ENCALHE

setembro 2, 2009

Deputado lê Carta Capital no plenário da ALESP e pergunta porquê o caso que envolve ALSTOM e o PSDB de Covas/ Serra/ Alckmin não sai na Globo!

A TV Assembléia é um barato. As participações de Adriano Diogo, Major Olímpio e do Carlos Gianazzi costumam ser – no bom sentido – impagáveis. Essa madrugada, estava passando uma discussão sobre as OSS e o Adriano Diogo mostrou num telão, um trabalho em “flash”, acho que preparado pelo SINDISAUDE, denunciando as mazelas da terceirização/ precarização da Saúde no Estado de São Paulo, principalmente no que tange as chamadas OSS / OSCIPS ( que, no Congresso Nacional, e só para inglês ver, são investigadas mas, aqui em SP, são praticamente sócias do poder tucano, sem aparente contestação ). Infelizmente eu ainda não consegui descolar esse trabalho. Duas coisas de que me lembro, expostas ali: a média salarial de um funcionário terceirizado [ ou sei lá como chamam ] é de cerca de 5 mil e poucos reais enquanto a média de um funcionário da Secretaria da Saúde estaria em torno de hum mil e quinhentos reais.
Outra coisa que lembro: um laboratório, desses que prestam uns serviços terceirizados – Laivosier, se recordo – pertence ao Laboratório Fleury que, por sua vez pertence ao laboratório DASA que tem como um de seus membros, em seu Conselho de Administração, a tucana Claudia Costin, atual secretária de educação do município do Rio de Janeiro.
Em seguida ao Adriano Diogo, o deputado Roberto Felício leu no microfone a matéria da Carta Capital desta semana, sobre as novas revelações do caso internacional de propina envolvendo a ALSTOM e políticos do governo no poder em São Paulo, quando da assinatura de um contrato para fornecimento ao Metrô Paulista, ainda na administração Mário Covas. Roberto Felício dirigiu-se à platéia, externando sua incompreensão pelo fato do caso ALSTOM-PSDB de SÂO PAULO não aparecer na Globo. “Nós sabemos porquê”, disse o deputado.
Felício diz existir “blindagem” do governador Serra no caso Alston
31/08/2009
Reportagem do jornalista Gilberto Nascimento, da revista CartaCapital, traz novos detalhes sobre o esquema de propinas pagos pela Alstom e Siemens para políticos tucanos de São Paulo
31/08/2009
Leia a íntegra da matéria:
A nova testemunha
O caminho sinuoso do esquema de propinas das empresas Alstom e Siemens para políticos tucanos de São Paulo começa a ser desvendado nos seus mínimos detalhes. Um executivo que acompanhou de perto a execução do plano forneceu informações valiosas sobre o método de operação das duas grandes companhias europeias para favorecer autoridades e funcionários de empresas públicas no Brasil.
Um documento com informações sobre o modus operandi da Alstom e da Siemens foi repassado ao Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo pelo alto funcionário, cujo nome não foi revelado. O relatório do informante faz menção também a pagamentos a políticos de Brasília e da Bahia.
A francesa Alstom é uma grande fabricante de turbinas elétricas, trens de alta velocidade e vagões de metrô. Maior empresa de engenharia da Europa, a alemã Siemens faz desde lâmpadas até trens-bala e faturou 72 bilhões de euros no ano passado. As duas companhias são concorrentes, mas em determinados momentos na disputa tornavam-se aliadas, de acordo com a fonte.
Para que o dinheiro da “caixinha” retornasse ao Brasil, a Alstom e a Siemens, de acordo com o documento entregue ao MP, utilizariam um mesmo esquema: os serviços dos lobistas Arthur Gomes Teixeira e Sergio Meira Teixeira, donos das empresas Procint Projetos e Consultoria Internacional e Constech Assessoria e Consultoria Internacional, apontadas pelo informante como as responsáveis pelas offshore no Uruguai Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A.
A propina seria enviada para essas empresas uruguaias e daí para a Procint e Constech. Estas repassavam o dinheiro a políticos e diretores de empresas públicas, por meio de notas frias, como um suposto pagamento a serviços de consultoria. Arthur e Sergio Teixeira foram procurados por CartaCapital no escritório da Procint, em Cerqueira César, região central de São Paulo, mas não telefonaram de volta. Uma gerente administrativa, identificada como Marina, adiantou que “com certeza, ninguém vai falar nada, por não ser verdade”. Arthur também não foi localizado em sua residência.
O executivo sem nome revelado entregou ao MPF dois contratos da Siemens (em nome da matriz na Alemanha e da filial brasileira) com as offshores uruguaias. Em sua avaliação, ambos comprovariam o envolvimento da empresa alemã no esquema. Informado sobre o relato do executivo, o deputado estadual Roberto Felício (PT) encaminhou as denúncias ao procurador da República Rodrigo De Grandis para auxiliá-lo “no aprofundamento das investigações”.
Desde o ano passado, a Siemens é investigada na Alemanha e em outros países por causa de pagamentos suspeitos num total de 2 bilhões de dólares. Reportagens do Wall Street Journal a respeito da Alstom no Brasil também apontaram irregularidades semelhantes às praticadas pela Siemens. Um tribunal de Munique acusou a empresa alemã de ter pago suborno a autoridades da Nigéria, Líbia e Rússia. Um ex-diretor, Reinhard Siekaczek, acrescentou que o esquema de corrupção atingiria ainda Brasil, Camarões, Egito, Grécia, Polônia e Espanha.
O relatório enviado ao MPF aponta supostas irregularidades e desvios nos projetos da Siemens no Brasil na linha 5 do Metrô, no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, na entrega dos trens série 3000 (também conhecido como trem alemão) para o governo paulista e num contrato de manutenção do Metrô do Distrito Federal. No caso do trem alemão, hoje em circulação na Vila Olímpia, na mesma zona sul paulistana, teria sido realizado um acordo para a empresa Mitsui fornecer dez desses veículos à CPTM.
Os vagões seriam produzidos na fábrica da Siemens em Viena e a Mitsui ficaria responsável pela assistência técnica, o fornecimento de peças de reposição, o treinamento e a operação inicial. Ocorre que a Mitsui não fabrica peças, tampouco tem experiência ou competência na prestação desse tipo de serviço, segundo o executivo. Daí porque a empresa subcontratou o trabalho a terceiros. O “acordo” não teria qualquer sentido, já que a Siemens é uma das fabricantes originais das peças e a provedora natural desses serviços.
O informante sugeriu ao MPF a quebra do sigilo bancário e fiscal das firmas envolvidas nas denúncias para comprovar o trajeto do dinheiro que retorna ao Brasil. Contatado, o procurador Rodrigo De Grandis informou que não comenta o caso em razão de estar sob segredo de Justiça.
Outras novidades sobre o caso Alstom têm vindo à tona. O deputado Felício e o líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, Rui Falcão, pediram ao MP estadual o exame da movimentação financeira de duas empresas. Uma delas tem como sócio o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE), Robson Marinho, e outra o ex-presidente da Alstom no Brasil, José Luiz Alquéres.
Marinho é suspeito de ter ajudado a Alstom a conseguir um contrato de 100 milhões de reais em 1998, pouco depois de deixar a chefia de gabinete da Casa Civil do governo Mário Covas e assumir o cargo de conselheiro do TCE. O Ministério Público da Suíça bloqueou uma conta naquele país atribuída a Marinho, com cerca de 1 milhão de dólares. O conselheiro nega ser o titular da conta.
