ENCALHE

julho 4, 2009

De "como os governos tucanos NÃO APARELHAM o Estado". Um texto do Chicão Dois Passos.

Aí vai um post que eu “furtei” do Blog do Chicão ( um dos meus prediletos, altamente recomendável ). Mostra como os governos do PSDB não aparelham o Estado já que, como bem sabe quem gasta dinheiro com o imprensalão, só os governos do PT fazem isso. Claro que, basta dar uma espiada naqueles “Fatos Relevantes” que os jornais publicam, que você verá – sempre – os mesmos nomes “técnicos” e “capacitados” ocupando os cargos nas Autarquias e empresas subordinadas ao Estado paulista ou à Municipalidade paulistana. Haja vista, para ficar num exemplo, que o antigo presidente do Metrô quando o governo tucano criou o famoso CRATERÃO DA LINHA 4, o sr. Luiz Carlos David, figura entre os membros do “Conselho de Ética” da Artesp, a Agência de Transporte do Estado. Um prêmio pela competência. De quebra, o Chicão ainda mostra o papel que os amigos do alheio, ops, do PSDB desempenham no esforço para impedir a instalação de dezenas de CPIs contra as administrações tucanas no Estado de São Paulo, desde a época do Covas. Consta que os pedidos já passaram de oito dezenas, e devem estar guardados nalgum calabouço escuro e úmido no castelo do Conde Serrof. Como dizem os leitores babacas das seções de cartas dos jornais: do que tanto o Serra, o Alckmin e o FHC têm medo? Alho ( Serra ) ? Diabo ( Geraldo “Opus Dei” Alckmin )? Anonimato ( FHC, aquele que não é e nunca foi “o cara” ) ?
A boquinha do marido da deputada Célia Leão ( PSDB – Campinas ) no governo José Serra
BLOG DO CHICÃO
O senhor José Serra deu uma declaração importante: “Em São Paulo, não existe esse loteamento governamental, ao contrário do federal”.
Quem lê o Blog do Chicão sabe que o Serra NÃO é muito amigo da verdade.
Eu poderia escrever sobre milhares de casos de loteamento nos governos do PSDB.
Aqui no estado de São Paulo para um diretor de escola estadual conseguir dinheiro para reformar a escola ele tem que ir atrás de deputados. Pois são eles é que mandam na educação do estado de São Paulo.
Poderia dar o nome de pessoas como Roberto Freire, Roger Ferreira, Iara Prado, Daniel Eduardo Edelmuth… Ops! Este é o marido da deputada estadual Célia Leão, do PSDB de Campinas.
A deputada Célia Leão é considerada por muitos moradores de Campinas como a DAMA DA IMPUNIDADE. Ela ajudou o Alckmin a bloquear dezenas de CPIs para investigar graves indícios de CORRUPÇÃO no governo de SP.
Ela continua dando total apoio ao governo José Serra para impedir apurações (CPIs) de graves indícios de CORRUPÇÃO DO GOVERNO JOSÉ SERRA.
Aqui em São Paulo há fortes indícios, por exemplo, de que vagas de delegados eram VENDIDAS. Vendidas por até 300 mil reais. Há até vídeo gravado da maracutaia tucana.
Esta deputada leal aos governantes tem um marido. Ele se chama Daniel Eduardo Edelmuth. Foi a lealdade da esposa que fez o marido merecer uma BOQUINHA?
O ex-governador Geraldo Alckmin arranjou para ele uma bocona. Afinal, ser diretor do banco Nossa Caixa não é um cargo qualquer.
Nunca saiu uma ÚNICA notícia nos jornais conservadores descrevendo este tipo de aparelhamento da máquina pública pelo PSDB, em São Paulo. Os jornais conservadores fazem questão de ESCONDER este tipo de política dos seus amiguinhos (ainda bem que tem a internet). Procurei no jornal de Campinas, Correio Popular, e não encontrei uma linha sobre este tipo de aparelhamento do PSDB.
O problema maior não é o sujeito ser marido da deputada (que ajuda a sepultar as CPIs em São Paulo). O problema é que a área do banco que ele tomava conta ( tecnologia da informação ) sempre foi de péssima qualidade.
Durante longos anos ele foi diretor do Banco Nossa Caixa ( este banco foi comprado recentemente pelo Banco do Brasil ).
O Alckmin NOMEOU ele como diretor da Nossa Caixa.
E o Serra?
A deputada Célia Leão é considerada por muitos a DAMA DA IMPUNIDADE, seu apoio é muito importante. O Serra ia deixar sem uma boquinha bancana o marido da deputada que AJUDA A EVITAR CPIs que investiguem indícios de corrupção do governo do estado de São Paulo?
Nunca. O Serra é fiel a quem lhe garante apoio para impedir CPIs incômodas e dá apoio parlamentar (mesmo que seja às custas da qualidade do serviço público).
Eu entrei no site do PRODESP (empresa de processsamento de dados do governo de São Paulo) e advinha o nome que encontrei lá?
Conselheiros: Daniel Eduardo Edelmuth ( mais 5 outros).
Isto mesmo! Lá está o marido da deputada Célia Leão. Sujeito competente…
Isto você jamais verá nos jornais conservadores. Aproveite para ler no Blog do Chicão. E aproveite para divulgar esta notícia.
Como você pode observar o senhor José Serra é muito “criterioso” e “verdadeiro” em suas comunicações. Ele é um santo, inclusive é muita maldade de quem associa o seu nome ao escândalo dos sanguessugas.

