maio 14, 2009
Noventa e três crianças – uma de apenas 8 dias de vida – morreram nos ataques americanos em Cabul, diz Reuters ( em inglês )
novembro 2, 2008
setembro 9, 2008
Afeganistão: Médico captura em celular imagens de cadáveres de civis massacrados por tropas americanas.
Harrowing video film backs Afghan villagers’ claims of carnage caused by US troops
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/asia/article4699077.ece
As the doctor walks between rows of bodies, people lift funeral shrouds to reveal the faces of children and babies, some with severe head injuries.
Women are heard wailing in the background. “Oh God, this is just a child,” shouts one villager. Another cries: “My mother, my mother.”
The grainy video eight-minute footage, seen exclusively by The Times, is the most compelling evidence to emerge of what may be the biggest loss of civilian life during the Afghanistan war.
These are the images that have forced the Pentagon into a rare U-turn. Until yesterday the US military had insisted that only seven civilians were killed in Nawabad on the night of August 21. ( CONTINUE… )
junho 11, 2008
Bush não lamenta invasão no Iraque
À margem de uma reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel, Bush garantiu que não está arrependido e que “destituir Saddam Hussein fez do mundo um lugar mais seguro”.
Bush realiza a última viagem à Europa antes de deixar a Casa Branca. O presidente norte-americano está no seu segundo mandato e não pode voltar a concorrer.
abril 20, 2008
Convidados do "Guantanamo Spa DeLuxe" processam governo e serviços secretos britânicos em milhões de libras por péssimo serviço de quarto ( ENG )
The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times
Fiona Hamilton
Eight men freed from Guantanamo Bay are suing the British Government for millions of pounds, claiming that it was complicit in the process in which they were detained and sent for interrogation at the detention camp.
The group have issued writs against MI5 and MI6 and said that the British authorities had knowledge of their illegal abduction, treatment and interrogation.
The eight men were detained in Afghanistan and Pakistan at various times. It is understood that they claim that the British authorities were aware that they would be removed to Guantanamo but nonetheless continued to co-operate with the Americans. The Daily Mail last night reported that two separate writs had been lodged by the group, with five Britons and three foreign citizens naming “The Security Services”, “The Secret Intelligence Agency” and “The Attorney-General” as defendants.
The first writ was issued at the High Court in London by lawyers acting for Omar Deghayes, a Libyan, Jamil el-Banna, a Jordanian — both released last December — and Bisher al-Rawi, an Iraqi, released this year. All three men live in Britain but are foreign nationals.
The second names five Britons as claimants: Moazzam Begg, released in 2005, Richard Belmar, and the so-called “Tipton Three” — Ruhal Ahmed, Shafiq Rasul and Asif Iqbal. All were released in previous years.
The newspaper reported that one of the eight men claimed that the group were put on CIA “torture flights” to the prison camp in Cuba.
The Government has faced calls recently to order an independent inquiry into the process, known as “extraordinary rendition”, in which terrorism suspects are sent for interrogation in states where they have no legal protection.
Irene Membhard, a solicitor with Birnberg Pierce, confirmed that writs had been issued on behalf of the men. She told the Daily Mail: “Service is not imminent but watch this space within the next two months.”
Mr Begg, who was arrested by the CIA in Pakistan in 2002, said that the case would centre on the “general behaviour and complicity in the abuse of British citizens” by MI5 and MI6.
Mr Begg, from Birmingham, told the newspaper: “It is actual involvement in some cases, in the process of interrogation, in the process of us being handed over. It is culpability by the British authorities in being involved in most of the process, their presence on every step of the journey before we got to Guantanamo.”
The eight men were all re-arrested when they returned to Britain but freed without charge.
The three men from Tipton launched a lawsuit against the American authorities two years ago, alleging they were mistreated during their time in captivity. The US Court of Appeal dismissed their action earlier this year but they are appealing to the Supreme Court.
News of the lawsuits came as it was reported that America’s most senior general was “hoodwinked” by officials in the Bush Administration in relation to interrogation procedures at the prison.
The Guardian reported that General Richard Myers, chairman of the US Joint Chiefs of Staff from 2001 to 2005, wrongly believed that inmates at Guantanamo were protected by the Geneva conventions. It said that he was duped by senior officials in Washington who believed that the Geneva conventions and other traditional safeguards were out of date.
The disclosures were contained in a new book by Philippe Sands, QC, a professor at University College London. The book, Torture Team, also claims that the Guantanamo lawyers charged with devising interrogation techniques were inspired by the character Jack Bauer, from the television series 24.
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação. as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido
Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa
Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa
Testemunhos
Nada disto pode ser esquecido nem legitimado: crimes foram e estão a ser cometidos no Iraque.
