ENCALHE

março 10, 2009

PRECATÓRIOS QUE O GOVERNO PAULISTA DEVE E NÃO PAGA SERÃO PAGOS COM O DINHEIRO DA VENDA DA NOSSA CAIXA, DECRETA A JUSTIÇA!!

Justiça bloqueia valor que BB pagará pela Nossa Caixa
Extraído de:
A TARDE On Line
Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
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Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
SEM RELAÇÃO COM O FATO, MAS DEVERAS INTERESSANTE:
Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

PRECATÓRIOS QUE O GOVERNO PAULISTA DEVE E NÃO PAGA SERÃO PAGOS COM O DINHEIRO DA VENDA DA NOSSA CAIXA, DECRETA A JUSTIÇA!!

Justiça bloqueia valor que BB pagará pela Nossa Caixa
Extraído de:
A TARDE On Line
Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
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Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
SEM RELAÇÃO COM O FATO, MAS DEVERAS INTERESSANTE:
Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

PRECATÓRIOS QUE O GOVERNO PAULISTA DEVE E NÃO PAGA SERÃO PAGOS COM O DINHEIRO DA VENDA DA NOSSA CAIXA, DECRETA A JUSTIÇA!!

Justiça bloqueia valor que BB pagará pela Nossa Caixa
Extraído de:
A TARDE On Line
Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
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Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
SEM RELAÇÃO COM O FATO, MAS DEVERAS INTERESSANTE:
Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

PRECATÓRIOS QUE O GOVERNO PAULISTA DEVE E NÃO PAGA SERÃO PAGOS COM O DINHEIRO DA VENDA DA NOSSA CAIXA, DECRETA A JUSTIÇA!!

Justiça bloqueia valor que BB pagará pela Nossa Caixa
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A TARDE On Line
Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
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Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
SEM RELAÇÃO COM O FATO, MAS DEVERAS INTERESSANTE:
Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

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Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
» Saiba Mais
Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
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Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

PRECATÓRIOS QUE O GOVERNO PAULISTA DEVE E NÃO PAGA SERÃO PAGOS COM O DINHEIRO DA VENDA DA NOSSA CAIXA, DECRETA A JUSTIÇA!!