A empresa de Marinho tem um sugestivo nome: Rumo Certo Incorporação e Participação Ltda. Fica na cidade paulista de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, atua no ramo imobiliário e aluga imóveis próprios. Tem um capital social de 1 milhão de reais. O ex-presidente da Alstom é sócio majoritário da J.L. Alquéres Engenharia Consultiva Ltda., localizada na avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro. Certidões emitidas pela Receita Federal mostram que as duas empresas continuam em atividade, de acordo com os deputados petistas. Os parlamentares querem que o MPF analise se a movimentação das empresas e de seus sócios é adequada ao porte de cada uma delas e se a evolução patrimonial de Marinho e Alquéres é compatível com os seus rendimentos.
Apesar das denúncias feitas pelas autoridades suíças e pelo Ministério Público estadual e federal no Brasil, o governo Serra mantém a mesma relação com a Alstom. “O governo continua utilizando os mesmos contratos com aditivos e não fazendo novas licitações. Fizeram aditivos com valores muito diferentes dos originais, com os contratos de até cinco anos que não poderiam ser prorrogados”, critica Felício. “Para comprar novos trens, teria de ser feita outra concorrência pública.”
Entre os contratos com problemas há um de 1997 firmado com o consórcio Metrosist (do qual a Alstom faz parte), no valor de 219 milhões de reais (em valores corrigidos). O último aditivo, que o prorrogou até 2011, foi de 92 milhões de reais. Segundo o Ministério Público, os contratos nunca poderiam ultrapassar o período de 60 meses, mas o da Metrosit já completa 14 anos. O contrato da Linha 4 do metrô paulistano (a Linha Amarela, entre Vila Sonia e Faria Lima), no total de 2 bilhões de reais, já atingiu 77 meses. Teve um aditamento de 142 milhões de reais.
O total de contratos firmados pelo governo com a Alstom, entre 1989 e 2006, somou 7,5 bilhões de reais. Desses, 5,7 bilhões foram assinados pelo Metrô e 2,6 bilhões pela CPTM. No governo Serra, foram mais 2,08 bilhões de reais, dos quais 320 milhões em aditamentos. Em um novo contrato para a reforma e modernização de trens antigos da Linha 3 (na zona leste), em abril, a Alstom ganhou uma licitação no valor de 375 milhões de reais. O contrato, estranhamente, dura 68 meses.
Os recursos destinados à Alstom aumentaram entre os governos tucanos de Alckmin e Serra. Houve uma elevação no valor dos contratos de 34,5%. Na gestão de Alckmin, entre 2001 e 2006, eles totalizaram 3,1 bilhões de reais. Nos dois anos e meio de Serra, 2,08 bilhões. Por mês, Alckmin destinou à empresa 51 milhões de reais e Serra, 69,5 milhões.
Há um ano, o PT tentou, sem sucesso, aprovar a criação de uma CPI para investigar o caso Alstom na Assembleia Legislativa de São Paulo. Conseguiu coletar apenas 23 assinaturas, das 32 necessárias. “Há uma blindagem na Casa para proteger o governador”, reclama Felício. “Há uma relação espúria entre agentes públicos ligados diretamente ao Palácio dos Bandeirantes e uma empresa privada que paga propinas para continuar mantendo privilégios do Poder Público estadual”, diz o deputado petista.
Em 1999, um ex-diretor da Alstom, José Sidnei Colombo Martini, deixou a empresa para dirigir a estatal Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP). Em 2006, no governo Alckmin, Martini foi responsável pelo processo de privatização dessa companhia.
Outros diretores de empresas públicas envolvidos no caso Alstom ainda gozam da confiança de Serra. Presidente da Companhia do Metropolitano entre 2003 e 2007, Luiz Carlos Frayze David foi apontado como um dos responsáveis pelo acidente da Linha 4 do Metrô e perdeu o cargo. Hoje, integra o conselho de administração da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), o Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista e a Comissão de Ética da Agência Reguladora dos Transportes no Estado de São Paulo (Artesp).
Durante suas gestões como superintendente do Departamento de Estradas de Rodagens do Estado (DER) e a presidência do Metrô, assinou contratos considerados irregulares pelo TCE num total de 510 milhões de reais (em valores atualizados). David responde ao menos a doze processos. Ele não foi encontrado na Dersa. Uma assessora identificada como Eny disse não fazer ideia de como localizá-lo.
Ex-diretor-jurídico da mesma empresa, Benedito Dantas Chiaradia também assinou contratos considerados irregulares, no total de 325 milhões de reais. Fez isso nos períodos em que ocupou os cargos de chefe de gabinete da Secretaria de Administração do Estado de São Paulo e de diretor da CPTM. Entre outros contratos com problemas, segundo o TCE, Chiaradia foi o responsável por um contrato com a Tejofran-Cegelec (esta do Grupo Alstom), para a reforma da Linha Sul da CPTM, no valor de 58 milhões de reais. Contatado por meio de uma ex-colaboradora, ele não retornou o telefonema.
Protestos
As obras da Linha Amarela trazem transtornos para os moradores da região.
Por Luana Lila
A satisfação de ter uma estação de Metrô perto de casa durou pouco para os vizinhos da Linha 4 (Amarela), que ligará o bairro da Vila Sônia à região da Luz, no centro de São Paulo. As obras já ganharam destaque pela abertura de uma cratera gigante, na futura estação Pinheiros, que deixou sete mortos em janeiro de 2007. Mas acidentes menores, e menos divulgados, também fazem parte do percurso desse empreendimento.
No bairro do Butantã, região do Jardim Previdência, dezenas de pessoas sofrem com problemas causados pela construção do Metrô. São rachaduras no chão e nas paredes, canos partidos e vazamento de água. O exemplo mais emblemático é o de dona Cida, que preferiu não revelar o sobrenome por temor de represálias. Em razão dos estragos, ela e seu marido foram obrigados a mudar para a edícula de sua casa. O conserto foi efetuado por uma empresa contratada pelo Consórcio Via Amarela e se arrastou por dez meses. Durante esse período, dona Cida foi assaltada por dois ladrões que usavam uniformes da terceirizada. Segundo ela, durante as obras, muitos funcionários da empresa se encontravam em seu quintal para discutir questões alheias à sua reforma. “Não dava para saber quem saía e quem entrava, até que um dia os ladrões renderam os pedreiros. Depois eles nos levaram para o fundo, pois já sabiam que estávamos morando lá.”
Cyro Fiuza, gerente de comunicação do Jockey Club de São Paulo, vive na mesma rua. Ele entrou em contato com a Coordenadoria de Relacionamento do Metrô e solicitou uma vistoria para indicar uma série de rachaduras que surgiu durante as obras. Depois da avaliação, o engenheiro responsável concluiu que a casa não está na área de influência do Metrô. No entanto, residências localizadas no mesmo quarteirão foram indenizadas pelo Consórcio. “Parece que eles já vieram com a conclusão pronta. Olharam apenas para cumprir o protocolo”, lamenta Fiuza. Em nota, o Consórcio Via Amarela afirmou que “as alterações encontradas no imóvel do senhor Fiuza não têm relação com as obras da Linha 4-Amarela”.
(fonte: revista Carta Capital – 31/8/2009)

agosto 5, 2008

CASO ALSTOM / PSDB-SP: Audiência na Câmara Federal, para debater a "LISTA SUJA" de tucanos que receberam propinas foi cancelada!!!