Para que os agressores e os cúmplices não continuem por acusar e por condenar, constituiu-se em 2003 o Tribunal Mundial sobre o Iraque (TMI) [texto em inglês], na tradição do Tribunal Russell para o Vietname, com o apoio de figuras internacionalmente prestigiadas.
Na sua primeira sessão, em Bruxelas, o TMI contou nomeadamente com a participação do sociólogo e padre católico François Houtard, um dos fundadores do Fórum Social de Porto Alegre, do economista Samir Amin, da médica e escritora Nawal al Saadawi, dos ex-responsáveis pelo programa humanitário da ONU para o Iraque Denis Haliday e Hans von Sponeck, do jurista norte-americano e ex-ministro da Justiça Ramsey Clark, de Haifa Zangana, Sabah al-Mukhtar e Al-Bayati, resistentes iraquianos exilados.
No final de Junho de 2005, realizou-se em Istambul a sessão final do TMI. Como sessão culminante de uma vintena de outras, o Tribunal de Istambul teve o mérito de incorporar o essencial das abordagens feitas noutros países.
Do sentido geral das intervenções no TMI-Istambul pode tirar-se a ideia de que no Iraque está em jogo a liberdade dos iraquianos mas também o futuro dos outros povos do mundo. Todo o apoio é pois necessário, por uma e outra razão, à resistência dos iraquianos, que constitui uma ponta avançada da luta contra as pretensões norte-americanas. Se outras “guerras preventivas” ainda não foram lançadas é porque os EUA estão bloqueados no Iraque, sem grande margem de manobra.
Prosseguir a missão do TMI justifica-se também por isso.
As conclusões do WTI respondem às principais questões que estão colocadas, designadamente em dois aspectos essenciais:
o apoio sem condições à resistência iraquiana, reconhecendo-lhe o direito de ripostar por todos os meios à ocupação;
a exigência inequívoca da retirada dos ocupantes como condição prévia para a normalização da vida do país.
março 18, 2008
Ganhadora do Oscar 2008 sofre ataques por ter opinado que a versão FOX-bushiana do 11/09 é conto de fadas difícil de engolir!!
Por Juan Gelman
Pobre Marion Cotillard. Ganhou o Oscar 2008 como melhor atriz por sua personificação de Edith Piaf no filme La vie en rose, mas a revista Marianne começou a fazer circular declarações que a atriz francesa formulou há um ano: então, ela colocou em dúvida a versão oficial da Casa Branca sobre os atentados de 11/9. A velha notícia foi retomada pela mídia britânica e estadounidense, e já se especula que isso lhe custará a carreira em Hollywood e talvez na própria França, dado que a questão explode nos momentos em que o presidente Nicolas Sarkozy procura uma aproximação íntima com a Casa Branca. Os Oscar costumam estar envolvidos em escândalos que a imprensa norte-americana enfeita e seus leitores desfrutam, só que é a primeira vez que cobram de uma estrela a fatura com retroatividade. Cabe reparar em alguns detalhes. Uns 25 por cento das ações da promotora da campanha anti-Cotillard pertence ao Carlyle Group, um mega-consórcio presidido pelo ex-chefe do Pentágono, Frank Carlucci, e especializado no controle de meios de informação e de sociedades dedicadas à compra e vendas de armamento. É curioso: o Carlyle Group foi, durante anos, uma entidade para onde convergiam investimentos de Bush pai e da família bin Laden, além de George Soros, do ex-primeiro-ministro britânico John Major, do multimilionário russo convicto de fraude Mijail Jodorkovsky, e de outros personagens da mesma índole. Os ataques contra Cotillard não são gratuitos. Um cineasta que deita com sua filha adotiva é uma bolha que se dissipa no ar e não mais. Um diretor que questiona o pensamento único que Washington pretende impor ao mundo é imperdoável. Bem o sabe Jean-Luc Godard. A descrença sobre os verdadeiros autores do atentado contra as Torres Gêmeas não é nova. Demonstrou-se que houve insólitos e muitos lucrativos movimentos na Bolsa norte-americana uma semana antes, como se alguns soubessem. As fotos do anunciado choque de um avião contra o edifício do Pentágono gera não poucas dúvidas sobre se realmente existiu. Como exemplo, o senador japonês Yukihisa Fujita que, na sessão parlamentar de 11 de janeiro deste ano, criticou o primeiro-ministro Yasuo Fukuda e os ministros de Defesa, de Finanças e de Relações Exteriores do Japão, que ainda não haviam confirmado, seis anos depois do fato, que o 11/9 foi orquestrado por Osama bin Laden.
