De acordo com reportagem, José Agenor cobrava até R$ 3 mil por uma TPU falsa
junho 5, 2009
novembro 7, 2008
Jaz São Paulo: coisas estranhas acontecem num lugar onde as coisas parecem estar tão bem…
Moradores do Butantã City, na zona oeste, perto da USP, uma das áreas residenciais nobres de São Paulo, querem transformar o bairro em um bolsão semelhante a Alphaville, com portão e vigilância 24 horas, para aumentar a segurança e impedir a invasão de travestis e prostitutas. A idéia conta com o apoio do subprefeito do Butantã, Maurício de Oliveira Pinterich.
- Isso é possível sim. Até sugeri que desenvolvessem um projeto de comunidade protegida, em conjunto com a Companhia de Engenharia de Tráfego, para o caso ser analisado – diz Pinterich.
Enquanto o projeto não fica pronto, a medida já vem sendo adotada em diversas ruas do bairro, onde a população, por conta própria, colocou barricadas, cancela com câmera de monitoramento, grades, obstáculos e correntes. Em algumas vias há até cartazes informando que o acesso de carros e pedestres é controlado.
A principal reclamação é contra a presença de travestis e prostitutas.
- Ninguém agüenta mais essa situação. É barulho, droga, sujeira e confusão até amanhecer. Não se pode mais entrar ou sair de casa à noite porque a rua virou ponto de prostituição – reclama Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária.
Uma comissão de moradores está sendo formada para elaborar a minuta do projeto para apresentar na Câmara Municipal. Se não for possível isolar tudo da prostituição, os moradores querem, pelo menos, trancar ruas e calçadas à noite, entre 19h e 6h.
- A lei permite o fechamento de ruas para o trânsito, mas determina que a calçada seja livre, mesmo quando se trata de um questão de segurança – afirma Eduardo Ferraz, um dos moradores.
O trecho onde Ferraz mora, na Avenida Moncorvo Filho com Rua Gaspar Moreira, havia sido fechado com grades à noite. Porém, por causa de denúncia, o Ministério Público exigiu a reabertura.
- Se não houvesse denúncia, a rua continuaria fechada, como outras vias do bairro. O pedestre não circula a pé durante a noite – reclama Ferraz.
Com medo de que a fiscalização destruísse as grades, a moradora Maria de Lourdes Pimentel Malta, “síndica” da rua, a guardou em sua casa, na esperança de poder reverter a situação.
- Bastou tirar as grades e alguns dias depois ladrões tentaram assaltar a casa da esquina – lamenta.
Carlos Wang afirma que os moradores também estudam a possibilidade de acionar o município, para obrigá-lo a tirar a prostituição do bairro.
- Essas pessoas estão ocupando as calçadas para praticar um comércio ilegal, porque não têm Termo de Permissão de Uso (TPU). Então a Prefeitura deveria agir como faz com os camelôs.
Para a maioria dos moradores, o problema são os travestis.
- Eles ficam pelados, praticam atos obscenos e ninguém faz nada – reclama Camila Mingione, que quer fechar a rua onde mora, como a de seus pais, a Valdomiro Guilherme de Campos, uma das três vias fechadas regularmente.
Leila, travesti assídua da região, afirma que eles não querem prejudicar os moradores ou desvalorizar o bairro.
- A rua é pública, porque nós também pagamos impostos. O IPTU que eles pagam só garante exclusividade no imóvel.
Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária, afirma que os moradores já pensaram até em atacar a clientela de travestis e prostitutas para afastá-los.
- Nossa idéia é colocar câmeras nas ruas para filmar os carros dos clientes e depois divulgar as imagens pela internet. Quero ver se eles ( sic ) voltam – diz.
Comerciantes são contra
Comerciantes estabelecidos da região do Butantã estão revoltados com a campanha dos moradores para transformar o bairro em condomínio.
- Eles querem comandar tudo, se sentem donos da região. Foi por causa deles que eu e dezenas de outros lojistas quebramos – diz Enriqueta Pelegrina, dona da loja Girassol, há 13 anos estabelecida na Rua Alvarenga.
Enriqueta afirma que, desde 2004, quando os moradores decidiram transformar o bairro em zona estritamente residencial, os comerciantes estão sofrendo as conseqüências.