Filed under: Alstom, corrupção, Geraldo Alckmin, Metrô de São Paulo, propinas e cala-bocas, PSDB/ DEM — Servílio Gentil Lavapés @ 7:39 pm
Agência Câmara, 05.08.08
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio cancelou a audiência de amanhã que iria debater os contratos firmados no Brasil pela empresa francesa Alstom. A reunião foi cancelada porque a Alstom não enviará representantes, argumentando que não teve acesso aos autos do processo.
A Alstom é suspeita de pagar propina para obter contratos com empresas públicas no Brasil, principalmente em São Paulo, e em outras partes do mundo. A audiência foi solicitada pelos deputados Ivan Valente (Psol-SP) e Francisco Praciano (PT-AM).
Ainda não há data prevista para a próxima audiência.
Da Redação/SR

http://esquerdopata.blogspot.com/

http://blogdoonipresente.blogspot.com/2008/07/vale-pena-conferir.html

agosto 4, 2008

Propinas da ALSTOM a "partido no poder em SP" ( Ah!, lembrei: o PSDB!! ) será tema de Audiência na Câmara Federal!!

Agência Câmara, 01/08/08
Audiência debaterá denúncias contra a Alstom
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio promove na próxima quarta-feira (6) audiência pública para debater os contratos firmados pela empresa francesa Alstom, que atua nos setores de energia e transportes (trens de alta velocidade, bondes, metrôs). A empresa é suspeita de pagar propina para obter contratos com empresas públicas no Brasil, principalmente em São Paulo, e em outras partes do mundo. A audiência foi solicitada pelos deputados Ivan Valente (Psol-SP) e Francisco Praciano (PT-AM).
A Alstom é acusada de pagar US$ 6,8 milhões em propinas para ganhar licitação de um contrato de US$ 45 milhões no Metrô de São Paulo e contratos da empresa com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), considerados irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), e com as estatais Eletronorte, Eletrosul e Furnas. As informações foram divulgadas em matéria publicada pelo The Wall Street Journal e reproduzidas no jornal Valor Econômico, no dia 6 de maio.
Entre os convidados estão o presidente da Alston no Brasil, Aloísio Vasconcelos; o procurador do Ministério Público de São Paulo Antonio Silvio Marques; o procurador do Ministério Público Federal Rodrigo de Grandis; e o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa.
Audiência
Os autores do requerimento avaliam que a realização da audiência pública é um avanço para a comissão, apesar da resistência de parlamentares do DEM e PSDB, que votaram contra, e diante do fato da Assembléia Legislativa de São Paulo não querer debater o assunto, já que todos os pedidos de informações e requerimentos foram rejeitados naquela Casa. A Assembléia arquivou, no fim de maio, uma CPI que investigava possíveis irregularidades no processo de privatização da Eletropaulo (estatal paulista de energia). A Alstom era acusada de pagar propinas para obter vantagens nos contratos firmados. No entanto, a empresa não foi citada no relatório final da CPI.Para Valente e Praciano, o debate será “esclarecedor”, pois as denúncias revelam uma lógica recorrente em grandes empresas multinacionais, que é a de usar de práticas de corrupção para facilitar a viabilização de contratos com empresas estatais. “São denúncias sérias, de corrupção, que envolvem mais de 7 estatais paulistas e o processo de privatizações em São Paulo, além de estatais federais como a Eletronorte, Eletrosul e Furnas”.
Documentos
Ivan Valente solicitou ao TCE-SP acesso aos contratos da empresa, assinados desde 1990, com o Metrô e também com outras empresas públicas vinculadas ao governo paulista. O parlamentar requisitou ainda que o Ministério da Justiça informe detalhadamente a Câmara dos Deputados sobre as investigações da Polícia Federal sobre as negociações da Alstom com empresas públicas brasileiras, sejam as vinculadas à União ou aos estados.
O presidente da comissão, deputado Jilmar Tatto (PT-SP), afirmou que pretende recolher informações para poder apurar melhor o caso. “Estamos dando uma oportunidade de explicação à empresa, essa é nossa contribuição para esclarecer essa situação”, disse.
A audiência está prevista para as 10 horas, no plenário 5.