16.03.2008
março 14, 2008
Anistia divulga investigação sobre os luxuosos SPAs que os EUA mantém ao redor do mundo…
Anistia aponta bases secretas usadas pelos EUA
Claudio Julio Tognolli
A Anistia Internacional, entidade de direitos humanos do mundo, divulga nesta sexta-feira (14/3) sua maior investigação sobre o programa de detenções secretas de suspeitos de terrorismo. As prisões são feitas pela CIA, a central de inteligência dos Estados Unidos. O programa foi retomado, em junho de 2007, pelo presidente George W. Bush (Clique aqui para ler a íntegra do relatório em inglês).
Os detalhes das operações da CIA foram dados com exclusividade para a Anistia pelo detento Khaled Abdu Ahmed Saleh al-Maqtari, natural do Iêmen. Ele tem 31 anos de idade. Inicialmente tido como um preso “fantasma” (sem registro) na cadeia de Abu Ghraib, no Iraque, ele foi transferido, sob custódia da CIA, para o Afeganistão. Desde então, peregrinou por várias cadeias desconhecidas, em todo o mundo, por dois anos e meio. Tudo isso sem ter os registros de suas passagens pelos locais e sem que seu paradeiro fosse conhecido. Khaled Abdu sustenta que foi submetido a sessões de tortura.
Ele foi detido em Fallujah, no Iraque, em janeiro de 2004, por soldados americanos juntamente com outros 60 suspeitos de terrorismo, segundo o relatório. Khaled Abdu afirma que foi espancado, impedido de dormir, suspenso por cordas para que seu sono fosse impossibilitado, intimidado por cães e induzido à hipotermia. “Numa ocasião, após ter sido espancado num pequeno quarto, fui forçado ficar nu defronte a um ar condicionado potente, sendo obrigado a segurar com uma das mãos um recipiente cheio de água. Também fui dependurado de ponta-cabeça, com as mãos algemadas para trás, e mergulhado num poço de água, nesta condição”.
Após sair do Iraque, ele sustenta ter sido mantido por três meses numa central de tortura da CIA, no Afeganistão. “Lá havia luzes e efeitos sonoros, diuturnamente, empregados como forma de tortura”, diz. Juntamente com ele, segundo os dados, foram torturados Majid Khan, tido como o principal preso mantido pelos EUA na Base Naval de Guantánamo, em Cuba.
“Também fiquei preso numa central secreta da CIA na Europa Oriental, por 28 meses, antes que voltasse ao Iêmen em maio de 2007”, afirma ele.
Reação
O relatório da Anistia Internacional vem à tona exatamente uma semana depois de o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, ter vetado legislação aprovada pelo Congresso que proibiria a CIA de simular afogamento e outras técnicas controversas de interrogatório. Os legisladores americanos inseriram a medida contra a tortura em uma lei mais ampla sobre o que seria permitido nas atividades da inteligência americana.
“Como o perigo continua, nós temos que assegurar aos nossos funcionários da inteligência todas as ferramentas que eles precisem para conter os terroristas”, disse Bush em uma rádio. Segundo ele, a legislação “iria reduzir essas ferramentas vitais”. A Câmara dos Deputados aprovou a legislação contra a tortura em dezembro. O Senado confirmou a lei, em fevereiro, apesar dos avisos da Casa Branca de que ela seria vetada.
O diretor da CIA, Michael Hayden, disse no mês passado ao Congresso que interrogadores do governo simularam afogamento em três suspeitos capturados depois dos ataques de 11 de setembro. O presidente do Comitê de Inteligência no Congresso, Silvestre Reyes, tentou enquadrar a votação como um referendo dos direitos humanos. “Trata-se de tortura”, disse.
Os legisladores queriam que a CIA a utilizasse apenas os 19 métodos de interrogatório aprovados no manual do Exército. O guia proíbe a utilização de simulação de afogamento. Mas o governo vetou esse desejo.
O começo
Todas essas ações de Bush se baseiam no chamado Patriotic Act, um pacote legislativo gerado pelo temor aos terroristas, 45 dias após o 11 de setembro sem nenhuma consulta à população. O significado da expressão Patriotic — Provide Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism — explica a intenção do governo Bush: gerar ferramentas necessárias para interceptar e obstruir atos de terrorismo.
Para manter essas centrais de inteligência, inclusive as prisões secretas mundo afora, o governo dos EUA gastou US$ 43,5 bilhões no ano de 2007. O dado consta de documento tornado público, na noite de terça-feira (30/10), pelo diretor nacional de inteligência do país, Mike McConnell.
O orçamento da espionagem americana é mais de duas mil vezes maior do que o orçamento da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência. Seu orçamento, em 2007, ficou na casa dos R$ 40 milhões.
Revista Consultor Jurídico
fevereiro 6, 2008
Agronegócio: Afeganistão bate mais um recorde na produção de ópio. Investidores festejam!! Bolsas indiferentes.
