ENCALHE

novembro 18, 2008

"O crime organizado se infiltrou nas instituições e usa todos os recursos jurídicos e processuais para seguir impune" – acusa delegado da PF

Crime se espalha pelos Poderes, critica delegado
Terça, 18 de novembro de 2008
Para Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado de São Paulo, na atual situação do crime organizado no Brasil, sofre a PF, sofre o governo, mas os criminosos são liberados impunes pela Justiça. Ele critica a atuação do Judiciário na continuidade das ações feitas pela PF:
- A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem.
Portugal critica também a “afetação do crime organizado” nos trabalhos da Polícia Federal, observando que a ilegalidade está “espalhada” nas instituições da República. A única solução, para ele, é a atuação do Congresso Nacional para resolver a situação:
- O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor (…). Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
Leia os principais trechos da entrevista com o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo.
Terra Magazine - Por que a Polícia Federal vive esta crise? O crime organizado está incidindo diretamente nos trabalhos da PF?
Amaury Portugal - Essa crise sobre a qual você me pergunta fica por conta do crime organizado, que é justamente o que nós combatemos. Isto está afetando os trabalhos da PF porque incide diretamente nas instituições da República. Não é apenas a PF que está sofrendo com isto. O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor. A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem. Isto é o caos da segurança pública do Brasil. Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
A impunidade do crime organizado não desmoraliza a PF?
Claro. Ele lança mão de todos os recursos jurídicos e processuais. Faz o que quer.
O senhor está falando do Daniel Dantas?
Sim, especificamente sobre esse caso.
A cúpula da PF tem agido corretamente?
Eu acho que estão agindo dentro do que é possível ser feito. Mas acredito que neste momento é necessária maior união entre as instituições do governo. O Congresso é o ponto chave dentro dessa história. Ele pode mudar os rumos dela.
E o ministro Tarso Genro?
Está agindo como ministro da Justiça. Mas em relação à PF e toda esta história, se me perguntarem se ele está se posicionando, vou dizer que não. Acredito que ele deveria vir a público, ser mais combativo, representar melhor a PF.
E o presidente do STF?
Este é sem comentários. Todo mundo já sabe o que ele fez então eu me abstenho de falar deste homem. A opinião pública e a classe jurídica já avaliaram a situação dele. Não preciso falar.
Houve abusos na operação Satiagraha?
Esta é uma questão que está sendo revista através de um inquérito policial feito pela própria PF. Eu não vou me pronunciar sobre isto até que a própria instituição diga se houve ou não. Por exemplo, a PF está investigando os grampos acusados pela revista Veja. Mas adianto que não foi encontrada a maior prova de que houve este grampo: a gravação.
Terra Magazine

"O crime organizado se infiltrou nas instituições e usa todos os recursos jurídicos e processuais para seguir impune" – acusa delegado da PF