Leia também:
Nossa Caixa: nova administração, juros menores
Corrupção em SP: NaMaria News um blog investigativo

Serra aparelha SABESP e “encosta” ex-senador tucano do MT como conselheiro

junho 12, 2009

Reitora da USP e Secretário de Segurança de SP são convocados por Gianazzi para darem explicações sobre quebra-quebra na Universidade

CUT-SP emite nota contra violência de Serra na USP
A CUT-SP emitiu nota em questiona a falta de diálogo do governador José Serra com os servidores públicos. Mais uma vez, a atitude do governador se expressa de forma de viôlência policial contra estudantes e servidores na USP.
Leia a nota:
Para José Serra, diálogo só com as balas de borracha
A Central Única dos Trabalhadores do Estado de São Paulo repudia a ação truculenta da Polícia Militar contra os trabalhadores e estudantes, na tarde dessa terça-feira, dia 09 de junho, diante da entrada principal da Universidade de São Paulo.
Lamentavelmente, o uso da força contra a proposta de diálogo é a marca registrada da gestão José Serra. O governador paulista jamais aceitou conversar com os servidores do Estado, mesmo após a aprovação na Assembléia Legislativa de uma data-base do funcionalismo, em 2006.
As audiências e reuniões públicas dos trabalhadores sempre são cercadas de forte aparato de segurança, meio que Serra utiliza para se manter isolado no Palácio dos Bandeirantes. Em outras ocasiões, o tucano prefere tentar manipular a mídia ao alegar caráter político a qualquer manifestação de insatisfação diante da intransigência de seu governo.Há mais de um mês os funcionários da USP exercem o direito constitucional de greve para exigir que o Estado apresente condições dignas de trabalho. O confronto que ocorreu já estava previsto desde que a PM passou a ocupar o campus da universidade, na semana passada, da forma que só aconteceu no período da ditadura militar brasileira.
Até quando as respostas às reivindicações do funcionalismo paulista virão em forma de balas de borracha e bombas de efeito moral? Até quando o governador utilizará dinheiro público para publicidade – inclusive em outros Estados, de olho na próxima eleição – ao invés de aplicar nos trabalhadores e na melhoria dos serviços públicos?
Adi Lima, presidente da CUT/SP
Quarta-feira, 10 de junho de 2009
Professores da USP-RP estão em greve
Professores da USP de Ribeirão decidiram em assembleia, na manhã de ontem, aderir à greve dos colegas de São Paulo. Na capital, os professores cruzaram os braços na última sexta-feira.
A paralisação é um protesto contra a presença de policias militares no campus paulistano, determinada pela reitoria em 1º de junho, além das reivindicações de reabertura nas negociações para o reajuste salarial.
“Esse é um fato extremamente grave. Em vez de dialogar, a reitoria demonstra a falta de capacidade de administrar”, disse José Marcelino de Rezende Pinto, diretor regional da Associação de Docentes da USP (Adusp).
De acordo com Plauto Watanabe, representante da Faculdade de Odontologia de Ribeirão, a adesão à greve dos 917 docentes de toda a universidade era parcial ontem, mas, nos próximos dias, outros profissionais deveriam se unir à categoria.
“A tendência é união de todas os setores – funcionários, alunos e professores – assim como está acontecendo em São Paulo. Por isso, na próxima terça-feira, faremos nova assembleia para decidir se continuamos ou não a greve.”

