Quito, 27 jun (EFE).- O Governo do Equador anunciou nesta quarta-feira que poderá adotar medidas de “reciprocidade”, após a deportação de quatro membros de uma equipe da televisão “Ecuavisa”, que haviam sido detidos por militares da Colômbia quando gravavam uma reportagem do lado colombiano da fronteira.
Em declarações à “Ecuavisa”, o ministro de Governo (Interior) do Equador, Gustavo Larrea, considerou “absolutamente exagerado” o tratamento dos militares colombianos aos jornalistas equatorianos. Ele disse que o Governo poderá “publicar uma nota de protesto e pedir esclarecimentos” à Colômbia.
Também disse que pode “pedir reciprocidade” ao país vizinho, sem dar mais detalhes.
A Embaixada da Colômbia em Quito, em resposta a uma nota da Chancelaria equatoriana, afirmou que os quatro jornalistas “entraram em território colombiano por um ponto não habilitado”.
Segundo o comunicado, a equipe da “Ecuavisa” “evitou o controle migratório, numa violação das normas da República da Colômbia”.
A equipe da “Ecuavisa”, formada pelo repórter Freddy Barros, pelo câmera Sergio Quinaluisa, pelo assistente Germán Bicho e pelo correspondente Gonzalo Orellana, cruzou a fronteira numa área onde não existem controles migratórios e não há presença fixa de militares nem policiais colombianos.
Os equatorianos só precisam mostrar sua identidade do outro lado da fronteira para estar em situação legal, segundo os acordos bilaterais.
Uma notificação entregue aos jornalistas, quando foram expulsos da Colômbia, comunicou que eles tinham realizado “atividades não autorizadas incorrendo em permanência irregular”. Os quatro foram proibidos de entrar em território colombiano por cinco anos.
Os jornalistas ficaram detidos pelo Exército durante 10 horas.
Em nota lida em seus noticiários, a “Ecuavisa” registrou seu “protesto pela forma como atuaram os militares colombianos”.
“Nossos jornalistas cruzaram o rio em missão 100% jornalística, numa área descampada, onde não há controles fronteiriços”, acrescenta o texto.
No entanto, a rede equatoriana diz que “os seqüestradores queriam impedir a cobertura, e por isso obrigaram a apagar o material gravado, numa atitude censurável”.
A equipe jornalística realizava uma reportagem sobre a morte de José Marcos Quezada, um equatoriano morto a tiros pelos militares, com três colombianos.
Os militares colombianos dizem que os quatro mortos eram guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia ( Farc ) e morreram num confronto com o Exército. Seus parentes afirmam que eram camponeses que plantavam milho e foram “assassinados” pelos soldados.
© Agencia EFE
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Assautovias
O levantamento foi feito pelo http://www.estradas.com.br, que deverá lançar em janeiro, estudo comparativo sobre a concessão de rodovias no Brasil e exterior.
A iniciativa do portal foi motivada pelas pesquisas realizadas on line com usuários de rodovias. A mais recente, depois de 5.000 votos, apurou que 92% dos usuários acham o valor do pedágio caro, 6% justo e apenas 2% barato.
Um usuário de automóvel que viajar passando por todos os pontos de cobrança de pedágio no Brasil, gastará numa viagem R$ 1.737,00 e caso fosse um caminhão ou ônibus de quatro eixos pagará R$ 6.184,90.
Outra pesquisa do www.estradas.com.br com 10.000 internautas, questionados sobre se a concessão de rodovias seria a solução para a melhoria das condições das estradas 61% responderam que sim, contra 39% que optaram pelo não. A fiscalização das concessionárias de rodovias também deixa a desejar. Para 84% dos que responderam a pesquisa o poder concedente não fiscaliza com rigor as empresas. Apenas 16% acham que a concessionárias têm sido bem fiscalizadas.
“Fica evidente que os usuários são favoráveis à concessão, mas não concordam com valor dos pedágios e com a forma como as concessionárias têm sido fiscalizadas”, esclarece Rodolfo Alberto Rizzzotto, editor do www.estradas.com.br .
Atualmente, são quase 10.000 km de rodovias concedidas, sendo 3.500 km em São Paulo, 2.495 km no Paraná, 2.494 km no Rio Grande do Sul e 666 km no Rio de Janeiro. Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, possuem pequenos trechos concedidos.
Apesar das concessões rodoviárias no Brasil representarem menos de 7% do total das rodovias pavimentadas, correspondem a aproximadamente 50% do total do tráfego e 60% do total das rodovias pavimentadas de pista dupla, nos estados com rodovias concedidas. Os novos lotes previstos para rodovias federais e paulistas entregará mais de 90% das rodovias de pista dupla para a iniciativa privada. O que indica que o poder público concede o filé mignon e fica com o osso.
