CRATERÃO DA LINHA 4: IPT deveria ter sido convidado a participar ANTES e não DEPOIS que a cag**ada já tinha acontecido, diz diretor do instituto

Na edição deste mês da Pesquisa Fapesp, há uma matéria ( “Gargalos do desenvolvimento” ) sobre o IPT, Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Eles foram ouvir as considerações do diretor presidente do instituto, João Fernando Gomes de Oliveira, professor da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), acerca das atividades da instituição, seus planos futuros etc.

AMACRAT

Do texto em questão, há o seguinte trecho, do qual destaco uma parte [ em vermelho ]:
” ( … ) Nos últimos 20 anos, dedicou-se também a projetos na área ambiental e a parcerias com empresas de pequeno e de médio porte, que não podem custear um departamento de pesquisa e desenvolvimento próprio. O trabalho que mais chama a atenção do público, porém, são as perícias feitas pelos técnicos do instituto em acidentes como o desmoronamento das obras de uma estação de metrô, há dois anos, que matou sete pessoas. “O ideal seria que o IPT tivesse sido convidado a participar na fase de elaboração do projeto e do monitoramento da obra, em vez de fazer um trabalho de arqueologia para definir as causas da tragédia”, diz João Fernando Gomes de Oliveira. “Mas não podemos evitar essa missão de ‘polícia técnica’, pois somos a instituição mais habilitada a fazer isso no estado e a maior parte de nosso financiamento é pública ( … )”.
O que leva o cidadão comum a perguntar o óbvio: por quê raios o IPT não foi convidado pelo consórcio a oferecer sua reconhecida tarimba, na elaboração e monitoramento da obra que acabou, então, ruindo?
Julho 2009
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