CORRUPÇÃO ANTIGA
Sanguessuga faz MPF delatar 10 ex-prefeitos
Sanguessuga faz MPF delatar 10 ex-prefeitos
Gazeta de Cuiabá/MT
Da Redação
Da Redação
24/04
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou mais 10 ex-prefeitos mato-grossenses por envolvimento com a máfia dos sanguessugas. Também foram acusados formalmente de ligação com o esquema de superfaturamento do preço de ambulâncias adquiridas com recursos públicos 34 servidores dos respectivos municípios.
Entre os 10 ex-prefeitos denunciados está o ex-presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e ex-prefeito de Reserva do Cabaçal, Ezequiel Ângelo Fonseca (PP), que atualmente é secretário-adjunto de Estrutura Escola da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). De acordo com o MPF, todos eles podem responder por formação de quadrilha e fraude à licitação.
Também foram encontrados indícios contra o ex-prefeito de Tapurah, Reinaldo Tirloni, mas esse não foi denunciado porque já faleceu. Se condenadas, as pessoas denunciadas pelo MPF podem cumprir penas de até três anos de prisão por formação de quadrilha e quatro anos por fraude em licitações, além de serem obrigados ao pagamento de multa.
A nova relação de denunciados aponta também a participação de vários membros das comissões de licitação dos municípios. Entre essas pessoas encontram-se também os servidores públicos Devanice Alves de Souza, de Marcelância, e José Rodrigues Cruz, de Pedra Preta, que também estariam ligados ao esquema mas não participavam oficialmente das coordenações de licitação. – Veja relação completa ao lado
Desde o ano passado, 12 ex-prefeitos e 41 servidores públicos já foram denunciados por causa da ligação com a máfia dos sanguessugas, articulada pelos empresários Darci Vedoin, e seu filho, Luiz Antônio Trevisan Vedoin. Além dos ex-gestores relacionados no quadro ao lado, foram acusados em 2007 os ex-prefeitos Nelci Capitani (Colniza) e Antônio Domingos (Feliz Natal). Somando-se aos ex-deputados federais e assessores parlamentares, o número ultrapassa 150.
Segundo o MPF, a máfia dos sanguessugas agia em três fases. Na primeira, havia acordo para confecção de emendas parlamentares ao orçamento geral da União para compra de ambulâncias. Na segunda etapa, ocorria a execução orçamentária. Na terceira fase, era autorizada a efetiva liberação dos recursos.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou mais 10 ex-prefeitos mato-grossenses por envolvimento com a máfia dos sanguessugas. Também foram acusados formalmente de ligação com o esquema de superfaturamento do preço de ambulâncias adquiridas com recursos públicos 34 servidores dos respectivos municípios.
Entre os 10 ex-prefeitos denunciados está o ex-presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e ex-prefeito de Reserva do Cabaçal, Ezequiel Ângelo Fonseca (PP), que atualmente é secretário-adjunto de Estrutura Escola da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). De acordo com o MPF, todos eles podem responder por formação de quadrilha e fraude à licitação.
Também foram encontrados indícios contra o ex-prefeito de Tapurah, Reinaldo Tirloni, mas esse não foi denunciado porque já faleceu. Se condenadas, as pessoas denunciadas pelo MPF podem cumprir penas de até três anos de prisão por formação de quadrilha e quatro anos por fraude em licitações, além de serem obrigados ao pagamento de multa.
A nova relação de denunciados aponta também a participação de vários membros das comissões de licitação dos municípios. Entre essas pessoas encontram-se também os servidores públicos Devanice Alves de Souza, de Marcelância, e José Rodrigues Cruz, de Pedra Preta, que também estariam ligados ao esquema mas não participavam oficialmente das coordenações de licitação. – Veja relação completa ao lado
Desde o ano passado, 12 ex-prefeitos e 41 servidores públicos já foram denunciados por causa da ligação com a máfia dos sanguessugas, articulada pelos empresários Darci Vedoin, e seu filho, Luiz Antônio Trevisan Vedoin. Além dos ex-gestores relacionados no quadro ao lado, foram acusados em 2007 os ex-prefeitos Nelci Capitani (Colniza) e Antônio Domingos (Feliz Natal). Somando-se aos ex-deputados federais e assessores parlamentares, o número ultrapassa 150.
Segundo o MPF, a máfia dos sanguessugas agia em três fases. Na primeira, havia acordo para confecção de emendas parlamentares ao orçamento geral da União para compra de ambulâncias. Na segunda etapa, ocorria a execução orçamentária. Na terceira fase, era autorizada a efetiva liberação dos recursos.

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