A tendência fica clara ao analisar os próximos lotes de concessão das rodovias federais e estaduais de São Paulo. No caso das rodovias federais está prevista a concessão de sete rodovias, num total de 2.610 km, sendo que a Fernão Dias ( BR-381 ), que liga São Paulo a Belo Horizonte e, a São Paulo – Curitiba ( BR 116 ) juntas somam quase 1.000 km de rodovias com pista dupla, cujos investimentos foram realizados pelo governo federal e cairão nas mãos da iniciativa privada, a quem caberá, num primeiro momento, a tarefa de construir as praças de pedágio. As rodovias que serão concedidas na próxima etapa estão na região Sudeste e Sul. Não há trechos das precárias rodovias do Nordeste no rol das que serão concedidas.
No Estado de São Paulo, o próximo passo do Governo do Estado é entregar o chamado Sistema Trabalhadores ( Ayrton Senna – Carvalho Pinto e D. Pedro I ), num total de 262 km das mais modernas e seguras rodovias do país. São Paulo já entregou praticamente 70% das rodovias de pista dupla para a iniciativa privada e deverá entregar o restante nos próximos cinco anos.
Apesar das vantagens alardeadas da concessão, o programa paulista gerou a construção de apenas 110 km nos primeiros cinco anos de novas estradas. E praticamente não há mais nenhum quilômetro de novas rodovias para serem construídos nos próximos 15 anos de concessão no Estado de São Paulo. Vão ser apenas duplicações de alguns trechos e melhorias em outros.
Apesar de reclamarem com frequência as concessionárias de rodovias sabem que concessão é um bom negócio. Somente em 2004, as 36 concessionárias filiadas a ABCR – Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias arrecadaram R$ 4,43 bilhões, fruto, principalmente, do pedágio pago por 603 milhões de veículos. O número de veículos nas praças de pedágio aumentou 9% mas a receita cresceu 24% em comparação a 2003.em relação ao ano anterior.
O grupo CCR que controla as concessionárias: NovaDutra, Autoban, Rodonorte, Ponte S.A. , Via Lagos, Via Oeste, já prepara vôos mais altos, correndo atrás de concessões nos EUA e México. Esse crescimento será sem perder de vista o Brasil, que possui a maior malha rodoviária concedida do mundo.
Estradas.com.br
"Estava em casa, assistindo à TV. A noite estava um negrume só. Chovia e o vento lamuriava. Algo me inquietava. Súbito, para meu horror ( … )"
Enxurrada de ossos
Município é condenado porque caixão invadiu casa
Segundo o desembargador Alvim Soares ( relator ), com a fiscalização, por parte da prefeitura, “seria detectado em menor tempo qualquer irregularidade no muro que divide o cemitério local com seus vizinhos”.
Os desembargadores consideraram os prejuízos morais sofridos pela família. A moradora e suas filhas alegaram que, após o acidente, tiveram depressão e medo de morar no mesmo lugar.
O temporal atingiu a cidade e provocou a queda de parte do muro do cemitério sobre três casas. Com o acidente, o terreno cedeu e ossadas foram empurradas para dentro da casa da moradora, provocando, inclusive, a abertura de um caixão, onde havia um defunto sepultado há apenas duas semanas. Com o impacto, a tampa do caixão atingiu a perna da moradora, que sofreu infecção bacteriana devido ao ferimento.
O município alegou que o desabamento do muro, construído há mais de 40 anos, foi provocado exclusivamente pela moradora, que realizou uma obra em sua casa. Sustentou, ainda, que o acidente foi ocasionado por uma chuva fora do normal.
P. Defecamento
Escriturário defeca em processo na frente de servidores
Romildo foi condenado, em 2005, por posse ilegal de arma e aceitou transação penal para, pelo período de dois anos, todo mês, comparecer regularmente ao fórum e assinar o processo. Na terça seria o último dia de visita e Romildo estaria livre daquela rotina. Terminou na delegacia, autuado em flagrante pelo crime de inutilização de documento público.
A notícia foi divulgada pelo Jornal da Cidade. Ao chegar ao cartório, Romildo pediu aos servidores se afastassem do local. Todos temeram que o escriturário fosse sacar uma arma e sair atirando. Ao contrário, Romildo baixou as calças e defecou sobre a papelada. O escriturário foi contido pelos funcionários do fórum e depois levado para a delegacia.
A explicação que deu à Polícia foi a de que sua atitude foi um protesto pela condenação sofrida. De acordo com testemunhas, o escriturário ainda pegou o processo e teria dito que iria esfregá-lo “na cara do juiz e do promotor”.
De acordo com o delegado, o escriturário disse que não se conformava com a condenação que, segundo ele, teria sujado seu nome, colocando-o como se fosse um marginal. A rebeldia só fez piorar a situação processual de Romildo, que agora responderá por inutilização de documento público. A pena prevista para esse tipo de delito é de dois a cinco anos de prisão.
Pesquisa do PSDB sai pela culatra!!!
Um outro resultado que atormentou os tucanos é que os programas sociais – em especial o Bolsa Família – criados pelo atual governo, e bastante criticados por eles, são vistos pelos eleitores da pesquisa como o ponto alto do governo Lula. Os entrevistadores do PSDB tentaram ainda sondar se havia programas criados na administração tucana com alguma repercussão nos dias de hoje. Tiveram uma grande decepção. A maioria dos entrevistados – mais de 40% – considerou que apenas o presidente Lula tomou iniciativas na área social. Menos de 25% identificou programas sociais com administrações tucanas.