Crime se espalha pelos Poderes, critica delegado
Terça, 18 de novembro de 2008
Para Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado de São Paulo, na atual situação do crime organizado no Brasil, sofre a PF, sofre o governo, mas os criminosos são liberados impunes pela Justiça. Ele critica a atuação do Judiciário na continuidade das ações feitas pela PF:
- A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem.
Portugal critica também a “afetação do crime organizado” nos trabalhos da Polícia Federal, observando que a ilegalidade está “espalhada” nas instituições da República. A única solução, para ele, é a atuação do Congresso Nacional para resolver a situação:
- O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor (…). Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
Leia os principais trechos da entrevista com o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo.
Terra Magazine - Por que a Polícia Federal vive esta crise? O crime organizado está incidindo diretamente nos trabalhos da PF?
Amaury Portugal - Essa crise sobre a qual você me pergunta fica por conta do crime organizado, que é justamente o que nós combatemos. Isto está afetando os trabalhos da PF porque incide diretamente nas instituições da República. Não é apenas a PF que está sofrendo com isto. O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor. A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem. Isto é o caos da segurança pública do Brasil. Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
A impunidade do crime organizado não desmoraliza a PF?
Claro. Ele lança mão de todos os recursos jurídicos e processuais. Faz o que quer.
O senhor está falando do Daniel Dantas?
Sim, especificamente sobre esse caso.
A cúpula da PF tem agido corretamente?
Eu acho que estão agindo dentro do que é possível ser feito. Mas acredito que neste momento é necessária maior união entre as instituições do governo. O Congresso é o ponto chave dentro dessa história. Ele pode mudar os rumos dela.
E o ministro Tarso Genro?
Está agindo como ministro da Justiça. Mas em relação à PF e toda esta história, se me perguntarem se ele está se posicionando, vou dizer que não. Acredito que ele deveria vir a público, ser mais combativo, representar melhor a PF.
E o presidente do STF?
Este é sem comentários. Todo mundo já sabe o que ele fez então eu me abstenho de falar deste homem. A opinião pública e a classe jurídica já avaliaram a situação dele. Não preciso falar.
Houve abusos na operação Satiagraha?
Esta é uma questão que está sendo revista através de um inquérito policial feito pela própria PF. Eu não vou me pronunciar sobre isto até que a própria instituição diga se houve ou não. Por exemplo, a PF está investigando os grampos acusados pela revista Veja. Mas adianto que não foi encontrada a maior prova de que houve este grampo: a gravação.
Terra Magazine

"O crime organizado se infiltrou nas instituições e usa todos os recursos jurídicos e processuais para seguir impune" – acusa delegado da PF

Crime se espalha pelos Poderes, critica delegado
Terça, 18 de novembro de 2008
Para Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado de São Paulo, na atual situação do crime organizado no Brasil, sofre a PF, sofre o governo, mas os criminosos são liberados impunes pela Justiça. Ele critica a atuação do Judiciário na continuidade das ações feitas pela PF:
- A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem.
Portugal critica também a “afetação do crime organizado” nos trabalhos da Polícia Federal, observando que a ilegalidade está “espalhada” nas instituições da República. A única solução, para ele, é a atuação do Congresso Nacional para resolver a situação:
- O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor (…). Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
Leia os principais trechos da entrevista com o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo.
Terra Magazine - Por que a Polícia Federal vive esta crise? O crime organizado está incidindo diretamente nos trabalhos da PF?
Amaury Portugal - Essa crise sobre a qual você me pergunta fica por conta do crime organizado, que é justamente o que nós combatemos. Isto está afetando os trabalhos da PF porque incide diretamente nas instituições da República. Não é apenas a PF que está sofrendo com isto. O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor. A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem. Isto é o caos da segurança pública do Brasil. Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
A impunidade do crime organizado não desmoraliza a PF?
Claro. Ele lança mão de todos os recursos jurídicos e processuais. Faz o que quer.
O senhor está falando do Daniel Dantas?
Sim, especificamente sobre esse caso.
A cúpula da PF tem agido corretamente?
Eu acho que estão agindo dentro do que é possível ser feito. Mas acredito que neste momento é necessária maior união entre as instituições do governo. O Congresso é o ponto chave dentro dessa história. Ele pode mudar os rumos dela.
E o ministro Tarso Genro?
Está agindo como ministro da Justiça. Mas em relação à PF e toda esta história, se me perguntarem se ele está se posicionando, vou dizer que não. Acredito que ele deveria vir a público, ser mais combativo, representar melhor a PF.
E o presidente do STF?
Este é sem comentários. Todo mundo já sabe o que ele fez então eu me abstenho de falar deste homem. A opinião pública e a classe jurídica já avaliaram a situação dele. Não preciso falar.
Houve abusos na operação Satiagraha?
Esta é uma questão que está sendo revista através de um inquérito policial feito pela própria PF. Eu não vou me pronunciar sobre isto até que a própria instituição diga se houve ou não. Por exemplo, a PF está investigando os grampos acusados pela revista Veja. Mas adianto que não foi encontrada a maior prova de que houve este grampo: a gravação.
Terra Magazine

"O crime organizado se infiltrou nas instituições e usa todos os recursos jurídicos e processuais para seguir impune" – acusa delegado da PF