- É um absurdo o que vem acontecendo. Metade da rua Alvarenga é considerada zona de residências e a outra não. Por isso, tive de deixar a casa onde formei toda a minha clientela e mudar para outra maior, na mesma rua, mas com aluguel muito mais caro.
Segundo a comerciante, as multas mensais de R$ 4 mil começaram a chegar em novembro de 2007, porque sua loja estava instalada em área residencial.
- Agüentei até a metade do ano mas, como outros, também fui obrigada a ceder. Agora não sei como fazer, porque estou totalmente quebrada. E também quebrei diversas famílias que empregava. Enquanto eles querem fechar o bairro, nos queremos somente poder trabalhar.
Motoristas que são obrigados a passar pelo bairro a trabalho também estão irritados com as mudanças.
- Se a gente erra uma rua, tem que dar uma volta imensa para retornar porque está tudo fechado – reclama o taxista José Maciel.
Polícia investiga morte de fiscal da Prefeitura de SP
Homem foi assassinado na noite de quarta, quando voltava para casa. Fiscal trabalhava na Zona Sul; suspeitos fugiram.
Do G1, com informações do SPTV
23.10.08
A polícia de São Paulo investiga o assassinato do chefe dos agentes de apoio da Subprefeitura de Santo Amaro, morto a tiros dentro de seu carro na noite de quarta-feira (22). Claudemir dos Santos, de 44 anos, atuava na fiscalização de camelôs.
Veja o site do SPTV De acordo com testemunhas, um veículo parou do lado do carro em que seguia o fiscal, na Avenida Santo Amaro, Zona Sul da capital paulista, e um homem atirou várias vezes. A polícia foi chamada, mas não conseguiu encontrar os suspeitos.
As características do crime são semelhantes a casos de execução ou vingança. Não foi levado nada da vítima, atingida por mais de um disparo – um dos tiros atingiu o rosto e outro a lateral esquerda do corpo. Na opinião de colegas da vítima, o crime pode não ter relação com a função que ela desempenhava. O fiscal estava fora do seu horário de trabalho. Ele era contratado da subprefeitura, mas não era um funcionário concursado. Na hora do crime, estava voltando para casa. O homem chegou a ser levado para um pronto-socorro, mas não resistiu. O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal. O velório deve ser realizado na Zona Norte e, o enterro, em Lins, a 431 km de São Paulo.
Comentário: Execução foi mesmo. Agora, por quê a certeza de que o caso não tem a ver com sua atividade? E esses “colegas da vítima”, também seriam fiscais? Mais um caso envolvendo fiscais de Subprefeituras na Administração de Kassab.
Após 3 horas parados, ônibus deixam garagens na zona sul de SP SÃO PAULO – Motoristas e cobradores das duas garagens da Viação Campo Belo iniciaram a liberação dos primeiros ônibus somente às 6h25 desta quinta-feira, 6, quase 3 horas depois do normal. Com a paralisação no início da manhã, moradores que dependem dos ônibus dos terminais da região central em direção a bairros e a terminais na zona sul da capital paulista foram muito prejudicados. Comentário: e por quê foram demitidos, o jornal não fala, e nem parece querer saber, já que a explicação é : “pertencem ao Sindicato”, e isso, pro Estadão, já é motivo. Só faltava ouvirem o Serra, pra este jogar a culpa no “Paulinho da Força”. Sério mesmo: qual a causa das tais demissões? A Prefeitura já garantiu que os subsídios serão mantidos e ampliados, para que não haja reajustes em 2009, uma típica jogada eleitoral.
Motoristas e cobradores da Viação Campo Belo protestaram contra demissão de funcionários ligados a sindicato
Estadao.com.br , 06.11.08
Motoristas e cobradores deixaram as garagens três horas depois do previsto na zona sul
A paralisação foi em protesto à demissão de funcionários ligados ao sindicato da categoria. As duas garagens juntas possuem um total de 595 carros. Os primeiros ônibus deveriam ter saído da garagem às 3h30. Com a paralisação de quase 3 horas, usuários que tomam os ônibus no Largo São Francisco, e nos terminais Bandeiras e Parque Dom Pedro, no centro foram muito prejudicados.