A pesquisa do PSDB também veio revelar que o apoio à reeleição do presidente Lula está crescendo em todo o país nos últimos meses. E este fato ocorre sem que nenhuma campanha esteja sendo feita neste sentido. Cresce o apoio à reeleição de Lula, mesmo com o presidente da República repetindo reiteradamente que não pretende candidatar-se em 2010.
Aliás, além disso, a única campanha que vem ocorrendo no momento no país não é a favor de Lula, muito pelo contrário, o que ocorre é a empreitada da mídia golpista contra o presidente, contra o seu governo e contra a coalizão política que o apóia. No entanto, pelo visto, parece que o efeito está indo em direção oposta a que gostariam os seus promotores.
Este crescimento do apoio à reeleição do presidente Lula é mais evidente quando comparamos a atual pesquisa do PSDB com a do Instituto Brasmarket, encomendada pela revista “IstoÉ” e publicada na edição de 15 de maio da Hora do Povo. O Instituto Brasmarket apurou no final de abril um equilíbrio entre os que queriam o fim da reeleição e os que defendiam ampliá-la. Em Belo Horizonte, por exemplo, 25% queriam extingui-la e 25% desejavam aumentá-la. Já em São Paulo, 31,4% achavam que a reeleição devia se manter como está e 22% afirmaram desejar que ela fosse ampliada. A Brasmarket ouviu 16.436 pessoas nas capitais brasileiras, entre 8 e 20 de abril, com exceção do Distrito Federal. Como vimos, a situação se alterou e é bem diferente. O apoio à reeleição de Lula é muito maior hoje no país e já passa dos 56% de aprovação.
Além de mostrar crescimento do apoio à reeleição, a pesquisa do PSDB também confirmou a popularidade de Lula e de seu partido já revelados no levantamento feito antes pelo DEM. Na sondagem do ex- PFL, no início de junho, o PT foi apontado como o partido preferido de 28% dos eleitores no país. Os outros todos juntos não atingiam esse índice. E em relação à opinião sobre o governo Lula, mais de 60% aprovaram o seu desempenho.
Além de repudiar o carro-chefe da política tucano-pefelista – a entrega das estatais – a maioria dos entrevistados do DEM também aprovou a proposta de reestatização da Companhia Vale do Rio Doce. De duas mil pessoas entrevistadas, 50,3% responderam favoravelmente à proposta de reestatização, enquanto 28,8% se posicionaram contra e 21,5% disseram não saber responder. O resultado foi noticiado pela Agência Carta Maior.
A Vale do Rio Doce foi privatizada na gestão tucana, em maio de 1997, pelo valor simbólico de R$ 3,338 bilhões, à época. Além da maior jazida de ferro do mundo, a empresa tinha um complexo que englobava 54 empresas, além de dois sistemas de mineração-ferrovias-porto. Nada disso foi levado em consideração quando foi elaborado o edital de venda pela empresa de consultoria norte-americana Merril Linch. O lucro de apenas um ano obtido pela empresa foi maior do que o valor pago por ela.
A pesquisa dos tucanos revelou também que, apesar de um cenário confortável para o presidente Lula e o seu governo, o Congresso Nacional não desfruta da mesma simpatia do eleitorado. Enquanto 56% responderam que reelegeriam Lula, 58% responderam que apoiariam a hipótese de fechamento do legislativo. O que o resultado parece demonstrar é que a população quer o Congresso Nacional mais próximo do presidente da República.
Presidente tucano da Assembléia de S. Paulo manobra para evitar CPI, denuncia líder do PT
“O deputado Vaz de Lima, presidente da Assembléia, não quer instalação da CPI como prega a lei. Por isso ele diz que não entendeu o acordão emitido pelo Tribunal. Para não haver mais dúvidas, a bancada do PT entrou com o embargo declaratório para esclarecimentos. E o que viemos solicitar do presidente do Tribunal é uma maior celeridade os julgamentos,” informou Simão Pedro no site do diretório estadual do partido.
O embargo declaratório impetrado pelo PT aconteceu pela recusa do presidente Vaz de Lima de instalar a CPI da Nossa Caixa, que recorreu da decisão do TJ-SP alegando não entender se a decisão se refere apenas à questão da Caixa ou também das 70 CPI’s barradas pelas manobras tucano-pefelistas na Casa durante o governo Alckmin.
Durante o governo de Alckmin foram feitos gastos em torno de R$ 43,8 milhões com serviços de agências de publicidade, sem licitação, durante 18 meses, favorecendo deputados da base do ex-governador. Em documentos divulgados na época aparecem o nome do próprio presidente da Assembléia, Vaz de Lima.
Foram pedidas também informações de um mandato de segurança impetrado pela bancada petista que solicita a abertura de CPI sobre o caso do desabamento do metrô, da Febem, do Rodoanel, da calha do rio Tietê e da CDHU. Além disso, há outro mandato sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias.


TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
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