julho 30, 2008

Registros da Alstom revelam tabela de suborno a tucanos

Mesmo constrangidos somos obrigados a informar
Memorando da Alstom documenta partilha do suborno a PSDB de SP
Hora do Povo, 30.07.08
Esquemas no Partido, TCE e Secretaria Estadual de Energia levavam por fora 7,5% do valor do contrato
Em comunicado enviado por Andre Botto, diretor da Cegelec – subsidiária da Alstom – na França, para um superior de nome M. Chamussy, em 23 de setembro de 1997, afirma que o suborno pago pela empresa para obter um contrato de R$ 110 milhões da Eletropaulo seria dividido entre “as finanças do partido no poder [PSDB]”, “o tribunal de contas [TCE]” e “a Secretaria de Energia [de São Paulo]”. “Se trata da remuneração para o governo local. Ela está sendo negociada via um ex-secretário do governador (RM)”, relata.
Registros da Alstom revelam tabela de suborno a tucanos
De acordo com planilha do PSDB, era do atual secretário de Subprefeiturasde São Paulo, Andrea Matarazzo, a missão de recolher o dinheiro em 98
“As finanças do partido no poder [PSDB]”, “o tribunal de contas [TCE]” e “a Secretaria de Energia [de São Paulo]”. Segundo a correspondência de executivos da Alstom apreendida por autoridades da Suíça, estes órgãos não eram apenas os locais em que alguns tucanos batiam o ponto, mas também o endereço final do suborno pago pela multinacional francesa para obter alguns contratos do Estado.
Os detalhes da operação foram descritos num comunicado enviado por Andre Botto, diretor da Cegelec – subsidiária da Alstom – na França, para um cidadão de nome M. Chamussy. Escrito em 23 de setembro de 1997, o documento se refere a um contrato de R$ 110 milhões a ser firmado com a Eletropaulo. Nele, Botto informa que o suborno foi acertado num “patamar de 7,5 (%)”. “Se trata da remuneração para o governo local. Ela está sendo negociada via um ex-secretário do governador (RM)”. De acordo com as investigações, “RM” é Robson Marinho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Depois de coordenar a campanha eleitoral de Covas em 1994, ele foi chefe da Casa Civil do governo do Estado de 1995 a abril de 1997.
Cabia a “RM”, neste caso, segundo a correspondência, distribuir a quantia entre o partido, o Tribunal de Contas do Estado e também à Secretaria de Estado de Energia.
O mesmo sistema de comunicação foi utilizado pelos executivos para tratar de outro contrato da Alstom com o governo tucano, desta vez com a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE). Trata-se de um aditivo no contrato de cerca de R$ 100 milhões para o fornecimento de equipamentos às subestações Aclimação e Miguel Reale, no Cambuci. Como o primeiro comunicado, este também foi apreendido pelas autoridades suíças.
Embora não discrimine os órgãos, o recente memorando apresenta um novo percentual a ser cobrado, configurando uma espécie de tabela que diferenciava o preço do suborno para contratos e para aditivos.
No contrato da EPTE, os órgãos são substituídos pelas iniciais dos nomes dos envolvidos. O primeiro é um elemento denominado “Neves”. Ao lado deste nome, consta o percentual de “8,5%”, juntamente com a palavra “fait”, “feito” em português. Em seguida, surge a sigla Splendor (1% “fait”) e depois “C.M.”, com 7%, mas sem a rubrica de “feito”. A Splendor foi identificada pelas autoridades francesas como a empresa que intermediou o pagamento da propina. Seu serviço, 1% do valor do contrato.
Segundo suspeitam os promotores brasileiros que investigam o caso, “C.M.” seria Claudio Luiz Petrechen Mendes, um intermediário entre a empresa e o governo do Estado, que chegou a ter seu percentual questionado pelo executivo da Alstom. “Eu não posso dar “ok” para uma pessoa que eu não conheço e da qual eu jamais ouvi falar”, revela outro trecho do bilhete, possivelmente uma resposta escrita por Chamussy.
O total de suborno no aditamento ficaria em 16,5%. “CM” e “Splendor” foram facilmente identificados. “Neves” continua sendo o enigma. Para decifrá-lo, segundo os investigadores brasileiros, é preciso apurar até onde foi a participação do vereador Tião Farias (PSDB), que além de ter sido um dos assessores mais próximos de Mário Covas, foi secretário-adjunto de Robson Marinho na Casa Civil.
Não por acaso as correspondências dos executivos da Alstom são consideradas, tanto pelas autoridades suíças e francesas como pelas brasileiras, peças fundamentais para decifrar o modus operandi do esquema Alstom/PSDB. Além de revelado-res, os memorandos podem ajudar a identificar os mecanismos utilizados em outros casos. Afinal, não foram só dois contratos, mas dezenas.
Segundo a bancada do PT na Assembléia, a empresa firmou 139 contratos com o governo estadual, no período de 1989 a 2007, num total de R$ 7,6 bilhões. De 1993 a 2003, período em que as polícias da França e Suíça investigam, foram firmados 96 contratos que somam R$ 5,2 bilhões. Os contratos são com as empresas Metrô, CESP, Força e Luz, CPTM, CTEEP, Dersa, Eletropaulo, Emae, Prodesp e Sabesp. A maioria foi firmada na gestão do ex- governador Geraldo Alckmin. No entanto, o atual governador José Serra, não só manteve contratos com a Alstom, vigentes há 20 anos, como fez aditivos no valor de R$ 2 bilhões.
E os valores pagos em suborno variavam de acordo com a modalidade. Partia de 7,5%, podendo chegar a 30%, segundo revelou um ex-funcionário do setor de finanças da Alstom no Brasil em entrevista ao jornal “Estado de São Paulo”.
A forma como estes recursos, desviados dos cofres públicos, alimentavam “as finanças” do PSDB, ou as contas bancárias de pessoas ligadas ao esquema, é a segunda etapa da investigação. Uma pista surgiu na semana passada: a lista do caixa 2 da campanha de Fernando Henrique em 1998. Elaborada por Luiz Carlos Bresser Pereira, então tesoureiro de FHC, a lista diz que caberia ao atual secretário de Subprefeituras de São Paulo, Andrea Matarazzo (PSDB), então secretário de Energia do Estado, a responsabilidade de colher a contribuição de duas empresas do grupo francês Alstom, a Cegelec e a ABB, para o caixa 2.

julho 15, 2008

A Nova Máfia dos Fiscais, Dantas, Alstom…

Então eu escuto um bocado de coisas, e algumas têm o poder de me deixar mais irritado que a ingestão de meio bule de café. Uma que merece aparecer aqui: a ação da PF que prendeu Dantas e os outros teria por finalidade ” desviar a nossa atenção da inflação galopante” ( sic!!! )!!
Simplicity: investiga-se durante quatro anos, e espera-se o momento em que a inflação mundial começe a subir, subir, o Meirelles a aumentar os juros e aí, é só dar o bote numa ação espetaculosa!!! Aí ninguém lembra mais da inflação…
Entretanto, este caso do Opportunity fez sumir das páginas – eu, pelo menos, não tenho visto – o escândalo internacional ALSTOM-PDSB.
Outra que escutei/ li: as ações da Polícia Federal são um “espetáculo” de fogos, com cenas de pessoas algemadas e constrangidas ( bem ao estilo “stalinista” ). Bem, só faltariam os efeitos de raio laser, um dirigível gigante, tipo show do Pink Floyd em Pompéia.
Simplicity: a PF deve destinar a maior parte de seu orçamento para seu setor de relações públicas. Mas o que eu não consigo saber é o porquê desta afirmação, pois o caso dos fiscais da Moóca, até onde eu percebo, têm tido um tratamento, a meu ver, desproporcional. E olha que – irônico – até apareceu foto na capa do jornal com um sujeito algemado. Solta ele, Gilmar!! O máximo que o cara pode fazer é se esconder em Itaquaquecetuba. Já o Dantas deve ter um jatinho com o motor esquentando, e um passaporte zerinho, zerinho.
Nem preciso relembrar o que fizeram com o casal Nardoni. Ops, acabei relembrando!
E este caso ( da Moóca, meu ) tem algo que não me convence. Só que, ao contrário destes leitores do Estadão, eu prefiro apenas acompanhar e fazer ( aqui ) meus apontamentos. Que são:
- falei da ALSTOM; o caso já chegou no Andrea Matarazzo e cai, de bandeja, a cabeça de um subprefeito cujo nome não pára de ser mencionado. Pesquisas me mostraram que este subprefeito foi designado para o cargo pelo ex-prefeito José Serra , no começo de 2006. Eu já ia achando ( mas não excluí a hipótese, ainda ) que trata-se de uma rinha interna entre tucanos e tucanos, demos e tucanos e demos e demos. Como já postei, o jornal de bairro da Vila Prudente, pertencente a um deputado ( ex? ) do PSDB publicou um editorial similar a um míssil tele-guiado, tendo por alvo, justamente, o subprefeito Odloak. Envolve o Shopping Capital, na Moóca. E parece haver conflitos de interesses não muito claros.
- a antiga Máfia dos Fiscais, do Pitta, extorquia, também, comerciantes estabelecidos; por enquanto, só se falou de ambulantes.
- Já postei aqui, anteriormente, minhas suspeitas de que havia umas máfias funcionando em subprefeituras; os jornais mostraram casos isolados, é verdade. Mas aí, eu começo a lembrar daquela operação da PF, que teria chegado ao Paulinho da Força. Envolveria um puteirão de luxo, não é? Bem, existia um puteirão desses, na subprefeitura da Vila Mariana, que foi lacrado, acho que há cerca de um ano. Fica ( sim, eu mantive o tempo presente ) na rua Coronel Diogo. Hoje em dia, não há mais vestígios de lacre nos portões, mas toca-se, ali, uma obra que praticamente duplica área construída na propriedade; parece que está seguindo o roteiro manjado, e concluíndo um anexo, talvez um flat. Resta saber se o projeto ( o habite-se ) foi aprovado e se funcionará alguma atividade comercial adequada ao zoneamento do local; sabe como é, a gente tem que ficar de olho, se fosse só um megaputeiro de luxo, tudo bem, eu não quero estragar a festa de ninguém…mas vai que tem político ladrão envolvido. Aí não pode, né?
- recentemente, se cogitou uma anistia ampla, geral e irrestrita, para os comércios irregulares. A proposta mereceu até um editorial negativo por parte do Estadão ( juro!! ).
- a greve dos professores da rede estadual; pouco se falou, até a hora em que não se pôde mais ignorar; aí jogaram para o noticiário do trânsito na capital; o SPTV da Globo, não falou das assembléias que ocorriam às sextas-feiras, em seu noticiário do sábado;
- Repetindo: com o surgimento dos casos “fiscais da Moóca” e Daniel Dantas, não se fala da ALSTOM!! CADÊ A ALSTOM?