Na quarta-feira, os alunos de Filosofia do campus de Ribeirão também fazem uma paralisação, em solidariedade aos grevistas.
“Estamos marcando uma assembleia geral para a próxima semana para decidir o que vamos fazer”, disse o diretor do Diretório Central de Estudantes (DCE), Lucas Garcia Von Zuben.
Segundo Carlos Alberto Orlandin, do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), todos os serviços estão parados e, ontem, o estacionamento foi fechado.
“Tem até carro de pró-reitor lá dentro, mas não vamos deixar sair tão cedo. Depois dessa falta de respeito que fizeram, colocando a tropa de choque contra alunos e professores em São Paulo, nosso movimento cresceu ainda mais e vamos continuar, agora mais fortes”.
Os 1,8 mil funcionários da entidade estão em greve geral há 37 dias. Serviços como o refeitório central, biblioteca, transporte e até laboratórios da Faculdade de Medicina estão parados.
Reivindicações
A greve, que ocorre por tempo indeterminado, é para pedir reajuste salarial de 17% e incorporação de mais R$ 200 e a readmissão do diretor do Sintusp, Claudionor Brandão, demitido em dezembro do ano passado.
Já os professores pedem um reajuste de 10% nos salários, além de mais verba para as universidades. Ambos exigem a saída da tropa de choque do campus da USP em São Paulo.
Ribeirão faz churrasco enquanto São Paulo vive tensão
Um dia depois dos confrontos entre servidores, estudantes e policiais em São Paulo, funcionários da USP de Ribeirão fizeram um churrasco de confraternização, com direito a cerveja, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), que fica dentro da universidade.
A festa começou na hora do almoço e, por volta das 16h, cerca de 20 funcionários permaneciam no local. Na mesma hora, chegava uma caixa de cervejas, com 24 unidades.
“Não é hora para entrevistas e muito menos para fotos. Estamos em um momento de descontração agora, disse Dulce Helena de Brito, do comando de greve.
Enquanto, isso em São Paulo, o clima continuava tenso.
Na terça-feira, balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta foram usados pela Polícia Militar contra manifestantes.
No início da tarde de anteontem, servidores e estudantes se reuniram em frente à reitoria e com carro de som e cartazes, eles reivindicavam a saída da PM da universidade e a reabertura de negociação salarial com o Conselho de Reitores das Universidades Paulistas (Cruesp), interrompida no último dia 25.
Três manifestantes foram detidos e dezenas ficaram feridos. Devido à ação, alunos e docentes da Unicamp também aderiram à greve.


Reitora da USP e secretário de Segurança Pública são convocados por deputado
11 de Junho de 2009
O deputado e professor Carlos Giannazi protocolou, no dia 9 de junho, 3 requerimentos nas Comissões de Educação, Segurança Pública e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa pedindo a convocação da reitora da USP, Suely Vilela, e do secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, para explicarem a invasão da Tropa de Choque da PM no campus da capital da Universidade de São Paulo.
Ele esteve na USP na tarde desta terça-feira onde foi recebido pelo vice-reitor, Franco Lajolo. Sua intenção foi convencer a reitoria a pedir a retirada das tropas policiais do campus e reabrir o diálogo com o movimento. Amplamente noticiada pela imprensa, a presença da polícia foi atendida a partir de uma solicitação da reitoria da USP.
Giannazi, que é membro titular da Comissão de Educação da ALESP e já participou de 3 reuniões com a reitoria para exigir a retirada das tropas e a abertura de negociação com os servidores e professores, disse que é inconcebível chamar a força policial para resolver questões trabalhistas. “As cenas de violência de hoje (ontem, dia 09/06), promovidas pela Tropa de Choque, maculam a imagem da universidade”, constata o parlamentar.

junho 4, 2009

"Tiranossaulo" não consegue habeas corpus

Justiça nega habeas corpus a ex-secretário
PanoramaBrasil, 03.06.09
SÃO PAULO – O ex-secretário de Segurança do Estado de São Paulo Saulo de Castro Abreu Filho teve seu habeas corpus negado pela Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Saulo de Castro é acusado pelo crime de desacato cometido quando esteve na Assembléia Legislativa de São Paulo, em 2006.O ex-secretário compareceu diante da assembléia para explicar a atuação da polícia durante ataques de grupos criminosos na capital paulista. Na ocasião, segundo os autos, desacatou diversos deputados, inclusive fazendo gestos obscenos e ironizando as perguntas dos parlamentares. Posteriormente o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) acatou a denúncia apresentada contra ele.Para a defesa, a acusação seria motivada por perseguição política e o acusado teria agido dentro da normalidade, sem dolo. Segundo Castro, vários deputados agrediram-no verbalmente para intimidá-lo.

abril 27, 2009

CPI do "Rodoanel" JÁ!!! Tooomeee!

