ENCALHE

março 18, 2009

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

Sindicatos da Polícia de SP cobram CPI da Segurança

Diversos setores da polícia do Estado de São Paulo vêm se manifestando a favor da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de venda de cargos e sentenças de processos administrativos na cúpula da Polícia Civil, que envolvem o nome do ex-secretário adjunto, Lauro Malheiros Neto. A coleta de assinaturas para a abertura do processo foi iniciada durante a última semana pela bancada do PT na Assembléia.
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), junto com outras entidades da Polícia Civil, anunciou sua participação em um Ato Público pela CPI, que acontece na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a terça-feira, dia 17.
A diretoria do Sindicato da Polícia Civil do Estado de São Paulo da Região Santos (Sinpolsan), também se manifestou pela abertura da CPI. Em nota divulgada em seu site, o Sinpolsan convoca seus associados a participarem do ato na Assembléia.
“Pela CPI da Segurança Pública vamos todos lotar as galerias da Assembléia Legislativa e pressionar nossos deputados, eleitos por todos nós, o povo, para esta necessária ‘faxina’ na SSP”, afirma a convocação.
O Sinpolsan destaca também a posição adotada pelo governador do Estado, José Serra, perante as denúncias de corrupção. “Governador, prove sua probidade. CPI da Segurança Pública já!”, reivindica o sindicato.
Segundo apurações do caso, denunciado pelo o investigador Augusto Pena, preso em 30 de abril de 2008 por extorquir integrantes do PCC, os acusados de pagar propina em troca da nomeação se comunicavam com o ex-secretário Lauro Malheiros Neto por meio de um sistema de mensagens eletrônicas criptografadas, trocadas através do e-mail “canalhada@hotmail.com”. ( HORA DO POVO, 18 e 19.03.09 )

outubro 15, 2008

Policiais civis de Jundiaí e região farão passeata até o Palácio dos Bandeirantes. Governador será "enterrado" simbolicamente.

Policiais em greve se preparam para protesto no Palácio dos Bandeirantes
Jornal de Itupeva, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí prometem, para quinta-feira, uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, que começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes.
Os organizadores do protesto de quinta-feira dizem que o protesto será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, haverá reação. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz em nota que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”.
“Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua e com força total.”

JUNDIAÍ E REGIÃO
Policiais farão protesto na Capital

Jornal de Jundiaí, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí e Região prometem para quinta-feira uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).

Policiais carregaram o “caixão do Serra” durante protesto realizado no vão livre do MASP
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, qu e começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes. Os organizadores do protesto de 5ª feira dizem que o movimento será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, ‘haverá reação’. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz, em nota, que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”. “Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua. E com força total.”

Negociação falhou - O Governo do Estado havia pedido aos líderes do movimento o encerramento da greve para negociar os itens reivindicados. Policiais, mesmo contrariados, suspenderam a greve por 48 horas. Nas reuniões com os representantes da Secretaria de Gestão Pública, não houve acordo e o movimento grevista foi retomado na sexta-feira. A categoria entra, hoje, no 29º dia de paralisação e reivindica reposição de 60% das perdas salariais que ocorreram nos últimos 5 anos. As perdas chegam a 90%, só durante a gestão do PSDB.O Governo do Estado informou que as reivindicações são ‘impraticáveis’. O Estado já concordou em extingüir algumas classes da Polícia Civil, o que provocaria a promoção automática dos servidores.
Queda nas ocorrências - A Delegacia Seccional de Polícia em Jundiaí não informa quantos boletins de ocorrência deixaram de ser produzidos durante a paralisação dos policiais. Porém, pelo acompanhamento do JJ Regional, houve queda significativa, chegando a 80% em relação aos números registrados durante o mês de agosto deste ano.


Policiais civis de Jundiaí e região farão passeata até o Palácio dos Bandeirantes. Governador será "enterrado" simbolicamente.

Policiais em greve se preparam para protesto no Palácio dos Bandeirantes
Jornal de Itupeva, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí prometem, para quinta-feira, uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, que começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes.
Os organizadores do protesto de quinta-feira dizem que o protesto será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, haverá reação. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz em nota que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”.
“Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua e com força total.”

JUNDIAÍ E REGIÃO
Policiais farão protesto na Capital

Jornal de Jundiaí, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí e Região prometem para quinta-feira uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).

Policiais carregaram o “caixão do Serra” durante protesto realizado no vão livre do MASP
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, qu e começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes. Os organizadores do protesto de 5ª feira dizem que o movimento será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, ‘haverá reação’. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz, em nota, que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”. “Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua. E com força total.”

Negociação falhou - O Governo do Estado havia pedido aos líderes do movimento o encerramento da greve para negociar os itens reivindicados. Policiais, mesmo contrariados, suspenderam a greve por 48 horas. Nas reuniões com os representantes da Secretaria de Gestão Pública, não houve acordo e o movimento grevista foi retomado na sexta-feira. A categoria entra, hoje, no 29º dia de paralisação e reivindica reposição de 60% das perdas salariais que ocorreram nos últimos 5 anos. As perdas chegam a 90%, só durante a gestão do PSDB.O Governo do Estado informou que as reivindicações são ‘impraticáveis’. O Estado já concordou em extingüir algumas classes da Polícia Civil, o que provocaria a promoção automática dos servidores.
Queda nas ocorrências - A Delegacia Seccional de Polícia em Jundiaí não informa quantos boletins de ocorrência deixaram de ser produzidos durante a paralisação dos policiais. Porém, pelo acompanhamento do JJ Regional, houve queda significativa, chegando a 80% em relação aos números registrados durante o mês de agosto deste ano.


Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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