ENCALHE

fevereiro 20, 2009

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
Notícias anteriores:
Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
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Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
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Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

Parlamentares aprovam ingresso da Venezuela no Mercosul

18/02/2009
Agência Senado
A Representação Brasileira no Parlasul aprovou o ingresso por nove votos favoráveis e quatro contrários.
O ingresso ainda precisa ser aprovado no Senado. Parlamentares manifestaram preocupação com a falta de democracia no pais sul-americano.Por nove votos favoráveis e quatro contrários, a Representação Brasileira no Parlamento do
Mercosul (Parlasul) aprovou nesta quarta-feira o ingresso da Venezuela no bloco econômico. A decisão já foi aprovada na Câmara, mas ainda tem que ser referendada pela Comissão de Relações Exteriores e pelo Plenário do Senado.
O deputado Claudio Diaz apresentou voto em separado contra o ingresso da Venezuela no bloco. Ele disse que isso não é bom para o Brasil, neste momento, e criaria mais problemas para o Mercosul, além dos conflitos que já existem entre os quatro países membros: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Diaz fez vários questionamentos sobre o tratamento privilegiado que a Venezuela receberá em relação a Brasil e Argentina. O texto determina que, enquanto Brasil e Argentina abrirão o comércio para a Venezuela em janeiro de 2010, o contrário só ocorrerá em 2012.
Em resposta, o relator do Projeto de Decreto Legislativo 387/07, que contém o Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercosul, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), afirmou que o discurso político do presidente venezuelano Hugo Chávez não corresponde à prática econômica da Venezuela.
Segundo Dr. Rosinha, atualmente os principais parceiros comerciais daquele país são os EUA e a Colômbia, países contrários à Venezuela no plano ideológico.
Economia menor
Já o presidente da Representação Brasileira, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), defendeu o tratamento diferenciado dado à Venezuela, porque, segundo ele, a economia daquele país é muito menor que a brasileira.
Mercadante lembrou que o maior superávit comercial do Brasil é exatamente com a Venezuela: U$ 4,6 bilhões em 2008. “Na relação com o Brasil, eles são mesmo muito mais frágeis”, assinalou.
Mercadante ressaltou que o nacionalismo e o protecionismo foram a resposta da maioria dos países para a crise econômica de 1929, o que resultou na 2ª Guerra Mundial. Por isso, ele acredita que a integração será uma solução para que a América do Sul enfrente melhor a crise econômica atual.
Lista de exceção
Cláudio Diaz também questionou os parlamentares sobre a lista de exceção de produtos que ainda está sendo negociada. Entram na lista os produtos que não participariam do livre comércio entre os países do bloco. Dr. Rosinha disse que essas questões são discutidas permanentemente em instâncias técnicas, por isso não são detalhados na discussão parlamentar do Mercosul. Ele lembrou ainda que a União Européia tem mais de 1 mil produtos listados como exceções e isso não impede a integração dos países.
Moção pelo Focem
Na reunião também foi aprovada moção propondo a revisão nos cortes orçamentários efetuados nos aportes do Brasil ao Parlamento do Mercosul e ao Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem).
O documento será entregue aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados e aos ministros de Estado da Fazenda e do Orçamento, Planejamento e Gestão.
Leia mais:
Processo democrático da Venezuela preocupa parlamentares
Parlamentar enfatiza criação de bloco único na América do Sul
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Representação adia por 15 dias decisão sobre Venezuela no Mercosul
Dr. Rosinha: rejeitar Venezuela no Mercosul seria erro histórico
Deputados aprovam a entrada da Venezuela no Mercosul
‘Agência Câmara’

fevereiro 5, 2009

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

Prestem atenção nisso: elemento VITAL para o funcionamento de carros híbridos e elétricos, 50% DE TODO O LÍTIO ENCONTRADO NO PLANETA está NA BOLÍVIA!

