ENCALHE

setembro 3, 2009

"Uribe compra terceiro mandato na Colômbia e Globo não diz nada", por Diário Gauche

Como a TV Globo vê o “ditador” Álvaro Uribe
Uribe compra terceiro mandato na Colômbia e Globo não diz nada
Uma graça o noticiário do Bom Dia Brasil, de hoje. Telegraficamente foi informado sobre a votação no Congresso colombiano, onde o direitista Uribe conquista a possibilidade de disputar pela terceira vez a presidência do país. Mais não foi dito. Nada de “comentaristas” reclamando das aspirações continuístas do “ditador” Uribe, nada de “especialistas” prevendo o caos institucional para a Colômbia e para o resto da América do Sul, nada dos democratas de plantão de alertarem para o grave precedente colombiano, nada… Acho que esqueceram de falar. Sei lá.


Veja o vídeo em DIARIO GAUCHE

maio 21, 2009

Possibilidade de nova reeleição para presidente da Colômbia abre possibilidade de terceiro mandato para Lula

Filed under: Álvaro Uribe, Colômbia ( COL ) — Humberto @ 2:30 am
Na verdade, apenas dá uma ajuda para quem quiser argumentar que, se o Uribe pode ser novamente reeleito sem ser chamado de “ditador” pela Folha, vEJA, Estadão, Fox News, então o mesmo pode ocorrer com relação ao Lula. Eu só estou provocando. E olha que sobre o Uribe pesa denúncias de vínculos com guerrilheiros de direita, cartéis de drogas, e outras coisas.
Senado colombiano aprova proposta para reeleição
Emenda deverá ser ainda levada a consulta popular através de referendo
Bogotá – O Senado colombiano aprovou ontem, por 62 votos a favor e cinco contra, a proposta de plebiscito que abre caminho para o presidente Álvaro Uribe buscar, em 2010, seu terceiro mandato consecutivo. A sessão foi extremamente agitada, com os senadores dos opositores Partido Liberal (com 18 congressistas) e Polo Democrático Alternativo (PDA, com 8 senadores) tendo deixado a Casa antes da votação. No total, 35 dos 102 senadores abstiveram-se de votar. “Essa proposta permite a instalação de uma ditadura e de um governo plutocrático”, denunciou o senador Luis Carlos Avellaneda, do PDA.
Pelo projeto, uma emenda constitucional ampliando de dois para três o número máximo de mandatos consecutivos de um presidente deve ser levada a consulta popular. Mas a convocação do referendo ainda deve ser avaliada pela Corte Constitucional da Colômbia – o que pode demorar até quatro meses.
Além disso, o Senado e a Câmara dos Deputados também precisam formar uma “comissão de conciliação” para entrar em acordo sobre o conteúdo do referendo. Em caso de aprovação do plebiscito pela Corte Constitucional, as autoridades eleitorais terão então de determinar a data da consulta.
Na Colômbia, para que a consulta tenha validade, precisam ir às urnas pelo menos 25% dos eleitores. O país possui atualmente cerca de 28 milhões de pessoas aptas a votar.
A proposta aprovada pelos deputados diz que a permissão para a segunda reeleição passaria a valer a partir de 2014. Mas, em abril, uma comissão do Senado reformou o texto para que a norma entrasse em vigor já em 2010. No poder desde 2002, Uribe nunca se pronunciou abertamente sobre a aprovação do terceiro mandato, mas tampouco descartou a possibilidade de tentar a reeleição. O presidente não desestimulou seus partidários quando eles lançaram uma campanha para conseguir assinaturas para pedir que o Congresso discutisse o referendo. Polêmica. Em 2003, a população rejeitou, em uma consulta popular, a primeira reeleição de Uribe, que só conseguiu aprová-la por meio de uma polêmica emenda constitucional no Legislativo. Desde então, ele vem conseguindo manter altos índices de popularidade graças ao relativo sucesso da guerra do governo contra os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
20/05/2009

Possibilidade de nova reeleição para presidente da Colômbia abre possibilidade de terceiro mandato para Lula