Filed under: ALESP, CPI do Rodoanel, fraudes, Geraldo Alckmin, governo Serra, Rodoanel, TCU — Humberto @ 10:03 pm
Deputados estaduais querem CPI do trecho Sul do Rodoanel
Após auditoria do TCU, petistas recolhem assinatura para instaurar inquérito sobre irregularidades
Quatro deputados estaduais recolhem assinaturas na Assembleia Legislativa de São Paulo, desde a última sexta-feira (17/03), para a instauração de uma CPI do trecho Sul do Rodoanel Mário Covas. O relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), que aponta irregularidades e indícios de superfaturamento da obra, foi um dos motivos que levaram o comitê, formado por deputados petistas, a tentar protocolar um requerimento na Casa.
No momento, 24 das 32 assinaturas necessárias já foram colhidas, sendo que a Casa possui um total de 94 deputados. De acordo com Enio Tatto, deputado que encabeça esse movimento ao lado de Carlinhos Almeida, Vicente Cândido e Adriano Diogo; toda a bancada petista votou a favor do requerimento, assim como deputados do PSOL, PC do B e PV. De acordo com as regras da Casa, não existe prazo para o recolhimento de assinaturas. Atualmente transitam 14 pedidos de CPI na Assembleia.
“Foi um pedido meu”, mas “a base é orientada pelo Executivo, o que dificulta o trabalho”, afirma Enio sobre a tentativa de CPI. Em 2005, foi dele a proposta de instaurar uma investigação no primeiro segmento da obra. “Mas era a época do Geraldo Alckmin. Mais de 70 pedidos de CPI ficaram paralisados”, afirma.
Questões ambientais também motivaram a intenção de investigar a obra. “Podiam ser usados métodos mais modernos, com menos devastação”, indigna-se Enio. “Vai ter de bater estacas para construção de um viaduto perto da Ilha do Bororé. Podia fazer com balsas, mas eles aterraram um pedaço com duas pistas de 200 metros para caminhão”. “O que não falta é motivo para investigar”, conclui.
Nos itens relacionados no requerimento de instauração estão execução orçamentária irregular, deficiência grave de fiscalização e/ou supervisão, pagamentos por serviços não executados e existência de preços diferentes para o mesmo serviço. No total, são 14 itens que justificam o pedido de CPI. “Mas também tentaremos a representação no Ministério Público Estadual e Federal, já que existem verbas do governo federal”, explica o deputado referindo-se ao repasse de investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ao Rodoanel. Procurada para responder sobre as irregularidades, a Dersa (desenvolvimento Rodoviário S.A.) não se posicionou.
Superfaturamento - Em Relatório de Fiscalização, ainda sem apreciação de seus ministros, o TCU (Tribunal de Contas da União) encontrou indícios de superfaturamento nas obras do trecho sul do Rodoanel Mário Covas. O documento, obtido pela reportagem do ABCD MAIOR, aponta irregularidades no preço de compra de materiais e alterações no projeto original com vantagem financeira.
Nas análises foram encontrados indícios de sobrepreços nos cinco lotes de construção da obra. No lote 1, o índice foi de 105%; no lote 2, 111,5%; 29,4% no lote 3; 104,5% no lote 4; e 76,2% no lote 5. “O sobrepreço apurado até o momento totalizou 184 milhões de reais. Quando concluída a análise de preços de todos os itens de serviço das planilhas contratuais, este valor poderá ser ainda maior”, afirma o relatório.
A auditoria foi realizada entre maio e julho de 2008. Em sua metodologia constam vistoria da obra, exame de documentos e entrevistas. Como resultado, os técnicos encontraram “alterações significativas entre o projeto básico e o projeto executivo”, “existência de preços unitários distintos para o mesmo item de serviço”, “possibilidade de pagamento por serviços não executados e/ou antecipação de pagamentos”, entre outras irregularidades.
Diminuição nos tamanhos de construções ou alteração dos projetos originais também foram falhas verificadas pela auditoria. No lote 5, por exemplo, sob responsabilidade do consórcio OAS/Mendes Jr, foi constatada a diminuição nos vão livres de viadutos. No projeto original, eles são projetados com altura mínima de 35 metros. Na vistoria, o TCU averiguou que a “maioria das obras” foi alterada “para vãos livres de 14 metros”, além de três obras que têm vãos entre sete e oito metros – construídos com lajes pré-moldadas, mais baratas, não previstas no projeto.
A destinação de verbas para escavação e carga de rochas da obra foi outro problema encontrado. Todos os cinco lotes recebiam o repasse para o serviço, porém apenas o Lote 1 (segmento que vai da Via Anchieta à avenida Papa João XXIII, em Mauá, sob cuidados do consórcio Andrade Gutierrez/Galvão) tem ocorrência desse material. “Ou seja, parte do serviço de escavação, carga e transporte de material mais barato está sendo remunerada como material de 3ª categoria (rocha)”. ( ABCDMaior, 26/04/2009 )

