ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

março 30, 2012

Em nota oficial, Revista de História da Biblioteca Nacional se defende


Caro leitor,
A Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional – SABIN comunica que, diferentemente do que vem sendo publicado na imprensa, não há qualquer relação entre a demissão do jornalista Celso de Castro Barbosa e o afastamento do editor Luciano Figueiredo.
O jornalista Celso de Castro Barbosa foi demitido pelo então editor Luciano Figueiredo após divergências entre os dois, relacionadas à resenha sobre “A privataria tucana”, publicada no site da Revista de História da Biblioteca Nacional-RHBN ( Nota do blog ENCALHE: Resenha foi retirada do site, mas o blog da Geração Editorial salvou. Ver no final do post ).
A demissão de Luciano Figueiredo deveu-se exclusivamente a razões administrativas internas.
A SABIN não interfere no conteúdo editorial da Revista de História da Biblioteca Nacional-RHBN, cuja elaboração é atribuição do Conselho Editorial.
Não houve qualquer interferência externa relacionada às demissões.
A redação da RHBN funciona normalmente.
O fluxo de produção da revista continua o mesmo desde sua criação.
Está indo para as bancas a edição de nº 79 e já se encontram em fase adiantada de preparação as edições de nºs 80 e 81 ( REVISTA DE HISTÓRIA )

CONHEÇA A HISTÓRIA QUE CORRE:

Sinhozinho do PSDB força a demissão de jornalista que resenhou A Privataria Tucana
O jornalista Celso de Castro Barbosa foi demitido da revista “História”, editada pela Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional (Sabin), por conta de uma resenha do livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Jr., elaborada por ele e que foi veiculada no site da publicação. Semanas depois, o historiador Luciano Figueiredo, editor da revista, também foi demitido.
O livro faz uma radiografia das privatizações promovidas na gestão de Fernando Henrique no governo federal, com ampla documentação e provas que mostram o envolvimento dos tucanos negociatas espúrias e recebimento de propinas, entre eles José Serra. Segundo a coluna de Elio Gaspari, na quarta-feira (28), as demissões teriam sido pedidas diretamente pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra.
O autor do livro criticou as demissões, ressaltando que “pedir a cabeça de jornalista é um golpe contra a liberdade de imprensa”. “Mas infelizmente isso está se tornando uma rotina no país, principalmente quando se produz matérias contra os tucanos, aí você inclui os mais bicudos”, acrescentou Amaury Ribeiro Jr. ( HORA DO POVO )

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