Sozinho, o país centro-asiático é responsável por mais de 90% de toda a produção de ópio do planeta. A substância serve de matéria-prima para a heroína. A agência da ONU estima que rebeldes ligados à milícia fundamentalista islâmica Taleban tenham conseguido angariar US$ 100 milhões cobrando impostos para proteger os agricultores que cultivam papoula e os produtores de ópio.
No ano passado, o Afeganistão dedicou 193 mil hectares de terra – um recorde – à produção de papoula e ópio, 14% a mais do que no ano anterior. A produção total, estimulada pelo volume de chuva bastante acima da média, cresceu ainda mais: 34% Ao mesmo tempo, afirmam os autores do estudo, a expectativa é de que a produção fora das áreas controladas pelos rebeldes diminua.
O relatório da Agência das Nações Unidas de Combate às Drogas e ao Crime Organizado foi divulgado às margens de uma reunião internacional sobre o Afeganistão realizada na capital japonesa
agosto 7, 2007
A busca por Deus nos torna melhores.
Deus, talebans e ‘missionários’ coreanos
Jung Mo Sung *
Já faz quase três semanas que os 23 coreanos “missionários” foram seqüestrados por talebans em Afeganistão. Na verdade, eles não podem ser considerados missionários, pois eles não sabem falar o idioma local para poder pregar, além de que a atividade de proselitismo é considerada crime em Afeganistão. Na prática, eles foram em uma missão humanitária, com intenção de ajudar em hospitais e na construção de escolas. Os vinte e dois jovens liderados pelo seu pastor de uma igreja presbiteriana perto de Seul devem ter assumido esta tarefa por um sentimento de chamado por parte de Deus ou pelo desejo de ajudar pessoas em situações difíceis. Afinal, Afeganistão é um dos países mais pobres do mundo e, além disso, sofreu todos os problemas de uma guerra longa, desde a invasão dos soviéticos em 1979, passando pela derrubada dos talebans pelos exércitos dos países ocidentais. O povo coreano também tem na sua história recente a experiência de ter sido um dos países mais pobres do mundo e ter passado por uma guerra extremamente destrutiva e sangrenta.
Eu imagino que além da dor da perda ou do medo da perda, principalmente as mães devem estar se perguntando “onde está Deus?” Como é possível que Deus entre na vida desses jovens, os motive a doarem um pouco de si, uma parte da sua vida, na ajuda às outras pessoas e os deixe cair em uma situação assim? As orações que as comunidades cristãs da Coréia estão fazendo pelo retorno com vida destes jovens não tiram a validade destas perguntas.
Há pessoas, na Coréia e outras partes, que estão pensando: “eles sabiam que lá era um lugar perigoso; sabiam que não deveriam ir!”. Como que estivessem culpando o grupo por esta situação. Mas, como disse um alto membro do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs da Coréia: se evitarmos todos os lugares perigosos, quem irá ajudar as pessoas e povos em situações mais difíceis?
O que torna a situação mais complexa em termos religiosos é o fato de os talebans também estarem fazendo o que fazem motivados pela sua fé religiosa. Os críticos dos talebans dizem que estes perverteram ou interpretam erradamente o islamismo e o Corão. Mas, não podem negar que, errados ou não, é em nome da sua fé, em nome do Corão e de Deus que eles lutam como lutam. Assim, como foi em nome da fé cristã e de Deus que as cruzadas e as inquisições fizeram o que fizeram.
Cremos em um único e mesmo Deus? Uma resposta apressada poderia ser “sim!”; há um só Deus e todos nós cremos nele. Mas, esta resposta apressada só serve para manter uma visão ingênua e simplificada da convivência e do diálogo inter-religioso. Para talebans ou outros grupos militantes que lutam nas guerras de “libertação” em nome de seu deus e para familiares destes jovens coreanos e de outros grupos em situações similares, é uma pergunta mais difícil de ser respondida. Os “apressados” ou os mais “exaltados” desse grupo provavelmente responderiam rapidamente com um “não!”.
Por outro lado, eu imagino que em Afeganistão também haja pessoas que, por terem conhecidos pessoalmente ou ouvido falar destes jovens ou de outros grupos de ajuda humanitária, estejam pedindo a Alá pelo retorno com vida destes jovens cristãos coreanos.
A vida é muito mais complexa do que as nossas vãs teorias que procuram simplificar excessivamente a realidade humana e social no desejo de encontrar soluções fáceis. Assim como nossas boas intenções também podem nos colocar em situações imprevisíveis ou não desejadas.
Talvez este problema dos coreanos em Afeganistão não tenha muito a ver com nossos problemas aqui na América Latina. Talvez, se eu não fosse coreano não tivesse abordado este tema nesta coluna do Adital. Mas, o que eu sei com pouco mais de segurança é neste mundo globalizado tudo tem relação com tudo e que este evento do seqüestro nos coloca mais uma vez perguntas difíceis que muitas vezes preferimos ignorar.


TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
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