E LEMBREM-SE: LUGAR DE CPI NÃO É NA GAVETA!

CPI do "Rodoanel" JÁ!!! Tooomeee!

Filed under: ALESP, CPI do Rodoanel, fraudes, Geraldo Alckmin, governo Serra, Rodoanel, TCU — Humberto @ 10:03 pm
Deputados estaduais querem CPI do trecho Sul do Rodoanel
Após auditoria do TCU, petistas recolhem assinatura para instaurar inquérito sobre irregularidades
Quatro deputados estaduais recolhem assinaturas na Assembleia Legislativa de São Paulo, desde a última sexta-feira (17/03), para a instauração de uma CPI do trecho Sul do Rodoanel Mário Covas. O relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), que aponta irregularidades e indícios de superfaturamento da obra, foi um dos motivos que levaram o comitê, formado por deputados petistas, a tentar protocolar um requerimento na Casa.
No momento, 24 das 32 assinaturas necessárias já foram colhidas, sendo que a Casa possui um total de 94 deputados. De acordo com Enio Tatto, deputado que encabeça esse movimento ao lado de Carlinhos Almeida, Vicente Cândido e Adriano Diogo; toda a bancada petista votou a favor do requerimento, assim como deputados do PSOL, PC do B e PV. De acordo com as regras da Casa, não existe prazo para o recolhimento de assinaturas. Atualmente transitam 14 pedidos de CPI na Assembleia.
“Foi um pedido meu”, mas “a base é orientada pelo Executivo, o que dificulta o trabalho”, afirma Enio sobre a tentativa de CPI. Em 2005, foi dele a proposta de instaurar uma investigação no primeiro segmento da obra. “Mas era a época do Geraldo Alckmin. Mais de 70 pedidos de CPI ficaram paralisados”, afirma.
Questões ambientais também motivaram a intenção de investigar a obra. “Podiam ser usados métodos mais modernos, com menos devastação”, indigna-se Enio. “Vai ter de bater estacas para construção de um viaduto perto da Ilha do Bororé. Podia fazer com balsas, mas eles aterraram um pedaço com duas pistas de 200 metros para caminhão”. “O que não falta é motivo para investigar”, conclui.
Nos itens relacionados no requerimento de instauração estão execução orçamentária irregular, deficiência grave de fiscalização e/ou supervisão, pagamentos por serviços não executados e existência de preços diferentes para o mesmo serviço. No total, são 14 itens que justificam o pedido de CPI. “Mas também tentaremos a representação no Ministério Público Estadual e Federal, já que existem verbas do governo federal”, explica o deputado referindo-se ao repasse de investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ao Rodoanel. Procurada para responder sobre as irregularidades, a Dersa (desenvolvimento Rodoviário S.A.) não se posicionou.
Superfaturamento - Em Relatório de Fiscalização, ainda sem apreciação de seus ministros, o TCU (Tribunal de Contas da União) encontrou indícios de superfaturamento nas obras do trecho sul do Rodoanel Mário Covas. O documento, obtido pela reportagem do ABCD MAIOR, aponta irregularidades no preço de compra de materiais e alterações no projeto original com vantagem financeira.
Nas análises foram encontrados indícios de sobrepreços nos cinco lotes de construção da obra. No lote 1, o índice foi de 105%; no lote 2, 111,5%; 29,4% no lote 3; 104,5% no lote 4; e 76,2% no lote 5. “O sobrepreço apurado até o momento totalizou 184 milhões de reais. Quando concluída a análise de preços de todos os itens de serviço das planilhas contratuais, este valor poderá ser ainda maior”, afirma o relatório.
A auditoria foi realizada entre maio e julho de 2008. Em sua metodologia constam vistoria da obra, exame de documentos e entrevistas. Como resultado, os técnicos encontraram “alterações significativas entre o projeto básico e o projeto executivo”, “existência de preços unitários distintos para o mesmo item de serviço”, “possibilidade de pagamento por serviços não executados e/ou antecipação de pagamentos”, entre outras irregularidades.
Diminuição nos tamanhos de construções ou alteração dos projetos originais também foram falhas verificadas pela auditoria. No lote 5, por exemplo, sob responsabilidade do consórcio OAS/Mendes Jr, foi constatada a diminuição nos vão livres de viadutos. No projeto original, eles são projetados com altura mínima de 35 metros. Na vistoria, o TCU averiguou que a “maioria das obras” foi alterada “para vãos livres de 14 metros”, além de três obras que têm vãos entre sete e oito metros – construídos com lajes pré-moldadas, mais baratas, não previstas no projeto.
A destinação de verbas para escavação e carga de rochas da obra foi outro problema encontrado. Todos os cinco lotes recebiam o repasse para o serviço, porém apenas o Lote 1 (segmento que vai da Via Anchieta à avenida Papa João XXIII, em Mauá, sob cuidados do consórcio Andrade Gutierrez/Galvão) tem ocorrência desse material. “Ou seja, parte do serviço de escavação, carga e transporte de material mais barato está sendo remunerada como material de 3ª categoria (rocha)”. ( ABCDMaior, 26/04/2009 )

