Após quase três meses refugiado na embaixada equatoriana em Londres, na segunda-feira (17), exames de DNA de dois laboratórios forenses desmontaram acusações suecas, a serviço dos EUA, de que Julian Assange, fundador do WikiLeaks, teria cometido “abusos” contra duas mulheres na Suécia.
Dessa vez foi provado por laboratórios forenses que a camisinha apresentada pela principal acusadora, a cubana Anna Ardin, não continha o DNA de Assange. Anna é conhecida por escrever artigos contra Fidel Castro contra o governo cubano; tem notórias ligações com grupos contrarrevolucionários, os chamados gusanos ligados à CIA e homiziados em Miami. A segunda acusadora, Sofia Wilen, é amiga de Anna e foi a primeira a acusar Assange e gaba-se de sem reservas de que “foi muito difícil levá-lo para cama”.
Assange se encontra desde 19 de junho refugiado na embaixada equatoriana em Londres, após o governo inglês permitir sua extradição para a Suécia, que chegou a ameaçar invadir a embaixada equatoriana. Assange denuncia que sua extradição a Suécia é interesse dos Estados Unidos, pois se for extraditado, o governo sueco o enviará para os EUA, onde pode ser torturado e condenado até à pena de morte. ( HORA DO POVO )
setembro 20, 2012
Testes em dois laboratórios forenses desmontam acusação de cubana da CIA contra Julian Assange
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