junho 12, 2008

Corrupção tucana

Jasson de Oliveira Andrade
Portal Mogi Guaçu
Ultimamente as notícias sobre suposta corrupção tucana têm sido divulgadas pela mídia. A manchete do Estadão (30/5/2008) é arrasadora: “Para Suíça, Alstom usou offshores em propina a tucanos”. Os jornalistas Sônia Figueiras e Eduardo Reina revelam: “Seis empresas offshore, duas das quais controladas por brasileiros, teriam sido utilizadas pela multinacional francesa Alstom para supostamente repassar propinas a autoridades e políticos paulistas entre 1998 e 2001. Os pagamentos seriam feitos com base em trabalhos de consultoria de fachada”. Outra manchete, esta da Folha (21/5), diz: “TCE julga irregular compra de R$ 223 mi de estatal de SP – CPTM usou contrato de 1995 para adquirir 12 trens da francesa Alstom em 2005 [ governo Alckmin ]”. Ao ser entrevistado pelo jornalista Valdo Albuquerque, o deputado Simão Pedro, vice-líder do PT na Assembléia, declarou: “Vamos continuar com o pedido de CPI. As denúncias que estão vindo à tona são muito graves, como a compra de 12 trens da Alstom pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) em 2005, utilizando contrato vencido cinco anos antes”.
Um dos tucanos citado em documentos que a Promotoria da Suíça enviou ao Brasil é Robson Marinho, o RM na citação e confirmado por ele. Robson foi Chefe da Casa Civil do governo Mário Covas, que posteriormente o nomeou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. O jornal Estadão informou que a Alstom pagou viagem do conselheiro à Copa da França em 98. Esta ligação, ao que parece, favoreceu a empresa. Eis as manchetes, confirmando o favorecimento: “Membro do TCE investigado defendeu contrato da Alston – Robson Marinho foi o único voto favorável a um negócio de 13 anos com o Metrô (Folha, 4/6)”. “Robson Marinho deu parecer pró-Alstom no TCE em 3 meses – Análise de contrato com Eletropaulo foi um dos mais rápidos do tribunal (Estado, 5/6)”. “Voto de Marinho beneficiou Alstom – Conselheiro do TCE derrubou parecer que considerava ilegal reajuste de contrato entre grupo francês e Eletropaulo (Estado, 6/6)”.
Em vista dessa situação, os tucanos impedem a convocação de suspeitos. A Folha noticiou: “Base aliada de Serra abafa apuração do caso Alstom – Deputados estaduais ligados a tucano são maioria em CPI e rejeitam requerimentos”. O Estado também revelou em manchete: “Tucanos barram convocações no caso Alstom”. Já o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) declarou, segundo o Painel da Folha (9/6) – Tiroteio: “Para investigar o caso Alstom vamos ter que pedir ao Parlamento Europeu, porque em São Paulo é impossível vencer a blindagem tucana”.
Outra citação desagradável aos tucanos é essa notícia do Estadão (9/6): “Cúpula da polícia e do Detran sabia de fraudes em carteiras há 4 meses – Alerta foi dado pela Prodesp, que identificou irregularidades na coleta de digitais; ninguém foi afastado”. Depois de anunciar que Campos Machado (PTB) será o vice de Alckmin em São Paulo, o Estadão (10/10) faz essa revelação: “Nos últimos anos, [Campos Machado] defendeu o governo tucano e ajudou a barrar CPIs. No último dia 5[6], seu então chefe de gabinete, Carlos Alberto de Carvalho Thadeo, o Professor Thadeo, pediu exoneração após ter sido flagrado em escutas, intercedendo em favor de um funcionário da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos, centro de esquema desarticulado neste mês”. Temos ainda o caso da Secretaria do Trabalho, dominado pelo PTB, com supostas irregularidades. O então secretário Walter Caveanha se defendeu. No entanto, esta é outra história, que provavelmente será relembrada neste ano eleitoral.
Poderíamos ainda citar a governadora tucana Yeda Crusius, a qual, devido à gravação do vice-governador com um secretário, contendo graves acusações de corrupção, exonerou (demitiu) quatro secretários. A grave crise gaúcha fica para outra vez.
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu e autor de “Golpe de 64 em São João da Boa Vista”
Junho de 2008

Sobre “Golpe de 64 em São João da Boa Vista”, visite:
“GOLPE DE 64 EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA”. Livro de Jasson de Oliveira Andrade.
“GOLPE DE 64 EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA”, de Jasson de Oliveira Andrade. A Guerra Fria sem CIA e KGB.

junho 10, 2008

Não importa o que tucanos façam para ocultá-la, sujeira vaza descontroladamente!!!!!