Eu não dirijo, não faço questão, e quero que São Paulo termine com um grande congestionamento, igual àquele do texto ( escrito ainda nos anos 80 ) do Veríssimo. Mas olhem o ingrediente necessário para futuras ( ou as atuais? ) tentativas golpistas-entreguistas. Quem diria que a humanidade pode vir a depender não mais da Arábia ou do Irã para continuar se deslocando ( besta e desnecessáriamente ) por automóveis, mas sim, por veículos movidos a monopólio estatal boliviano. Cuidado, bolivianos, com algum Pinochet maluco que privatizaria o maior tesouro do país em troca de migalhas.
Bolívia quer controlar suas reservas de lítio
Uyuni ( Bolívia) , 4 de Fevereiro de 2009 – Na corrida para desenvolver a próxima geração de automóveis híbridos e elétricos, uma questão preocupa tanto as montadoras quanto os governos que buscam diminuir sua dependência frente ao petróleo estrangeiro: quase metade de todo o lítio que existe no planeta, metal necessário para impulsionar os carros, concentra-se em território boliviano – um país que pode não estar disposto a entregá-lo tão facilmente.
Companhias japonesas e européias esforçam-se para firmar acordos que permitam a exploração deste recurso, mas há um crescente sentimento de nacionalismo no governo do presidente Evo Morales, fervoroso crítico dos Estados Unidos que já nacionalizou os setores de petróleo e gás natural do país.
No momento, o governo boliviano defende um controle rígido sobre o lítio, com restrições à participação estrangeira. Para agravar ainda mais a situação, os grupos indígenas que vivem no deserto de sal onde estão as jazidas do metal estão pressionando para ter participação nos eventuais lucros.
“Nós sabemos que a Bolívia pode se tornar a Arábia Saudita do lítio”, defendeu Francisco Quisbert, líder do Frutcas, grupo de extratores de sal e plantadores de quinoa à margem do Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. “Nós somos pobres, mas não somos camponeses idiotas. O lítio pode pertencer à Bolívia, mas também nos pertence.”
A nova constituição que Morales conseguiu aprovar no mês passado deu ainda mais força a este tipo de argumento. Um de seus artigos poderá entregar aos povos indígenas o controle sobre os recursos naturais encontrados em seus territórios, podendo obter concessões das autoridades e empresas privadas, ou mesmo impedir projetos de mineração.
No entanto, nada disso parece diminuir os esforços promovidos por companhias estrangeiras, como as japonesas Mitsubishi e Sumitomo e um grupo liderado pelo industrial francês Vincent Bolloré. Nos últimos meses, todos os três enviaram representantes a La Paz para discutir com o governo maneiras para ter acesso ao lítio, importante componente usado nas baterias de veículos e outros aparelhos eletrônicos.
“Há lagos de sal no Chile e na Argentina, além de um promissor depósito de lítio no Tibet, mas o grande achado está claramente na Bolívia” , afirmou em La Paz Oji Baba, executivo da Mitsubishi. “Se quisermos ser fortes na nova onda de automóveis e baterias, nós precisamos estar aqui.”
Mas os estrangeiros que buscam explorar as reservas de lítio da Bolívia devem percorrer as políticas de Morales, que tem repetidamente entrado em conflito com investidores americanos, europeus e mesmo sul-americanos.
“O anterior modelo imperialista de exploração de nossos recursos naturais nunca serão repetidos na Bolívia” , disse Saúl Villegas, diretor da divisão voltada para o lítio da Comibol, agência estatal que fiscaliza os projetos de mineração. “Talvez pudesse haver a possibilidade de estrangeiros aceitos como sócios minoritários, ou ainda melhor, como nossos clientes.”
Para esse fim, a Comibol está investindo US$ 6 milhões em uma pequena fábrica na proximidade do Salar de Uyuni, onde espera dar início ao primeiro esforço em escala industrial da Bolívia para extrair lítio do deserto e transformá-lo em carbonato para baterias. Morales quer a fábrica terminada até o final deste ano.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 7) (The New York Times)

janeiro 13, 2009

VENEZUELA: Segunda fase de coleta de assinaturas em apoio à emenda da reeleição. Previsão é de 6 milhões de assinaturas, goleada! Chupa, vEJA!!

