Na opinião do senador Fernando Collor (PTB-AL), a revista Veja “se considera veículo de imprensa, mas que se comporta como autêntica organização criminosa”. Assim, o político pediu em discurso no Plenário na última terça-feira, 4, a convocação para que o jornalista Policarpo Júnior e o presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, sejam interrogados.
Collor usou documentos da CPMI para reproduzir diálogos entre Carlos Cachoeira e Policarpo que, segundo ele, demonstram intimidade. Ele apresentou requerimento pedindo a quebra do sigilo telefônico do chefe de redação do impresso em Brasília, de outros jornalistas e também de procuradores envolvidos com investigações. “Que credibilidade tem uma revista que mais se parece com um escritório de arapongagem?”, disse.
O episódio que mostra a mulher de Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, em uma suposta chantagem contra o juiz Alderico Rocha Santos foi lembrado pelo senador. À época, Andressa teria dito ao juiz que, caso ele não absolvesse Cachoeira das acusações, o profissional da Veja publicaria um dossiê com denúncias contra ele. ( COMUNIQUE-SE )
setembro 5, 2012
Fernando Collor insiste em levar Policarpo Jr, redator-chefe da Veja, à CPMI do Cachoeira: “Veja se considera veículo de imprensa, mas que se comporta como autêntica organização criminosa”
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