Alckmin mal escolheu o vice, e já acharam Corrupção no Gabinete
Os Amigos do Presidente Lula, 10.06.08
A corrupção demo-tucana paulista está tão infiltrada nos governos de Serra e Alckmin, que até quando escolhem uma operação a dedo, para mudar o assunto da ALSTOM, respinga neles.
José Serra desengavetou a operação Carta Branca, da polícia civil de São Paulo, sobre venda de carteiras de motoristas. Seria um escândalo menor e localizado no CIRETRAN da cidade de Ferraz de Vasconcelos, que não o atingiria diretamente. A função é ocupar manchetes, para fazer cortina de fumaça sobre a mega-corrupção na ALSTOM.
Ontem (9/6), o tucano Geraldo Alckmin confirmou a escolha de seu vice, o Deputado Estadual Campos Machado, do PTB de Roberto Jefferson.
Campos Machado, na Assembléia Legislativa de São Paulo, é um dos abafadores de CPI’s demo-tucanas.
Mas o que tem a ver vice de Alckmin com venda de carteiras de motorista?
O chefe de gabinete do deputado, conhecido como Professor Thadeo (Carlos Alberto de Carvalho Thadeo), exonerou-se do cargo que ocupava há mais de 20 anos, porque foi flagrado em gravações telefônicas intercendendo para proteger Marcus Vinícius Coelho, o Marcão, um dos 19 acusados de integrar a máfia.
Continue lendo aqui…
E mais:
Assinar a Folha é financiar a proteção da corrupção Tucana na ALSTOM
Jornal Nacional continua escondendo corrupção tucana

Entrevista de ex-presidente da Varig, publicada em site de aviação em JANEIRO de 2008, desmente vEJA e suas "falácias" ( a vEJA adora esse termo )!!!!

Os Amigos do Presidente Lula, 09.06.08
Aqui matamos a cobra e mostramos a cobra morta.
A revista Veja INVENTOU boa parte da reportagem que fez esta semana sobre a Varig.
Foi feita sem qualquer apuração maior, recheada de frases de efeito e meras zombarias.
É desmentida pela recente entrevista do ex-presidente da Varig ao jetsite (clique aqui para ver) em janeiro de 2008:
MENTIRA No. 1 da revista Veja:
A revista diz que a TAM tinha uma oferta para comprar a Varig maior (o dobro) do que a GOL e foi “preterida” ( acredito que a revista insinua que tenha sido preterida pelo governo federal, pois a matéria é muito mal escrita em termos de objetividade para entender claramente ).
Marco Antonio Audi – quem comprou e vendeu a Varig – desmente:
“A situação de caixa era tão apertada, que nós tínhamos que vender rápido, senão iríamos parar de voar. Na reta final, havia a TAM e da Gol [ interessadas em comprar ]. A da TAM era muito melhor, só que ela exigia mais tempo para fechar o negócio. E esse tempo nós não tínhamos. Afinal, no escritório dos advogados, assinamos o contrato com a GOL, à meia-noite de uma quarta-feira, de 28 para 29 de março de 2007.
Estávamos tão apertados que precisávamos de 4 milhões de reais somente para rodar o caixa da companhia até a segunda-feira seguinte, 2 de abril. Só que não tínhamos dinheiro para nada… Na segunda-feira, 2 de abril, a Gol assumiu a gestão do caixa da companhia. A Varig, em novas mãos, estava salva. Mais uma vez. Recebemos quase 100 milhões de dólares, em dinheiro e mais o equivalente a 177 milhões, em ações da Gol.”
A Veja mentiu duas vezes. A TAM não foi preterida e a venda foi por US$ 277 milhões e não US$ 320 milhões.
MENTIRA No. 2 da revista Veja:
A revista disse que a Varig foi comprada por apenas US$ 24 milhões.
Marco Antonio Audi, desmente:
“.. Assim iniciamos a captação dos empréstimos que seriam no valor de até 485 milhões de dólares como estabelecido no Business Plan [ Plano de investimentos necessários para comprar e reerguer a Varig ]… Até aquele dia, dos 485 milhões que necessitaríamos, havíamos obtido 211 milhões. Faltaram 270 milhões para captar, pois eles não cumpriram a parte deles e as empresas ficaram sem caixa. Naquele dia percebi que não teria escolha, a não ser vender a Varig. Caso contrário, iríamos quebrar. E ia levar tudo junto. Aí tivemos que vender a companhia.”
A Veja mentiu, pois a Varig foi ARREMATADA em leilão por US$ 24 milhões, e depois foram investidos na empresa pelo menos 211 milhões, antes da venda. Total: US$ 235 milhões.
Atualização: O Jornal Nacional entrevistou o representante do Fundo em Nova York, Lap Chan, e ele disse que foram cerca de US$ 250 milhões investidos antes da venda da Varig.
MENTIRA No. 3 da revista Veja e também do Estadão:
Diz que os sócios brasileiros eram “laranjas”. Marco Antonio Audi desmente:
“Jetsite: os recursos para a compra vinham dos sócios norte-americanos?
Marco Antonio Audi: Não. O fundo Mattlin Patterson não investiu um centavo na companhia. O fundo conseguiu empréstimos. Não era investimento deles. Está lá para quem quiser ver; Tudo registrado no Banco Central. Aquilo que se pode chamar de investimento foi feito por nós, pela Volo do Brasil. Eu e meus sócios brasileiros investimos 40%, e eles entraram com 60%.
O maior aporte de recursos vem de empréstimos. O nosso papel era arrumar a casa e tocar o negócio: o deles era arrumar os empréstimos. Com tudo isto entendido, começamos a vida assim em agosto de 2006.”
Além disso, o próprio fato de Marco Antonio Audi ter sido o presidente da Varig, é uma constatação inequívoca de que ele não era um “laranja”.
A CORRUPÇÃO TUCANA na ALSTOM deve ser maior de que pensamos, para publicarem QUALQUER COISA que faça cortina de fumaça ( até de charuto apagado serve )… a toque de caixa, sem qualquer apuração. Mesmo que seja este verdadeiro DEBOCHE DO LEITOR.
Continue lendo aqui…

junho 5, 2008

Caso Alstom: para José Serra, investigar propinas aos tucanos é “eleitoralismo”

