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setembro 9, 2011

Amaury Ribeiro Jr., autor de “Privatas do Caribe”: “tucanos tentaram me queimar para eu não contar o que investiguei nas privatizações de FH”


O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que publicará em breve um livro que promete devassar os subterrâneos das privatizações realizadas na gestão de Fernando Henrique, revelou ao blog Escrivinhador, de Rodrigo Vianna, que na reta final da eleição de 2010, um emissário do então candidato à presidência José Serra chegou a procurá-lo. Para ele, os tucanos queriam propor algum tipo de acordo.
Na campanha eleitoral, Amaury foi acusado de quebrar o sigilo da família de Serra, num esquema que serviria ao PT. Segundo Rodrigo Vianna, o jornalista tem certeza que as acusações – publicadas com destaque na imprensa serrista – eram uma retaliação. “Os tucanos sabiam que eu tinha investigado isso tudo, e que a investigação ia virar livro, tentaram me queimar”, disse ao Escrivinhador.
O livro, que deverá trazer o título “Privatas do Caribe”, desvenda a conexão entre a onda privatizante e a abertura de contas sigilosas e de empresas de fachada nos paraísos fiscais da América Central. Também registra as relações de altos dirigentes do PSDB com a realização de depósitos e a abertura de empresas de fachada no exterior.
O prefácio da obra, publicado em alguns blogs, adianta que o autor se dedica particularmente a perscrutar as atividades dos familiares de José Serra nesse vai e vem entre o Brasil e os paraísos fiscais caribenhos, com base em documentos oficiais, obtidos em juntas comerciais, cartórios, no ministério público e na Justiça.
“Assim, comprova as movimentações da filha do ex-candidato do PSDB à presidência, Verônica, e as de seu marido, o empresário Alexandre Bourgeois. Que seguiram, no Caribe, as lições do ex-tesoureiro de Serra e eminência parda das privatizações, Ricardo Sérgio de Oliveira. Descreve ainda suas ligações perigosas com o banqueiro Daniel Dantas”, diz um trecho.
De acordo com o texto, o livro detém-se ainda no exame da trajetória do primo de Serra, o empresário Gregório Marin Preciado que, “mesmo na bancarrota, conseguiu participar do leilão das estatais. E arrematar empresas públicas!”. Além disso, revelará que o então governador contratou, com o aporte dos cofres paulistas, um renomado araponga [ NOTA DO BLOG: "FENCE"? ] e que Verônica Serra foi indiciada sob a acusação de praticar o crime que, na disputa eleitoral de 2010, acusou os adversários políticos de seu pai de terem praticado. ( HORA DO POVO, 09/09/2011 )

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