O analista internacional e historiador da Universidade Central da Venezuela, Vladimir Acosta, crê que é bastante provável ter havido uma conversação secreta entre Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, e Ingrid Betancourt, a recém-libertada ex-candidata presidencial, devido às declarações que ela deu logo depois de ser libertada, nas quais apoiou o governo e sua possível reeleição.
Denúncias vindas da Suíça
Informações divulgadas nesta sexta-feira (4) pela Rádio Suíça Romanda (RSR) trazem novos elementos que tornam o cenário no qual se deu a libertação de Ingrid Betancourt ainda mais suspeito. Segundo a emissora, dirigentes das Farc teriam recebido quase US$ 20 milhões para soltar Ingrid e os outros 14 prisioneiros.
“Os 15 reféns foram comprados na realidade a preço forte. Depois disso toda a operação foi uma encenação”, afirmou a rádio pública.
Quase US$ 20 milhões foram entregues aos seqüestradores, segundo a RSR, que cita uma “fonte ligada aos acontecimentos, confiável e testada em reiteradas ocasiões nos últimos anos”. A emissora acrescentou que os EUA estiveram na “origem da transação”.
Nos últimos anos, a Suíça atuou ao lado de Espanha e França, a pedido do presidente colombiano, Álvaro Uribe, em uma missão de mediação com as Farc.
O comandante do Exército colombiano, Mario Montoya, negou as acusações. “De maneira alguma houve qualquer tipo de colaboração”, disse.
Denúncias vindas da Suíça
Informações divulgadas nesta sexta-feira (4) pela Rádio Suíça Romanda (RSR) trazem novos elementos que tornam o cenário no qual se deu a libertação de Ingrid Betancourt ainda mais suspeito. Segundo a emissora, dirigentes das Farc teriam recebido quase US$ 20 milhões para soltar Ingrid e os outros 14 prisioneiros.
“Os 15 reféns foram comprados na realidade a preço forte. Depois disso toda a operação foi uma encenação”, afirmou a rádio pública.
Quase US$ 20 milhões foram entregues aos seqüestradores, segundo a RSR, que cita uma “fonte ligada aos acontecimentos, confiável e testada em reiteradas ocasiões nos últimos anos”. A emissora acrescentou que os EUA estiveram na “origem da transação”.
Nos últimos anos, a Suíça atuou ao lado de Espanha e França, a pedido do presidente colombiano, Álvaro Uribe, em uma missão de mediação com as Farc.
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