Hora do Povo, 04 e 05.06.08
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou que a proposta da base aliada do governo Lula de criar uma CPI no Congresso para investigar as denúncias de irregularidades nos contratos da Alstom com o governo paulista não passa de ação eleitoreira. “Isso é eleitoralismo, é o kit PT”, disse na segunda-feira, durante evento no Palácio dos Bandeirantes.
Em viagem a Mococa, no interior paulista, sábado passado, o tucano descartou a hipótese do governo do Estado tomar qualquer providência para apurar o envolvimento de membros da sua equipe no caso. “Não há o que investigar”, disse, alegando que o Ministério Público Estadual e Federal, além do Metrô, já investigam as denúncias.
Segundo Serra, o governo estadual pode ajudar nas investigações se for solicitado. “Estamos à disposição das autoridades para os esclarecimentos que forem necessários”, disse. Indagado sobre o envolvimento do atual secretário de Transportes, Mauro Arce, que foi secretário de Energia durante a época em que os repasses foram feitos às empresas “offshores”, o governador respondeu: “Não há o que declarar. O nome dele sequer foi citado”.
Na semana passada, um requerimento do deputado federal Carlos Zarattini (PT/SP), integrante da Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara, convidando algumas autoridades para prestar esclarecimentos sobre o caso foi rejeitado por deputados da oposição. Na lista de convidados estavam o secretário de Transportes Metropolitanos do estado, José Luiz Portela; o presidente do Metrô, José Jorge Fagali; e o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa.
Empresário preso pela PF reforça suspeitas de que multinacional regou contas tucanas
O deputado federal João Bacelar (PR/BA) afirmou, na segunda-feira, que está reunindo as assinaturas necessárias para instalar uma CPI na Câmara destinada a investigar os contratos firmados pela multinacional francesa Alstom no Brasil. Ele também encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) pedido de informações sobre contratos da empresa com o governo de São Paulo que estão sob investigação.
A empresa é acusada de corrupção para obter contratos no governo paulista. O Ministério Público da Suíça enviou documentos ao governo brasileiro indicando que empresas teriam sido utilizadas pela Alstom para repassar propinas para autoridades de São Paulo, durante a gestão dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin. Um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação.
As suspeitas de que a multinacional regou as contas dos tucanos foram reforçadas pelo empresário Luiz Geraldo Tourinho Costa, preso pela Polícia Federal, que afirmou ter usado uma conta bancária no Uruguai para a Alstom pagar propina a políticos por negócios feitos com a Petrobrás, em 2002, último ano da gestão Fernando Henrique.
Em depoimento à PF, Tourinho revelou que os depósitos, de US$ 550 mil (R$ 1,6 milhão naquele ano) e 220 mil (R$ 612 mil), tinham relação com o fornecimento de turbinas para a TermoRio, num contrato de US$ 550 milhões (cerca de R$ 1,61 bilhão ao câmbio da época). A Petrobrás detinha 43% da TermoRio em 2002.
Os deputados do PT na Assembléia Legislativa em São Paulo também estão investigando as denúncias e pretendem utilizar a CPI da Eletropaulo, já em andamento, para apurar o caso. A multinacional é acusada de pagar US$ 6,8 milhões em propina por um contrato de US$ 45 milhões no Metrô. A comissão já aprovou a convocação de David Zylberstajn, secretário de Energia do governo Covas.
“Vamos apresentar ainda o requerimento de convocação de Andrea Matarazzo e do Mauro Arce”, assinalou Roberto Felício, líder do partido na Assembléia.
Atual secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras, Matarazzo ocupou a secretaria de Energia de fevereiro a agosto de 1998, em meio ao processo de privatização da Eletropaulo. Foi sucedido por Arce, que está na secretaria de Transportes do governo Serra.

junho 3, 2008

Serra imita a PF para desviar o foco do escândalo PSDB-Alstom

OS Amigos do Presidente Lula, 03.06.08
Um tucaninho de bico longo, ligado ao grupo de Geraldo Alckmin, me ligou a pouco para me contar a novidade do dia. José Serra providenciou a operação denominada Carta Branca, da polícia civil de São Paulo. A imprensa, especialmente
a Folha, já saiu com a manchete “Delegado está entre os 18 presos suspeitos de emissão ilegal de CNH”…
Tudo muito bom, se não fosse as verdadeiras intenções do governador Paulista José Serra. Desviar o foco PSDB-Alstom que nos últimos dias vem sendo divulgado por blogueiros e mídia. Em outras palavras, Serra está tentando jogar uma cortina de fumaça sobre o escândalo que envolve o tucanato paulista.
O barraco tucano vai pegar fogo
A Eletropaulo, que parecia ter entrado no caso Alstom a reboque do Metrô, pode se revelar problema maior para o PSDB. Quem teve acesso a dados da investigação na Suíça afirma: trata-se de encrenca que, no Brasil, atinge acima de tudo o setor elétrico.
Balanço fiscal da Alstom de 15 de maio de 2001 aponta o interesse na Eletropaulo. O documento cita o contrato “Gisel 2″, com transformadores de R$ 100 milhões, como prioridade no orçamento da empresa, ao lado de subestações de gás em Singapura e Dubai e sistemas de geração de energia na Flórida. Dois tucanos chefiaram a pasta estadual de Energia na época: Mauro Arce, atual secretário de Transportes, e Andrea Matarazzo, secretário das Subprefeituras.
Por: Helena™
Eu acrescento: se for este o plano, o escândalo de carteiras de motorista remete a um caso parecido, e muito mais concreto: o do Detran do Rio Grande do Sul, e que envolve, vejam só, uma governadora também do PSDB. Talvez a intenção seja essa: vincular os dois casos, às custas até mesmo de Yeda Crusius, mantendo o interesse da opinião pública e o foco sobre a governadora gaúcha. Mas é apenas ilação minha. ( Humberto )

junho 2, 2008

Quem fez o quê e aonde? Estadão "noticia" caso Alstom na capa sem, entretanto, citar personagens como "PSDB", "governo Covas", "tucanos de SP", etc

