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agosto 25, 2012

Procuradora depõe e relata a proximidade entre Policarpo da Veja e o chefe do crime organizado


Em depoimento na terça-feira à CPMI do Cachoeira, a procuradora da República que trabalhou na Operação Monte Carlo, Lea Batista, confirmou a proximidade encontrada entre o redator-chefe da Veja, Policarpo Jr, e Cachoeira.
HORA DO POVO
Procuradora confirma que investigações indicaram proximidade de Policarpo com Carlinhos Cachoeira
Em depoimento na terça-feira (21) à CPMI do Cachoeira, procuradores disseram que a “máfia” tinha proximidade com Policarpo Júnior, diretor e chefe da sucursal da revista Veja em Brasília. A procuradora da República que trabalhou na Operação Monte Carlo, Lea Batista, confirmou que as investigações sobre a organização criminosa apontaram a proximidade entre ele e o chefe da quadrilha. “As investigações indicam alguma proximidade sim”, disse ela. “Indicam vários contatos do chefe da organização com o jornalista”, acrescentou.
Os procuradores da República em Goiás, Léa Batista de Oliveira e Daniel Rezende, reafirmaram que a organização criminosa tem caráter mafioso e cooptou agentes do Estado para manter suas atividades. “O certo é que a operação revelou uma máfia, uma sociedade bem estruturada, mais lucrativa que uma grande empresa. Um grupo profissionalizado, estável, permanente e habitual, montado para o cometimento de crimes de natureza grave. A sua existência por mais de uma década foi suficiente para montar uma estrutura estável e entranhada no seio do Estado”, disse Léa Batista.
“Uma organização criminosa armada, complexa e com característica mafiosa. O principal traço dessa organização é o código do silêncio orquestrado. A postura dessa organização criminosa, decorrente de um código de silêncio, é típico das organizações criminosas com objetivo de escudar a organização e seus membros. O código está bem claro aqui na CPI e na Justiça Federal”’, acrescentou a procuradora.
Léa Batista relatou também que foi vítima de algumas tentativas de intimidação e indicou que apenas ações de repressão aos lucros da organização criminosa poderão desmantelar a quadrilha.
A procuradora disse que recebeu e-mails anônimos com ameaças e que, no fim do mês passado, uma mulher tentou entrar no apartamento dela às 5h45m, mas foi barrada pelo porteiro do prédio. Além disso, ainda segundo a procuradora, o carro que ela usa foi marcado com tinta spray, levantando a suspeita de que poderia ser alvo de um atentado.

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