E LEMBREM-SE: LUGAR DE CPI NÃO É NA GAVETA!

março 18, 2009

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

fevereiro 5, 2009

Prodígios da política paulista, prestidigitadores privatistas propiciam precária proteção ( à população )

Filed under: ALESP, estatísticas policiais, Governo do Estado de São Paulo — Humberto @ 2:10 pm

Até que o título ficou legal, né? Essa daqui saiu na Seção de Leitores da Folha, e trata das famigeradas estatísticas da polícia de SP, que até CPIs foram pedidas na ALESP para investigá-las.
“VIOLÊNCIA
“Antes de comemorar a suposta queda da violência em São Paulo, é fundamental recordar brilhante reportagem da Folha de maio de 2005: ‘Boletins distorcem estatísticas de homicídio’.
Ela constatou irregularidades em uma série de boletins de ocorrência de 2004, que transformavam casos evidentes de homicídio em registros estatísticos de outra natureza, como ‘encontro de cadáver’, ou ‘morte a esclarecer’. Todos os especialistas consultados, inclusive a própria Ouvidoria Geral de Polícia, confirmaram o diagnóstico de maquiagem dos dados pela polícia do governo estadual.
Policiais em atividade, amigos deste leitor ( que por motivos óbvios não quiseram se identificar ), garantem que o quadro de adulteração das ocorrências para fins de estatística persiste em 2009.”
Otávio Dias de Souza Ferreira, advogado ( São Paulo, SP )

Prodígios da política paulista, prestidigitadores privatistas propiciam precária proteção ( à população )

Filed under: ALESP, estatísticas policiais, Governo do Estado de São Paulo — Humberto @ 2:10 pm

Até que o título ficou legal, né? Essa daqui saiu na Seção de Leitores da Folha, e trata das famigeradas estatísticas da polícia de SP, que até CPIs foram pedidas na ALESP para investigá-las.
“VIOLÊNCIA
“Antes de comemorar a suposta queda da violência em São Paulo, é fundamental recordar brilhante reportagem da Folha de maio de 2005: ‘Boletins distorcem estatísticas de homicídio’.
Ela constatou irregularidades em uma série de boletins de ocorrência de 2004, que transformavam casos evidentes de homicídio em registros estatísticos de outra natureza, como ‘encontro de cadáver’, ou ‘morte a esclarecer’. Todos os especialistas consultados, inclusive a própria Ouvidoria Geral de Polícia, confirmaram o diagnóstico de maquiagem dos dados pela polícia do governo estadual.
Policiais em atividade, amigos deste leitor ( que por motivos óbvios não quiseram se identificar ), garantem que o quadro de adulteração das ocorrências para fins de estatística persiste em 2009.”
Otávio Dias de Souza Ferreira, advogado ( São Paulo, SP )

Posts mais antigos »

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.