Supressão é a palavra. Conforme observado por PHA, em São Paulo – capital – não existe uma avenida com o nome de Getúlio Vargas.
O Estadão, zeloso e parcimonioso quando se trata de ocultar os ilícitos tucanos da melhor forma que puder, tascou na capa ( vejam bem: muita gente lê apenas a capa dos jornais, as manchetes e destaques, e só, e passa a considerar o que leu como “informação”; portanto, a capa de um jornal e suas manchetes têm um poder de convencimento e persuassão muito fortes; não é segredo nenhum ) um pequeno bloco noticioso com o título “Identificado esquema que pagou propinas da Alstom” e, abaixo, “Corrupção favoreceria políticos de SP”. Mmmm.
Políticos de São Paulo? Vanessa Damo, do PV, é política, e tem sua base no município paulista de Mauá. Serve ela? Claro que não, eu coloquei o nome dela, só para ilustrar.
Fernando Henrique Cardoso, que tal? É político e sua carreira desenvolveu-se aqui no estado.
Celso Daniel? Emerson Kapaz? Rui da Costa Pimenta? Orestes Quércia? Todos de São Paulo, e todos políticos.
É. O Estadão não ajudou muito nessa. Vejamos se o jornal dá mais detalhes: “(… ) repassou propinas a autoridades e políticos paulistas entre 1998 e 2001, em troca da assinatura de contratos em São Paulo (…)”.
De “repassou” a “2001″, na primeira sentença, fomos informados que “autoridades e políticos paulistas receberam propinas entre 1998 e 2001″. Quais autoridades? Não aparece. Pode ser qualquer autoridade? Algum coronel da polícia? Algum delegado da Polícia Civil? Uma autoridade de que tipo? Por exemplo, o Papa é a autoridade máxima da Igreja Católica. Meio vago, Estadão.
Que mais? Ah, lembrei: “(…) autoridades E políticos (…)”?
Então há autoridades envolvidas nesse esquema que não sejam políticos? Ah, entendi.
Entre 1998 e 2001, foi dito, ocorreram estes pagamentos. Covas faleceu em 2000 ou 2001. Um político – e paulista – que se dava bem com o ex-governador, é justamente o Paulinho da Força. Teria ele, Paulinho, recebido uma grana da Alstom, em troca de assinatura de contratos em São Paulo? Ou Covas? Ou ambos?
A segunda sentença também não esclarece nada: “(…) em troca de assinaturas de contratos em São Paulo (…)”.
Fala a verdade: essa frase não sugere que algo comprometedor tivesse acontecido, apenas que contratos foram assinados, e em São Paulo. Apenas mostra em que unidade da federação isso ocorreu, e só. Geografia.
Mas que tipo de contratos e com quem?
Digamos que eu seja a Alstom. Aí, eu quero uma coisa e, para conseguí-la, eu devo contatar as pessoas que poderiam me dar o que eu quero. Eu, “Alstom”, vou falar com quem? Como o meu ramo de negócios frequentemente envolve governos – e estes compram certas coisas que eu produzo e vendo, para colocar nos lugares em que governo é quem decide -, óbvio que vou falar com “o governo”. Pois quem não está no governo não tem poder para decidir nada.
Comedidamente, o Estadão evitou, delicadamente, dizer quem teria algo a negociar com a Alstom. Apresentado dessa forma, fica parecendo a sacada do filme “Sexto Sentido”: a empresa acha que está firmando um contrato, normalmente. Manda um representante para São Paulo, com plena legitimidade para assinar os papéis. Só que a outra parte, doravante denominada neste post “a contratante”, só existe em sua imaginação. Como lhe foi conferida uma missão ( que acabou frustrada, por ausência de parte interessada ) o representante, acometido de delírios, passa a distribuir dinheiro da empresa, a autoridades e políticos sem nome e face, e que só aparecem para ele. Só ele as vê.
Sem brincadeira: as que as únicas “autoridades e políticos”, “paulistas” com quem a Alstom poderia e desejaria conversar, entre 1998 e 2001, pertenceriam ao “Governo do Estado de São Paulo”!!
Tá vendo? Já dei um nome ao monstro que assina contratos com a Alstom. Agora vamos esperar que o investigativo Estadão descubra se existiu alguma ilegalidade nesses negócios aí e, em caso positivo, nos diga ( detalhadamente ) quem recebeu, já que nós já sabemos – pelo Estadão – quem pagou.
MAS NÃO É SÓ O ESTADÃO…
Rabo preso com os tucanos
Chico Villela
NOVAE
O recente texto “O fim do ombudsman na Folha” é iniciado com esta afirmação: “A decadência do jornal Folha de S. Paulo é irreversível. Em texto anterior, ‘A III Word War e a mídia’, resenhei algumas das suas matérias sobre temas internacionais e destaquei procedimentos jornalísticos indignos por parte da Folha. O mais evidente, de uns anos para cá, tem sido a desproporcional cobertura dedicada aos erros e desmandos do governo Lula e aliados e a blindagem vergonhosa às ações ominosas e censuráveis de FHCs, Serras, Virgílios, Alckmins, Aécios e similares e seus aliados e partidos.”
Na edição de 25 de maio, o ombudsman da Folha publicou em sua coluna semanal de domingo ( que a partir da sua posse é a sua única manifestação pública ), sob o título “O Caso Alstom”: “Em 6 de maio, o ‘Valor’ revelou, com reportagem do ‘Wall Street Journal’, que a multinacional Alstom é investigada por denúncias de corrupção em negócios com o governo do Estado de São Paulo. Tenho cobrado na crítica interna e nesta coluna que a Folha melhore na cobertura do caso.
Além de poucas notas em colunas, o jornal publicou oito textos sobre o assunto. Em vários, não disse que as empresas envolvidas ( como Metrô ) são estatais. Em nenhum, ouviu ou disse ter tentado ouvir o governador José Serra ou os secretários de Estado a que estão subordinadas as empresas.
Em 16 de maio, mencionou que o PT fez uma pesquisa no site do Tribunal de Contas do Estado, segundo a qual há 139 contratos no valor de R$ 7,6 bilhões entre o governo estadual e a Alstom. Mas o próprio jornal não fez pesquisa nenhuma.
A Folha não se pronunciou em editorial sobre o tema e, exceto na coluna de Elio Gaspari ( 11 de maio ), não deu uma análise das conseqüências políticas do tema, coisa que até o ‘Wall Street Journal’ já fez.”
Conclusão: a blindagem é de tal forma vergonhosa que até mesmo o conservador sr. da Silva, ombudsman conveniente à direção do jornal, é forçado a reconhecer e manifestar-se.
Faltou dizer que a Alstom esta sendo investigada na Europa por múltiplas ações de corrupção em vários países, e que no Brasil foram detectados R$ 8,6 milhões em propinas que teriam ido, ao menos em parte, para o caixa de um partido político. Qual? A Folha pensa que é possível esconder o segredo. Como escondeu ao máximo o escândalo do propinoduto do PSDB, anterior ao do mensalão do PT, que, este sim, ficou meses sem conta nas manchetes. Imagine o leitor a enxurrada de matérias que estaria rolando se o partido subornado pela Alstom fosse o PT. Antigo slogan da Folha de S. Paulo: ‘um jornal de rabo preso com o leitor’. Visto de hoje, é apenas engraçado. As coberturas, com esse modelo desonesto de pesos e medidas, terminam distorcendo e omitindo fatos. Um exemplo recente é o caso do dossiê das despesas de FHC, vazado da Casa Civil de Dilma Roussef, potencial candidata à sucessão de Lula, que tem sua figura diariamente martelada no noticiário, com direito até a fotos em poses ridículas.
A risível oposição vem movendo montanhas para investigar o caso. Mas o jornal nunca destacou a intrigante outra ponta do fio, o envolvimento de membros do partido de FHC na obtenção e divulgação, na lata de lixo chamada Veja, de um dossiê que atinge o ex-presidente como um tapa na cara, além de respingar também em sua esposa. Há mais coisas entre o céu e a terra do que mostra a vã reportagem da Folha.
Chico Villela é editor e escritor

maio 31, 2008

Antídoto: para impedir que a fragmentação, imposta pelo PIG ao assunto, cause desatenção, foi criado blog sobre CASO ALSTOM

Estão de parabéns! Muito bem sacado.
Percebendo que a técnica do imprensalão [ para impedir que escândalos ( mais um... ) bilionários que tenham, entre os suspeitos, investigados e envolvidos, figurões da holding PSDB/DEM sejam devidamente percebidos pela população na importância que o assunto merece ] é fragmentar, fragmentar e f r a g m e n t a r, blogueiros criam espaço exclusivo para tratar do andamento das investigações e demais informações pertinentes ao caso, conforme surjam.
Pois, com a tal técnica de fragmentação utilizada pelo imprensalão, os quaquilhões movimentados nas tramas protagonizadas pelos tucanos do DEMo se tornam tostões insignificantes.
O endereço é: http://tucanoalstom.blogspot.com/
Desde já, indispensável.
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