Os terminais Capelinha, João Dias, Santo Amaro, Jardim Angela, Guarapiranga e Ana Rosa, na zona sul, também ficaram com a circulação de ônibus prejudicada na manhã desta quinta-feira.
Foram prejudicados também moradores do Itaim Bibi, Santo Amaro e Campo Limpo, e de bairros localizados próximo da divisa entre a capital e as cidades de Itapecerica da Serra e Embu, como Jardim Santo Eduardo, Jardim das Rosas, Valo Velho, Parque do Engenho, Jardim Angela, Chácara Santa Maria e Capão Redondo, entre outros.
setembro 29, 2008
Jaz São Paulo: Mais uma Subprefeitura paulistana é investigada por corrupção de fiscais. Empreendimento imobiliário rouba ruas do Mandaqui
Ex-funcionário diz que barracas, proibidas desde 2005, continuam funcionando por conivência da fiscalização
ESTADO ONLINE
A Polícia Civil e o Ministério Público investigam denúncias de irregularidades na Subprefeitura de Santana, na zona norte de São Paulo, principalmente no que se refere a uma feira livre, que deveria ter sido extinta em 2005, mas ainda funciona. O ex-chefe da Unidade Técnica de Fiscalização daquela subprefeitura, Marlone Silveira Diniz, denuncia irregularidades que envolvem o titular da Coordenadoria de Planejamento de Desenvolvimento Urbano, Emílio Romero, e agentes vistores.
agosto 13, 2008
A história da "Máfia dos Fiscais Reloaded" prossegue: vereador Paulo Fiorillo pede abertura de CPI
O documento de Fiorilo conta com 19 assinaturas favoráveis, entre elas, a de outro vereador da região, Adilson Amadeu (PTB), que vem dando declarações públicas nas quais afirma que o subprefeito Eduardo Odloak também tinha conhecimento do esquema.
A expectativa é levar a proposta da CPI para votação já na próxima semana, possivelmente na terça-feira, dia 12, e para ser aprovada, depende dos votos favoráveis de 28 dos 55 vereadores da Casa.
“A partir das investigações ainda em curso no Ministério Público e na Polícia Civil, pretendemos, com a CPI, fazer um debate profundo do problema na Câmara e criar uma legislação que contribua não apenas com a situação atual, mas, evite que este sistema volte a se repetir no futuro”, destacou Fiorilo.
“Já vivenciamos este problema há dez anos (na gestão de Celso Pitta). Queremos apurar como foi naquela época e de que forma aconteceu agora. Cabe a CPI dar um passo a mais nesta questão que envolve R$ 1 milhão em arrecadação ilegal por mês. A Câmara não pode se furtar de apurar”, definiu o vereador.
Fiorilo adiantou que, independente da CPI, na próxima quarta-feira, dia 13, o promotor de Justiça, José Carlos Blat, responsável pelas investigações, será ouvido pela Comissão de Finanças da Câmara.
O vereador Adilson Amadeu, vice-presidente da Câmara, destaca que alguns dos funcionários da Subprefeitura Mooca envolvidos no esquema tinham nomeação política. “Temos que levantar de onde vieram estas indicações. Eles estavam a serviço de quem?”, indaga.
Sobre as duras acusações que vem fazendo ao subprefeito, afirma que Odloak estava sempre acompanhado do ex-assessor político Marcelo Eivazian (atualmente preso por ser um dos cabeças do esquema) e do ex- chefe de gabinete Rogério Lopes (que apesar de não ter seu nome envolvido no escândalo até o momento, foi afastado do cargo pelo secretário Andrea Matararrazo).
“O Eduardo tem que saber o que acontece com seus funcionários. O Marcelo foi preso em um motel em pleno horário de expediente”, acusa. Além de Marcelo Eivazian, seu irmão, Felipe, que era chefe de fiscalização, também foi preso na época, juntamente com outros três funcionários da Subprefeitura Mooca.
Outro lado
Eduardo Odloak encara a proposta da CPI na Câmara e as acusações de Amadeu como questões políticas. “Neste momento eleitoral é natural criar situações para ganhar espaço na mídia”, definiu. “O PT teve todo o governo passado e este também para tentar criar instrumentos que diminuam a vulnerabilidade da fiscalização nas ruas”, rebateu. “Não faltaram oportunidades para discutir esta questão”.



TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
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