Filed under: Álvaro Uribe, Colômbia ( COL ) — Humberto @ 2:30 am
Na verdade, apenas dá uma ajuda para quem quiser argumentar que, se o Uribe pode ser novamente reeleito sem ser chamado de “ditador” pela Folha, vEJA, Estadão, Fox News, então o mesmo pode ocorrer com relação ao Lula. Eu só estou provocando. E olha que sobre o Uribe pesa denúncias de vínculos com guerrilheiros de direita, cartéis de drogas, e outras coisas.
Senado colombiano aprova proposta para reeleição
Emenda deverá ser ainda levada a consulta popular através de referendo
Bogotá – O Senado colombiano aprovou ontem, por 62 votos a favor e cinco contra, a proposta de plebiscito que abre caminho para o presidente Álvaro Uribe buscar, em 2010, seu terceiro mandato consecutivo. A sessão foi extremamente agitada, com os senadores dos opositores Partido Liberal (com 18 congressistas) e Polo Democrático Alternativo (PDA, com 8 senadores) tendo deixado a Casa antes da votação. No total, 35 dos 102 senadores abstiveram-se de votar. “Essa proposta permite a instalação de uma ditadura e de um governo plutocrático”, denunciou o senador Luis Carlos Avellaneda, do PDA.
Pelo projeto, uma emenda constitucional ampliando de dois para três o número máximo de mandatos consecutivos de um presidente deve ser levada a consulta popular. Mas a convocação do referendo ainda deve ser avaliada pela Corte Constitucional da Colômbia – o que pode demorar até quatro meses.
Além disso, o Senado e a Câmara dos Deputados também precisam formar uma “comissão de conciliação” para entrar em acordo sobre o conteúdo do referendo. Em caso de aprovação do plebiscito pela Corte Constitucional, as autoridades eleitorais terão então de determinar a data da consulta.
Na Colômbia, para que a consulta tenha validade, precisam ir às urnas pelo menos 25% dos eleitores. O país possui atualmente cerca de 28 milhões de pessoas aptas a votar.
A proposta aprovada pelos deputados diz que a permissão para a segunda reeleição passaria a valer a partir de 2014. Mas, em abril, uma comissão do Senado reformou o texto para que a norma entrasse em vigor já em 2010. No poder desde 2002, Uribe nunca se pronunciou abertamente sobre a aprovação do terceiro mandato, mas tampouco descartou a possibilidade de tentar a reeleição. O presidente não desestimulou seus partidários quando eles lançaram uma campanha para conseguir assinaturas para pedir que o Congresso discutisse o referendo. Polêmica. Em 2003, a população rejeitou, em uma consulta popular, a primeira reeleição de Uribe, que só conseguiu aprová-la por meio de uma polêmica emenda constitucional no Legislativo. Desde então, ele vem conseguindo manter altos índices de popularidade graças ao relativo sucesso da guerra do governo contra os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
20/05/2009

fevereiro 22, 2009

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

Filed under: Álvaro Uribe, cocaína, Colômbia ( COL ), Colombia Plan, George W. Bush, tráfico de drogas — Servílio Gentil Lavapés @ 6:43 am
( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

Relatório da ONU aponta que o cultivo da coca disparou na Colômbia ( cinco vezes mais que o segundo colocado )!!

( Relações carnais entre Colômbia e EUA objetivando o combate declarado ao narcotráfico reduzem-se a pó )
Cultivo de coca cresce na América do Sul
Segundo relatório da ONU, avanço é de 16% nos três principais produtores: Colômbia, Bolívia e Peru
por Agência Brasil
Rio de Janeiro. O cultivo da coca registrou aumento nos países andinos, apesar das políticas oficiais de erradicação de plantações e incentivos a outras formas de agricultura adotadas nos últimos anos. A informação consta no relatório anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a produção e uso de drogas no mundo, divulgado nesta quinta-feira.
Segundo o documento, houve crescimento de 16% na área plantada em 2007, em relação ao ano anterior, nos três principais países produtores de coca: Colômbia, Bolívia e Peru. O total chegou a 181,6 mil hectares, área superior a da cidade de São Paulo.
O maior aumento foi registrado na Colômbia, com expansão de 27%, enquanto Bolívia e Peru tiveram crescimento de 5%.
Em 2007, a produção mundial de cocaína aumentou 10 toneladas, chegando ao total de 994 toneladas. Só a Colômbia, diz a ONU, é responsável por 600 toneladas, seguida pelo Peru, com 290 toneladas, e a Bolívia, 104 toneladas.
A principal rota de tráfico sai da Colômbia para os Estados Unidos, passando pelo Caribe. Segundo o governo colombiano, 80% da produção é levada em lanchas rápidas, capazes de transportar até uma tonelada e meia da droga. Recentemente, lembra o relatório, até um submarino foi interceptado levando cocaína para consumidores norte-americanos.
Outra rota que tem ganhado importância é a que usa países africanos como ponto de apoio para chegar até a Europa, passando pelo Brasil. Os países sul-americanos, que antes funcionavam mais como corredores de passagem, acabaram se tornando mercados importantes. De acordo com a ONU, da produção de cocaína peruana, só 5% ficam no país, outros 40% seguem para Estados Unidos e Europa, e os restante 55% são vendidos para os vizinhos, principalmente Equador, Chile e Brasil. O governo brasileiro apreendeu, em 2007, 18,2 toneladas de cocaína.
O relatório salienta que, nos últimos anos, a maioria dos países sul-americanos registrou aumento no consumo de cocaína, como efeito-colateral de ser rota do tráfico de drogas. Um estudo feito anteriormente em seis países da região mostrou que o consumo de cocaína chegava a 1,4% da população, 0,3% maior do que a média mundial. O mais alto índice de dependência foi registrado na Argentina, com 2,7% de viciados no total da população, bem como a menor faixa etária de consumidores, com 25% com 16 anos ou menos.
O documento analisou em 150 páginas a situação do consumo e produção de drogas em todos os continentes, incluindo o uso de cocaína, maconha, heroína e remédios.
AMÉRICA ECONOMIA, 19.02.09