Crime se espalha pelos Poderes, critica delegado
Terça, 18 de novembro de 2008
Para Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado de São Paulo, na atual situação do crime organizado no Brasil, sofre a PF, sofre o governo, mas os criminosos são liberados impunes pela Justiça. Ele critica a atuação do Judiciário na continuidade das ações feitas pela PF:
- A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem.
Portugal critica também a “afetação do crime organizado” nos trabalhos da Polícia Federal, observando que a ilegalidade está “espalhada” nas instituições da República. A única solução, para ele, é a atuação do Congresso Nacional para resolver a situação:
- O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor (…). Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
Leia os principais trechos da entrevista com o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo.
Terra Magazine - Por que a Polícia Federal vive esta crise? O crime organizado está incidindo diretamente nos trabalhos da PF?
Amaury Portugal - Essa crise sobre a qual você me pergunta fica por conta do crime organizado, que é justamente o que nós combatemos. Isto está afetando os trabalhos da PF porque incide diretamente nas instituições da República. Não é apenas a PF que está sofrendo com isto. O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor. A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem. Isto é o caos da segurança pública do Brasil. Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
A impunidade do crime organizado não desmoraliza a PF?
Claro. Ele lança mão de todos os recursos jurídicos e processuais. Faz o que quer.
O senhor está falando do Daniel Dantas?
Sim, especificamente sobre esse caso.
A cúpula da PF tem agido corretamente?
Eu acho que estão agindo dentro do que é possível ser feito. Mas acredito que neste momento é necessária maior união entre as instituições do governo. O Congresso é o ponto chave dentro dessa história. Ele pode mudar os rumos dela.
E o ministro Tarso Genro?
Está agindo como ministro da Justiça. Mas em relação à PF e toda esta história, se me perguntarem se ele está se posicionando, vou dizer que não. Acredito que ele deveria vir a público, ser mais combativo, representar melhor a PF.
E o presidente do STF?
Este é sem comentários. Todo mundo já sabe o que ele fez então eu me abstenho de falar deste homem. A opinião pública e a classe jurídica já avaliaram a situação dele. Não preciso falar.
Houve abusos na operação Satiagraha?
Esta é uma questão que está sendo revista através de um inquérito policial feito pela própria PF. Eu não vou me pronunciar sobre isto até que a própria instituição diga se houve ou não. Por exemplo, a PF está investigando os grampos acusados pela revista Veja. Mas adianto que não foi encontrada a maior prova de que houve este grampo: a gravação.
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"O crime organizado se infiltrou nas instituições e usa todos os recursos jurídicos e processuais para seguir impune" – acusa delegado da PF

Crime se espalha pelos Poderes, critica delegado
Terça, 18 de novembro de 2008
Para Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Federal do Estado de São Paulo, na atual situação do crime organizado no Brasil, sofre a PF, sofre o governo, mas os criminosos são liberados impunes pela Justiça. Ele critica a atuação do Judiciário na continuidade das ações feitas pela PF:
- A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem.
Portugal critica também a “afetação do crime organizado” nos trabalhos da Polícia Federal, observando que a ilegalidade está “espalhada” nas instituições da República. A única solução, para ele, é a atuação do Congresso Nacional para resolver a situação:
- O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor (…). Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
Leia os principais trechos da entrevista com o presidente do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo.
Terra Magazine - Por que a Polícia Federal vive esta crise? O crime organizado está incidindo diretamente nos trabalhos da PF?
Amaury Portugal - Essa crise sobre a qual você me pergunta fica por conta do crime organizado, que é justamente o que nós combatemos. Isto está afetando os trabalhos da PF porque incide diretamente nas instituições da República. Não é apenas a PF que está sofrendo com isto. O crime organizado está espalhado nas instituições e planta polêmicas inverídicas para desestabilizar o próprio governo. Pois assim eles ficam impunes; para eles, quanto pior, melhor. A Justiça não os julga; são presos pela PF e depois liberados por causa de recursos, os tribunais atendem tudo o que eles pedem. Isto é o caos da segurança pública do Brasil. Se o Congresso Nacional não se ativer a essa situação grave nós vamos observar a maior baderna do nosso País.
A impunidade do crime organizado não desmoraliza a PF?
Claro. Ele lança mão de todos os recursos jurídicos e processuais. Faz o que quer.
O senhor está falando do Daniel Dantas?
Sim, especificamente sobre esse caso.
A cúpula da PF tem agido corretamente?
Eu acho que estão agindo dentro do que é possível ser feito. Mas acredito que neste momento é necessária maior união entre as instituições do governo. O Congresso é o ponto chave dentro dessa história. Ele pode mudar os rumos dela.
E o ministro Tarso Genro?
Está agindo como ministro da Justiça. Mas em relação à PF e toda esta história, se me perguntarem se ele está se posicionando, vou dizer que não. Acredito que ele deveria vir a público, ser mais combativo, representar melhor a PF.
E o presidente do STF?
Este é sem comentários. Todo mundo já sabe o que ele fez então eu me abstenho de falar deste homem. A opinião pública e a classe jurídica já avaliaram a situação dele. Não preciso falar.
Houve abusos na operação Satiagraha?
Esta é uma questão que está sendo revista através de um inquérito policial feito pela própria PF. Eu não vou me pronunciar sobre isto até que a própria instituição diga se houve ou não. Por exemplo, a PF está investigando os grampos acusados pela revista Veja. Mas adianto que não foi encontrada a maior prova de que houve este grampo: a gravação.
Terra Magazine