Termina segunda coleta de assinaturas em apoio à emenda constitucional
Adital

Com projeções de apoio acima dos seis milhões de pessoas foi concluído, nesta terça-feira, o processo de coleta de assinaturas em defesa da proposta de emenda constitucional para permitir a reeleição contínua dos cargos públicos. O chefe de Comando de Campanha Simon Bolívar, Jorge Rodrigues, anunciou ontem que a segunda etapa do processo de coleta será concluída hoje às 18h em todo o país.
Essa segunda etapa durou três dias e já foram coletadas 700 mil assinaturas, que se somaram às 4,76 milhões reunidas em dezembro e que já foram entregues à Assembléia Nacional, assegurou Rodríguez.
As novas assinaturas coletadas serão entregues ao Legislativo para acompanhar sua discussão em segunda leitura do projeto, que caso seja aprovado será submetido a referendo.
Termina coleta de assinaturas em apoio à emenda na Venezuela
Caracas, 13 jan (Prensa Latina)
O processo de coleta de assinaturas em defesa de uma proposta de emenda constitucional para permitir a reeleição contínua dos cargos públicos termina hoje na Venezuela com projeções de apóio acima dos 6 milhões.
De acordo com o chefe do Comando de Campanha Simón Bolívar, Jorge Rodríguez, a segunda etapa -teve uma em dezembro- será concluída nesta terça-feira às 18:00 hora local (22:30 GMT) em todo o país.
Em só três dias de processo já foram recolhidas 700 mil assinaturas as quais se somaram às 4,76 milhões de dezembro já entregues na Assembléia Nacional, assegurou Rodríguez, que disse que até o domingo tinha mais de 5,5 milhões.
Estas 700 mil assinaturas somaram-se às 4,76 milhões de uma primeira fase para apoiar o debate parlamentar que o aprovou por ampla maioria na primeira discussão, no passado dia 18 de dezembro. As assinaturas coletadas serão entregues à Assembléia Nacional para acompanhar sua discussão em segunda leitura do projeto, que se for aprovado ali como se espera seria submetido a referendo.
A solicitação, inicialmente para permitir a postulação contínua do Chefe de Estado, foi estendida na semana passada aos governadores, prefeitos, deputados e legisladores regionais.
Com ela seria eliminada da carta magna a limitação que tem o Chefe de Estado de se candidatar duas vezes para o cargo e as que existem sobre o tempo dos governadores, prefeitos, deputados e legisladores regionais.
O presidente Hugo Chávez disse recentemente que mais de 6 milhões de simpatizantes assinariam em apoio à iniciativa, a que disse ampliará o projeto socialista que conduz desde 1999.
lma/ro/lcss

VENEZUELA: Segunda fase de coleta de assinaturas em apoio à emenda da reeleição. Previsão é de 6 milhões de assinaturas, goleada! Chupa, vEJA!!

Termina segunda coleta de assinaturas em apoio à emenda constitucional
Adital

Com projeções de apoio acima dos seis milhões de pessoas foi concluído, nesta terça-feira, o processo de coleta de assinaturas em defesa da proposta de emenda constitucional para permitir a reeleição contínua dos cargos públicos. O chefe de Comando de Campanha Simon Bolívar, Jorge Rodrigues, anunciou ontem que a segunda etapa do processo de coleta será concluída hoje às 18h em todo o país.
Essa segunda etapa durou três dias e já foram coletadas 700 mil assinaturas, que se somaram às 4,76 milhões reunidas em dezembro e que já foram entregues à Assembléia Nacional, assegurou Rodríguez.
As novas assinaturas coletadas serão entregues ao Legislativo para acompanhar sua discussão em segunda leitura do projeto, que caso seja aprovado será submetido a referendo.
Termina coleta de assinaturas em apoio à emenda na Venezuela
Caracas, 13 jan (Prensa Latina)
O processo de coleta de assinaturas em defesa de uma proposta de emenda constitucional para permitir a reeleição contínua dos cargos públicos termina hoje na Venezuela com projeções de apóio acima dos 6 milhões.
De acordo com o chefe do Comando de Campanha Simón Bolívar, Jorge Rodríguez, a segunda etapa -teve uma em dezembro- será concluída nesta terça-feira às 18:00 hora local (22:30 GMT) em todo o país.
Em só três dias de processo já foram recolhidas 700 mil assinaturas as quais se somaram às 4,76 milhões de dezembro já entregues na Assembléia Nacional, assegurou Rodríguez, que disse que até o domingo tinha mais de 5,5 milhões.
Estas 700 mil assinaturas somaram-se às 4,76 milhões de uma primeira fase para apoiar o debate parlamentar que o aprovou por ampla maioria na primeira discussão, no passado dia 18 de dezembro. As assinaturas coletadas serão entregues à Assembléia Nacional para acompanhar sua discussão em segunda leitura do projeto, que se for aprovado ali como se espera seria submetido a referendo.
A solicitação, inicialmente para permitir a postulação contínua do Chefe de Estado, foi estendida na semana passada aos governadores, prefeitos, deputados e legisladores regionais.
Com ela seria eliminada da carta magna a limitação que tem o Chefe de Estado de se candidatar duas vezes para o cargo e as que existem sobre o tempo dos governadores, prefeitos, deputados e legisladores regionais.
O presidente Hugo Chávez disse recentemente que mais de 6 milhões de simpatizantes assinariam em apoio à iniciativa, a que disse ampliará o projeto socialista que conduz desde 1999.
lma/ro/lcss

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