agosto 7, 2008

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

Leia também:
As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.

Foro de São Paulo é fichinha: Paramilitar direitista colombiano admitiu ter matado mais de 3000 pessoas!!! Câmbio, desligo!

Paramilitar colombiano admite ter assassinado mais de 3 mil pessoas
Ex-chefe do grupo armado AUC revelou que o grupo atuava com cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos
Brasil de Fato , 04/08/2008
Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

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As ligações de Uribe e os paramilitares
O ex-chefe paramilitar colombiano Hebert Veloza admitiu ter sido responsável junto com seu grupo armado pelo assassinato de mais de três mil pessoas entre os anos de 1994 e 2003. “Calculo que meus dois grupos assassinaram 3 mil pessoas ou mais. Muitos deles eram atirados ao [rio] Cauca”, respondeu ao ser questionado quantas pessoas havia matado.
HH, como ficou conhecido Veloza, também reconheceu que morreram mais inocentes que culpados. “Mas assim é a guerra”, afirmou em entrevista ao jornal colombiano El Espectador publicada neste domingo. “Matamos muita gente só pelo fato de que eram apontadas”, em referência às pessoas que são identificadas como colaboradores ou simpatizantes das guerrilhas colombianas.
Massacres
HH, que foi considerado como um dos mais temidos chefes das paramilitares Autodefesas Unidas de Colombia (AUC), disse ter utilizado a “decapitação” para aterrorizar as comunidades. “Quando chegamos a Urabá decapitamos muita gente, era uma estratégia para promover o terror, para que tivessem mais medo de nós do que da guerrilha”.
O paramilitar ingressou no controvertido programa de desmobilização encabeçado pelo governo de Álvaro Uribe, mas perdeu sua condição de “desmobilizado” quando fugiu e teria reingressado aos cartéis armados. Agora, encontra-se preso e aguarda o andamento de seu processo de extradição aos Estados Unidos para ali ser julgado pelo crime de narcotráfico.
O ex-chefe paramilitar revelou também que o grupo atuava em cumplicidade com as autoridades locais para promover os assassinatos.” Em Urabá, quando começamos, deixávamos os corpos onde as pessoas eram mortas”, relata. “Depois de um tempo o poder público começou a pressionar e (disseram) que nos deixariam continuar trabalhando, mas tínhamos que desaparecer com as pessoas. Assim começaram a surgir as fossas comuns”, afirmou.
“Assassinávamos pessoas todos os dias, em todos os municípios de Urabá”, acrescentou. Foram nestes mesmos departamentos (estados) de Córdoba e Urabá que se constituíram em 1998, sob o auspício do Estado colombiano, as AUC com o objetivo de combater as guerrilhas FARC e ELN.
Parapolítica
Na entrevista, HH confirmou as ligações de políticos, militares e policiais colombiano com os paramilitares ao afirmar que “os políticos se utilizaram das Autodefesas para alcançar seus objetivos”. “Fazem qualquer coisa para chegar ao poder. Nos procuravam para que os apoiássemos, sabendo que éramos ilegais”, afirmou.
Mais de 60 congressistas da base governista de Álvaro Uribe estão sendo investigados pela Corte Suprema de Justiça e pelo Ministério Público colombiano por vínculos com paramilitares. Deste grupo de parlamentares, 30 já foram condenados e estão na cadeia.
O escândalo da parapolítica ocorre em meio a uma tentativa de reforma do Judiciário que visa implementar a “imunidade parlamentar” na atual legislatura, fato que na opinião de analistas poderia coibir o julgamento de outros envolvidos com paramilitares.
Ainda na entrevista, o ex-chefe paramilitar HH afirmou que, com sua extradição e a de outros chefes da extrema-direita armada para os Estados Unidos, as vítimas “ficarão sem as verdades”. “Uma guerra tão longa e tão atroz não se conta em um mês ou dois meses. Há gente que diz que a verdade não está sendo contada”, disse. HH revelou que “há muitos militares que estão incomodados” em referência as possíveis declarações dos ex-chefes paramilitares que estão presos.
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