolvidas no superfaturamento de contratos da Infraero para obras em aeroportos e para gerenciamento de verbas publicitárias.
O relator admitiu que perdeu força a tese da pista de Congonhas como causa da tragédia da TAM que matou 199 pessoas, a qual utilizou tanto para fazer catilinárias contra Lula.

O que deu no imprensalão que, subitamente, parou de falar no suposto apagão aéreo?

Chance de defesa
Mantida ação contra controlador acusado de motim
O controlador de vôo Roberto César Pinto Pereira, acusado de ter participado de um motim, no dia 30 de março deste ano, Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo I (Cindacta 1), em Brasília, não conseguiu Habeas Corpus para trancar a Ação Penal contra ele e suspender o interrogatório.
O pedido foi negado pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal. A paralisação das operações aéreas na região do Cindacta 1, em março, foi considerada a maior da história no Brasil.
Na ação, a defesa do 1º Sargento da Aeronáutica pediu o trancamento da Ação Penal que tramita na 11ª Circunscrição Judiciária Militar. O argumento era de a denúncia seria genérica e desprovida de justa causa. Ele pediu também que não fosse feito o interrogatório do militar, marcado para o dia 30 de outubro.
Para Joaquim Barbosa, o que a defesa do controlador de vôo pretende é a suspensão da Ação Penal porque teme o interrogatório. Contudo, o ministro salientou que o interrogatório é um meio de defesa do réu, e por isso não se pode falar em constrangimento à liberdade do militar que justifique a suspensão da ação. Por isso, Joaquim Barbosa negou o pedido de liminar.

Consultor Jurídico

26 de outubro de 2007

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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