Justiça bloqueia valor que BB pagará pela Nossa Caixa
Extraído de:
A TARDE On Line
Os pagamentos referentes à aquisição do controle acionário da Nossa Caixa, que seriam feitos hoje pelo Banco do Brasil ao Estado de São Paulo, estão impedidos de acontecer, após a Justiça Federal de São Paulo determinar que o valor deverá ser depositado em juízo. A medida visa garantir eventual pagamento dos precatórios de natureza alimentar do Estado. A decisão foi tomada ontem, pela juíza federal substituta da 20ª Vara Cível Federal, Fernanda Souza Hutzler.
Pela decisão judicial, a administração estadual está prestes a receber da União a quantia de R$ 5,386 bilhões a serem pagos em 18 parcelas mensais de R$ 299,25 milhões, corrigida pela taxa básica de juros (Selic), sendo a primeira prevista para a data de hoje.
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou ação civil pública solicitando que seja determinado o bloqueio dos pagamentos a serem realizados pelo BB ao governo do Estado, referentes à aquisição do controle acionário do Banco Nossa Caixa. Pede, ainda, que os recursos depositados em conta remunerada à disposição do juízo sejam revertidos, exclusivamente, ao pagamento de precatórios de natureza alimentícia, com sua transferência aos tribunais com jurisdição no Estado de São Paulo na proporção dos créditos alimentares já requeridos e pendentes de pagamento, a serem quitados pelos respectivos presidentes, observada a ordem cronológica de apresentação dos precatórios.
O Conselho da OAB alega que o Estado de São Paulo tem, atualmente, uma dívida consolidada em precatórios judiciais vencidos e não pagos há mais de dez anos, superior a R$ 16 bilhões, sendo R$ 12 bilhões em débitos de natureza alimentícia, o que “distorce o sistema de financiamento criado pela emenda constitucional nº 30/2000″.
De acordo com a decisão houve, de fato, uma “paralisação” da fila de precatórios alimentares não munidos de sanção específica. “Houve, na prática, a inversão do privilégio. De fato, ironicamente os credores alimentícios, em razão do privilégio constitucional de que são titulares, estão sendo preteridos no pagamento, pois as administrações estaduais e municipais, para não sofrerem sequestros, vêm pagando primeiro os precatórios não alimentares”.
Para Fernanda Hutzler, se a fila de precatórios não alimentares atingida pela moratória constitucional está evoluindo, ao passo que a fila dos precatórios alimentares, livres de moratória, está paralisada, “parece razoável concluir que está havendo o preterimento de seu direito de precedência a ensejar o sequestro”.
De acordo com a decisão, não há como se sustentar a tese de que faltam recursos financeiros para honrar os precatórios. “Na verdade, o problema não é de ordem financeira, mas exclusivamente de ordem política”, diz a juíza. Procurada, a Procuradoria Geral do Estado informou que irá aguardar a notificação oficial para se pronunciar sobre o assunto.
» Saiba Mais
Dinheiro da venda da Nossa Caixa será depositado em …
SEM RELAÇÃO COM O FATO, MAS DEVERAS INTERESSANTE:
Saiu na revista IstoÉ Dinheiro, na edição 594, a seguinte e inspiradora reportagem, de fazer os corações dos mais astutos investidores pulular alegremente de louvores e esperança no Mercado: um cidadão ( o investidor Lirio Parisotto ) lucrou 200% com ações da Nossa Caixa!!!! Diz a matéria ( esse é o tom ) que o sr. Lírio está, digamos, “nadando contra a corrente” do pessimismo, aham, corrente, e vai às compras e investimentos, aproveitando a maré de “baixa global”. O prodigioso investidor não se intimida com a horrorosa crise e, como um perfeito garoto-propaganda a mostrar que o sistema funciona perfeitamente ( ou seja, quem está perdendo não manja do riscado ), lucra horrores. Sua pontaria é aperfeiçoada com uma arguta análise da conjuntura política, que lhe capacita prever o imprevisível e antever os passos que as peças darão no tabuleiro. Leiam e vejam a lição de vida – e de empreendedorismo – do homem, neste trecho da matéria que reproduzo:
” ( … ) Quem tem estofo para investir mais de R$ 1 bilhão em empresas administradas por outros sabe que é no fundo do poço onde se encontram os melhores negócios da bolsa de valores. Ações de boas empresas ficam baratas demais e tendem a recuperar o valor ao longo do tempo, com ganhos adicionais para os investidores que compram na hora certa. O problema é que ninguém sabe ao certo quando se chega ao fundo do poço, exceto quando se olha para trás em períodos mais longos. Há sempre o risco de o mercado cair um pouco mais. Quem foge da manada e vence o pessimismo pode se dar muito bem em períodos como o atual. Desde que o Ibovespa atingiu o topo de 73.516 pontos, em 20 de maio de 2008, o pior momento até a semana passada continuava sendo o fatídico 27 de outubro, quando bateu em 29.435 pontos. De lá para cá, o índice que mede as ações mais negociadas na BM&FBovespa subiu 41% até sexta-feira 13 de fevereiro. Esse ganho diminuiu para 31,5% até o dia 20 – ainda assim, um bela alta. Mas não foi só.
Pelo menos 27 dos 66 papéis que compõem o Ibovespa subiram acima da média nesse período, proporcionando bons ganhos a quem soube comprá-los nos dias de cotação mais baixa. A ação mais rentável foi a ordinária (com direito a voto) do banco Nossa Caixa, recém-vendido para o Banco do Brasil: alta de 155% nos últimos quatro meses. E quem é o maior acionista individual da Nossa Caixa, com 5% do capital? Ele mesmo, Lirio Parisotto.
Como o governo de São Paulo não conseguiu privatizar a Cesp, o investidor bilionário apostou na venda do banco do Estado – e não deu outra. Irá receber R$ 70,36 por ações que lhe custaram entre R$ 20 e R$ 30 e hoje valem cerca de R$ 400 milhões
. “Construí a posição aos poucos. Investi por feeling, pois achava que o ( governador José ) Serra ia precisar de dinheiro para fazer obras”, explica. Não é segredo para ninguém que Serra quer disputar a sucessão de Lula na Presidência da República, em 2010, mas poucos deram tacada tão ousada quanto Parisotto. Somente em 2008, o papel da Nossa Caixa rendeu 200%, reduzindo as perdas de sua carteira no ano para 21,8% (equivalentes a R$ 189 milhões), bem menos que a queda do Ibovespa (41,2%). “Nunca perdi do Ibovespa”, comemora. Lá se vão dez anos desde que o empresário gaúcho, hoje com 55 anos, começou a investir diretamente na bolsa ( … )”.

novembro 12, 2008

Monkey-Market: Vinícius Duarte explica o mercado de ações.

Filed under: ações ( mercado de ), mercado financeiro, Vinícius Duarte — Humberto @ 2:31 pm
Monkey-market
Do
COM FEL E LIMÃO
Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça.
O homem comprou centenas de macacos a $10, e os aldeões, depois de um tempo, diminuíram seu esforço na caça. O homem então anunciou que agora pagaria $20 por macaco. Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo os macacos foram escasseando, e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25, mas a quantidade de macacos na floresta ficou tão pequena que quase não havia mais o que caçar.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem, todos os macacos que o homem comprou estão aqui na jaula. Eu posso vendê-los por $35 a vocês, e, quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender a ele por $50 cada!”
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
O assistente pegou a grana e foi embora. O homem nunca mais apareceu. E só o que se via na aldeia era macaco pra tudo quanto é lado.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.
Valeu, André!

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Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça.
O homem comprou centenas de macacos a $10, e os aldeões, depois de um tempo, diminuíram seu esforço na caça. O homem então anunciou que agora pagaria $20 por macaco. Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo os macacos foram escasseando, e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25, mas a quantidade de macacos na floresta ficou tão pequena que quase não havia mais o que caçar.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem, todos os macacos que o homem comprou estão aqui na jaula. Eu posso vendê-los por $35 a vocês, e, quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender a ele por $50 cada!”
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