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

No saco de bondades de Dantas, R$ 18 milhões para juízes, jornalistas, políticos…

O preço da propina: R$ 18 milhões para juízes, políticos e jornalistas
Balaio do Kotcsho, 18/11/2008
Sem muito alarde, depois de semanas dedicando os espaços nobres do noticiário à discussão sobre os métodos adotados pelos investigadores, hoje os jornais publicam o preço da propina paga à suposta rede de corrupção que protegia o banqueiro Daniel Dantas nas atividades criminosas de que é acusado: R$ 18 milhões.
Pelos bilhões envolvidos nestas atividades, sei que esta quantia é troco de táxi, mas pode explicar muita coisa estranha na cobertura do caso. Quem fez esta constatação não fui eu, mas o bravo colega Luciano Mendes Costa, em seu comentário no programa de rádio do Observatório da Imprensa.
A revelação da quantia investida para conquistar os corações e as mentes de juízes, políticos e jornalistas, publicada pelo jornal “O Globo”, foi feita pelo delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro, um dos responsáveis pelo inquérito que resultou na prisão do banqueiro Daniel Dantas, durante reunião de três horas com a cúpula da Polícia Federal, no dia 14 de julho.
Para o delegado Magro, que diz ter apreendido na operação bilhetes e informações digitalizadas num laptop, detalhando o esquema de propina, as críticas à investigação são “uma reação do crime organizado”. Sobre os jornalistas, segundo ele, consta no organograma: “A gente contrata o Magabeira para chegar aos meios de comunicação”.
Na mesma linha, Amaury Portugal, presidente do sindicato dos delegados da PF paulista, disse durante a abertura do congresso nacional da categoria, em São Paulo, que o crime organizado se infiltrou em todos os poderes.
“A Polícia Federal é um dos alvos disso. Nós, que conhecemos a instituição, sabemos que o que está colocado na imprensa não procede”, afirmou Portugal à “Folha”, a respeito das suspeitas de que houve grampo ilegal contra o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A reação dos delegados da Polícia Federal se deu na mesma segunda-feira em que os advogados de Dantas sofriam três derrotas na Justiça: o juiz De Sanctis foi mantido no caso pelo TRF e, além disso, foram negados dois habeas corpus que pretendiam anular a ação penal e os inquéritos policiais.
Parece que os advogados do banqueiro tentam controlar todo o processo, vetando juízes, anulando inquéritos, escolhendo políticos mais simpáticos à causa ou até indicando quais jornalistas devem ou não fazer a cobertura do caso. Podem até não conseguir, mas estão no papel deles de tentar. Resta saber como cada um cumprirá seu papel nesta história.

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