ENCALHE

outubro 26, 2007

Horror: Aliados dos Estados Unidos sodomizam garotos de 13 anos para obrigá-los a fazer espionagem.

Seguinte: é mais uma das traduções meia-boca do Cata-Milho. O original em inglês se encontra abaixo.

Difícil escolher de que lado ficar
Ayman al–Zawahiri é o número dois de Osama bin Laden em al Qaeda. Em 1995 ( quando ele ainda dirigia a sua própria organização, chamada Al Jihad – guerra santa dos maometanos ) ele tentou assassinar Hosni Mubarak, em visita à Etiópia.
Eis como Lawrence Wright, em “The Looming Tower”, descreve a resposta do governo egípcio quando a conspiração falhou:
“Para tratar com Zawahiri, os agentes de inteligência egípcios inventaram um plano diabólico. Eles engambelaram e dirigiram Ahmed, um menino de treze anos a um apartamento, com a promessa de refrescos e videos ( filmes? ). Ahmed era o filho de Mohammed Sharraf, um fundamentalista egípcio bem conhecido e um membro sênior da Al-Jihad.
O menino foi drogado e sodomizado; quando despertou, ele foi confrontado com fotografias da atividade homossexual e ameaçado com a perspectiva de mandá-las a seu pai. Para a criança, as conseqüências de tal revelação foram esmagadoras. “Pode até ser que o pai o matasse,” uma fonte próxima a Zawahiri admitiu.
Depois os agentes egípcios fizeram o primeiro menino enganar um segundo, a quem eles também drogaram e violentaram. Então eles fizeram os dois espionarem Zawahiri, para tentar matá-lo.
Zawahiri apanhou os dois pequenos espiões. E matou-os a tiros.”

( Mubarak, de mãos dadas com Bush no Egito, em 02 de Junho de 2003 )

Hard To Know Which Side To Root For

Ayman al-Zawahiri is Osama bin Laden’s number two in al Qaeda. In 1995 (when he was still running his own organization, called al-Jihad) he attempted to assassinate Hosni Mubarak when Mubarak visited Ethiopia. Here’s how Lawrence Wright, in The Looming Tower, describes the Egyptian government’s response when the plot failed:
To deal with Zawahiri, Egyptian intelligence agents devised a fiendish plan. They lured a thirteen year-old boy named Ahmed into an apartment with the promise of juice and videos. Ahmed was the son of Mohammed Sharraf, a well-known Egyptian fundamentalist and a senior member of al-Jihad. The boy was drugged and sodomized; when he awakened, he was confronted with photographs of the homosexual activity and threatened with the prospect of having them shown to his father. For the child, the consequences of such a disclosure were overwhelming. “It could even be that the father would kill him,” a source close to Zawahiri admitted.
Next the Egyptian agents got the first boy to lure in a second, whom they also drugged and raped. Then they got the two to spy on Zawahiri in an attempt to kill him. Then Zawahiri caught the two boys spying. And then he had them both shot.

Jonathan Schwarz, 16/10/07, A Tiny Revolution

Palestinos usam Google Earth para defenderem-se de Israel. Seriam os únicos?

26/10/2007
GEEK
Google Earth é usado em batalha em Israel
Uma matéria recentemente publicada no jornal inglês The Guardian afirma que o programa gratuito Google Earth, que mostra imagens via satélite do mundo inteiro, está sendo utilizado por forças palestinas para ataques a israelenses.
O grupo Brigada de Mártires al-Aqsa, ligado ao partido político Fatah, diz utilizar a ferramenta para ajudar a determinar o alvo de seus mísseis que, embora imperfeitos, já foram capazes de matar dezenas de pessoas nos últimos três anos e ferir outras tantas. “Obtemos os dados do Google Earth e os comparamos com nossos mapas do centro da cidade e áreas importantes”, explicou Khaled Jaabari, comandante do grupo em Gaza e conhecido como Abu Walid.
Walid demonstrou ao jornal como funcionam os ataques, selecionando um alvo desabitado no deserto de Negev. Al-Aqsa é um dos muitos grupos militantes que disparam mísseis de Gaza à Israel. Um ataque semelhante realizado pelo Jihad Islâmico em uma base militar em setembro feriu mais de 50 soldados.
Abrindo arquivos sobre mísseis em seu computador, o comandante explicou terem descoberto uma maneira de fazer com que os mísseis caseiros atinjam distâncias maiores, um processo secreto que já teria começado a dar resultados.
O serviço Google Earth traz, além de mapas fotográficos via satélite, modelos 3D detalhados de algumas regiões do mundo. Contudo, as imagens são atualizadas com periodicidade irregular, levando anos por vezes, o que tornaria o software inútil para ataques a alvos móveis. Ainda assim, especialistas de defesa já afirmaram anteriormente que a facilidade com que as informações podem ser obtidas pode trazer riscos para organizações militares.
Para o Major Charlie Burbridge, do exército inglês, missões de reconhecimento são ameaças constantes às bases militares, e o uso de imagens pela internet é apenas mais um método de como isto pode ser feito.
Em janeiro, oficiais britânicos afirmaram que rebeldes ligados à al-Qaeda estariam utilizando os serviços do Google Earth para localizar alvos potenciais em bases britânicas ao sul da cidade iraquiana de Basra.
Em declaração oficial ao jornal, a Google diz estar ciente do mau uso do Google Earth pelos militares da al-Aqsa, mas disse que não comentará especificamente o caso. Contudo, a empresa diz que imagens de satélite de alta resolução de qualquer parte do mundo estão disponíveis amplamente de inúmeras fontes. “Até quem sobrevoa ou dirige por um terreno pode obter informações similares”, justificaram.
A Google não confirmou se já recebeu pedidos do governo de Israel para bloquear imagens de determinadas áreas no serviço, algo que já foi feito por alguns países, mas disse estar comprometida a trabalhar com oficiais para aumentar a segurança pública. A matéria original, em inglês, que possui link para um vídeo da simulação feita por Abu Walid, pode ser lida aqui.

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